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Sunday, June 9

Domingo X do Tempo Comum


A liturgia da Palavra deste 10º Domingo do tempo Comum convida-nos a centrar a nossa vida cristã na Palavra, escutada e meditada, e na Eucaristia, celebrada e adorada e a dar a devida importância à dimensão profética que está patente nestas 3 leituras: Elias, o profeta da esperança e da vida; Paulo, o profeta do Evangelho recebido de Deus; e, particularmente, em Jesus, o grande profeta que visita o seu povo em atitude de total oblação.

Perante estas leituras da Palavra de Deus, das duas uma: ou fazemos da nossa vida um cortejo de morte, dos sem esperança, que acompanham o cadáver, em atitude de choro, de luto, de desespero; ou fazemos do nosso peregrinar um caminho de esperança, de ressurreição, de transformação do choro e da morte em sentido de vida. E se somos seguidores de Cristo e nos deixamos visitar por este grande profeta então o drama da morte não tem a última palavra graças à Sua Ressurreição.

Em pleno Ano da Fé, e neste dia de domingo, em que sempre fazemos, na eucaristia, a memória viva da ressurreição do Senhor, somos desafiados a professar a nossa fé e a nossa esperança na ressurreição. A nossa ressurreição em Cristo não pode ser esperada, como um prolongamento desta vida, nem o adiamento de uma morte inevitável. Mas é uma vida nova e transformada em Cristo.

Sunday, June 10

Domingo X do Tempo Comum


Neste 10º Domingo do Tempo Comum, a Palavra de Deus leva-nos a meditar sobre a nossa resposta de vida ao projecto de Deus para nós, na liberdade de optar pelo bem e pelo mal.
O Evangelho centra o nosso olhar na pessoa de Jesus, que os seus conterrâneos, entre eles tantos familiares, não aceitaram como enviado de Deus e não perceberam, até se opuseram, à vontade de Deus revelada em Jesus. Na caminhada da fé, cada um é livre de optar: ou ficar pelos dispersos sentidos de vida, ou permanecer na única família de Jesus, de quem quiser fazer a vontade de Deus.
A segunda leitura realça que, para o cristão, viver só faz sentido na certeza da ressurreição, na caminhada de vida interior que se renova dia a dia em perspcetiva da etermidade.
Neste horizonte neo-testamentário, meditemos em particular a primeira leitura que nos mostra, recorrendo à história mítica de Adão e Eva, o que acontece quando rejeitamos as propostas de Deus e preferimos caminhos de egoísmo, de orgulho e de auto-suficiência… Viver à margem de Deus leva, inevitavelmente, a trilhar caminhos de sofrimento, de destruição, de infelicidade e de morte.