Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5743
Reflexão
Os sanedritas opõem-se ao anúncio pascal dos Apóstolos e prendem-nos de novo. São libertos e anunciam uma vez mais a Cristo ressuscitado.
Crer ou não crer é o dilema radical. Viver ou não viver o Evangelho, é o desafio, cujo resultado está à vista. Jesus é o Filho de Deus, é o seu porta-voz. Só quem acredita nele, tem a vida eterna. Como os apóstolos, também nós recebemos o Espírito Santo, para dar testemunho, para anunciar a Cristo até ao fim do mundo!
Thursday, April 16
Quinta-feira da Semana II do Tempo Pascal
Wednesday, April 15
Quarta-feira da Semana II do Tempo Pascal
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5742
Reflexão
Cristo é o grande Sacramento do amor do Pai pelo homem. Toda a sua vida é um percurso pascal de amor ao homem. Uma definição chave que tudo explica: Deus é Amor. Por isso entregou o seu Filho como oferta perene de salvação.
O pecado é a ruptura do Amor de Deus ao homem. Se Cristo veio salvar o mundo, a nossa vocação é salvadora.
O amor é, portanto, a única resposta à loucura de Deus, de um Deus enamorado dos homens, a ponto de lhes entregar o Seu Filho único!
Tuesday, April 14
Terça-feira da Semana II do Tempo Pascal
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Reflexão
Os Actos dos Apóstolos dão-nos um quadro síntese do que eram e como viviam as primeiras comunidades cristãs. Uma fé vivida a sério, que se traduzia na partilha de bens e total ajuda mútua.
Uma Comunidade Sacramento sinal visível da fé no anúncio de Cristo, como centro vital da sua vida; de vida e de amor, aceitando-se alegremente na comunhão da partilha mútua; de oração e comunhão eucarística; do sentido do envio e de missão.
A fé vivida a sério tem de nos levar à comunhão total no amor fraterno.
Wednesday, April 1
Quarta-feira da Semana Santa
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Reflexão
O servo de Yhavé antecipa a Paixão do Messias que, no meio dos sofrimentos, não perde a confiança no Senhor. Assim é todo o justo, quando perseguido e traído. Os planos homicidas dos judeus compram a consciência de Judas por trinta moedas de prata, o preço dum escravo, o preço da traição. Também hoje, muitos perguntam: quanto há para isso? vendendo a consciência ao diabo! É assim o mistério do coração humano, capaz do mais nobre e também do mais vil!...
Monday, March 30
Segunda-feira da Semana Santa
Reflexão
O servo de Yhavé é a figura do povo de Israel e também do próprio Cristo. Trata-se dum servo compassivo e manso, ungido para proclamar a justiça e libertação dos oprimidos. Cristo é, de facto, o Servo que Deus ungiu e fez aliança com o Seu Povo, a Igreja.
Jesus descansa em casa de seus amigos, Lázaro, Marta e Maria. O ódio a Jesus também se estende a Lázaro, a quem pretendem matar. O gesto de Maria enche de fragrância aquela casa. Judas finge ser amigo dos pobres.
Friday, March 27
Sexta-feira da Semana V da Quaresma
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Reflexão
A verdade é incómoda. Os judeus não querem aceitar que Jesus é o Filho de Deus. Por isso o repelem. A história repete-se. Os homens de hoje também julgam bastar-se a si mesmos, e julgam não precisar de Deus para nada. A Humanidade do Filho de Deus torna-o semelhante a qualquer um de nós. Por isso a dificuldade de o identificar. Só pela Fé, dom de Deus, se pode aceitar e compreender esse mistério.
Thursday, March 26
Quinta-feira da Semana V da Quaresma
Reflexão
Abraão, que Jesus vai recordar no Evangelho, aparece aqui como o homem com quem Deus faz Aliança e que, por isso mesmo, se torna o pai de todo o futuro povo de Deus. Abraão é igualmente o símbolo de todos os que se entregam, confiadamente, ao poder da palavra de Deus, e, por isso, se tornam instrumento providencial da acção de Deus entre os homens e objecto da sua divina intimidade.
Toda a obra de Jesus é o que é e tem o valor que tem por Ele ser quem é: o Filho de Deus, imagem do Pai. Aquele que estabelece a aliança entre o Pai e os homens. Esta aliança já vem de longe: um dos seus grandes momentos foi quando Deus a fez com Abraão. Mas Jesus é maior do que Abraão, e é antes dele e será depois dele. Por isso, a aliança selada no sangue da sua cruz é aliança eterna, que havemos de recordar perpetuamente, como também Ele jamais a esquecerá.
Wednesday, March 25
Solenidade da Anunciação do Senhor
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1992
Anunciação do Senhor
Deus que no decorrer dos séculos, tinha encarregado os profetas de transmitir aos homens a Sua palavra, ao chegar a plenitude dos tempos, determina enviar-lhes o Seu próprio Filho, o Seu Verbo, a Palavra feita Carne.
Contudo, o Pai das misericórdias quis que a Incarnação fosse precedida da aceitação por parte daquela que Ele predestinara para Mãe, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, também outra mulher contribuísse para a vida (Lumen gentium, 56).
No momento da Anunciação, através do Anjo Gabriel, Deus expõe portanto, a Maria os Seus desígnios. E Maria, livre, consciente e generosamente, aceita a vontade do Senhor a seu respeito, realizando-se assim o mistério da Incarnação do Verbo. Nesse momento, com efeito, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade começa a Sua existência humana. O filho de Deus faz-Se Filho do Homem. O Deus Altíssimo torna-Se o Deus connosco.
Ao celebrar este mistério, precisamente nove meses antes do Natal, a Solenidade da Anunciação orienta-nos já para o Nascimento de Cristo. No entanto, a Incarnação está intimamente unida à Redenção. Por isso, as Leituras (especialmente a segunda) introduzem-nos já no Mistério da Páscoa.
Essencialmente festa do Senhor, a Anunciação não pode deixar de ser, ao mesmo tempo, uma festa perfeitamente mariana. Na verdade, foi pelo sim de Maria que a Incarnação se realizou, a nova Aliança se estabeleceu e a Redenção do mundo pecador ficou assegurada.
Reflexão
A hora da salvação chegou. Os tempos do Antigo Testamento deram lugar ao Tempo definitivo na hora de Deus. Maria aceita livremente os planos salvadores de Deus.
Graças ao seu sim, o Filho de Deus fez-se Filho do Homem. Deus torna-se Deus connosco, no silêncio de nove meses em gestação. As profecias tornaram-se realidade no seio de Maria. É o mesmo corpo que se imolará na Cruz e se nos dará na Eucaristia. A Anunciação é Festa de Maria, de Cristo e sobretudo a grande Festa da Humanidade.
Thursday, March 19
Solenidade de São José, Esposo da Virgem Santa Maria
Esta comemoração litúrgica, com carácter de solenidade, no dia 19 de Março, vem desde os tempos de Gregório XV que a generalizou a toda Igreja. É tão importante para a Igreja que se impõe à liturgia da féria quaresmal.
Esta devoção despontou na Igreja a partir do século IV. Nos três primeiros séculos, a Igreja dedicou-se em especial à Cristologia e à Mariologia. Convinha que irradiasse com todo o esplendor a luz da divindade do Verbo. Por isso mesmo as festas mais antigas do ano litúrgico estão relacionadas mais intimamente com o mistério da salvação e redenção, como a Páscoa, a Epifania e o Baptismo. Logo o período áureo da Mariologia, a partir do Concílio de Éfeso, (+431) que foi fecundo inspirador de festas, procissões, mosteiros, catedrais e basílicas dedicados a Nossa Senhora Mãe de Deus, com destaque especial para as festas da Natividade, Apresentação no Templo e Dormição da Virgem.
Depois da Virgem, é José a personagem mais importante na vida do Verbo encarnado. Não sendo o pai biológico de Jesus, exerceu sobre ele a autoridade paterna, e foi seu pai legal para todos os efeitos. Foi o verdadeiro depositário da autoridade do Eterno Pai, revestido do poder paterno dentro da Sagrada Família de Nazaré. A ele se dirige o anjo, em todas as vicissitudes: na concepção por obra do Espírito Santo, na ida para Belém, no nascimento, na apresentação no Templo, na fuga para o Egipto e no regresso e ainda no encontro do Menino aos doze anos no Tempo de Jerusalém, entre os doutores da Lei. Praticamente durante toda a infância de Jesus, José aparece ao lado de Maria e de Jesus, como seu guarda e guia, exercendo todos os atributos de pai, como estrela de primeira grandeza. Não sendo o pai biológico de Jesus, a sociedade escolheu-o para modelo dos pais, de tal forma que no seu dia se celebra o Dia do Pai.
Os Padres da Igreja louvam-no em imensas oportunidades. São Jerónimo louva a virgindade de São José; São João Crisóstomo fala com ternura dos seus gozos e das suas dores; Santo Agostinho descreve-o como verdadeiro pai de Jesus, com exceção do nascer fisicamente dele.
Em Belém fala-se duma igreja dedicada em sua honra no século IV, por Sana Helena e duma festa geral a partir do século IX.
No Ocidente o culto é mais tardio, encontrando-se já no século XII entre os Beneditinos. No século XIII, os Carmelitas propagam-no pela Europa. No século XV, João Gerson e São Bernardino de Sena são os seus fervorosos propagandistas. No século XVI Santa Teresa de Jesus encarregou-se de dar a conhecer as glórias de São José, a sua eficácia no céu e o seu patrocínio na terra. Ela mesma o afirma: «não me lembro de ter-me dirigido a S. José, sem que tivesse obtido o que pedia». Desde então, a luz que envolve a imagem do Patriarca, com o Menino ao colo e a varinha da sua virgindade, cresce constante, como a do sol que sobre do Oriente e chega ao zénite.
A Igreja do Oriente celebra São José desde o século IX, no domingo a seguir ao Natal; os Coptas no dia 20 de Julho. Os Carmelitas introduziram a devoção na Igreja ocidental. Os Franciscanos, em 1399, já festejavam o Santo Patriarca.
Sisto IV (+1481) insere a Festa de São José no breviário e no missal romanos. Gregório XV generaliza-a a toda a Igreja. Clemente XI compõe o ofício, com os hinos, para o dia 19 de Março e coloca as missões da China sob a proteção de S. José. Pio IX introduz, em 1847, a festa do Patrocínio de S. José e em 1871 declara-o padroeiro da Igreja universal. Leão XIII e Bento XV recomendam a devoção especial a São José, chegando este último Papa a inserir no missal um prefácio próprio. Pio XII estabelece, em 1955, a Festa de São José Operário que ainda vigora no 1º de Maio. João XXIII inclui o nome de São José no Cânone da Missa.
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Reflexão
A profecia de Natã acena a Salomão, filho de David e construtor do templo. Mas as palavras: manterei depois de ti a descendência que nascerá de ti e consolidarei o seu reino, indicam uma longa descendência no trono de Judá. Esta descendência teve um fim histórico, recebendo força profética na alusão velada ao Messias, descendente de David. Ele reinará para sempre. Mas o seu reino não será deste mundo. Será um reino espiritual para salvação da humanidade. A tradição cristã sempre aplicou este texto a Jesus, Messias descendente de David, e a José, o último elo da genealogia davídica.
Paulo evoca a figura de Abraão, pai dos crentes, que reconheceu a sua indigência e acreditou em Deus recebendo a justificação. A liturgia aplica a São José o elogio de Paulo a Abraão. A fé do esposo de Maria, submetida a duras provas, manteve-se firme, fazendo dele homem justo e pai adoptivo de Jesus. A sua resposta de fé manteve-se durante toda a sua vida, colaborou com disponibilidade e generosidade no projecto de salvação de Deus.
A lei judaica mandava que os primogénitos, sendo sagrados, deviam ser entregues a Deus ou sacrificados. Como o sacrifício humano era proibido, a lei obrigava a fazer uma espécie de troca, em vez do menino, era oferecido um animal puro (cordeiros, pombas). Com a substituição do sacrifício, oferecem-se duas pombas, é evidenciado o facto de Jesus ser apresentado ao Senhor, solenemente oferecido ao Pai. O sentido deste oferecimento só se compreende à luz da cena do calvário, onde Jesus já não pode ser substituído e morrerá como autêntico primogénito, que se entrega ao Pai pela salvação dos homens.
Como pai adoptivo, José preocupa-se por tudo quanto diz respeito a Jesus. Embora não lhe seja dado penetrar completamente no mistério das relações de Jesus com o Pai, e também não compreendendo tudo quanto Jesus faz e diz, deixa-se no entanto, conduzir por Deus, com uma fé dócil e silenciosa. A sua máxima, à semelhança da de Jesus e da de Maria, poderia ser: Ecce servus tuus, eis o teu servo.
Friday, March 13
Sexta-feira da Semana III da Quaresma
Reflexão
Amar acima de tudo, é o resumo de todos os mandamentos.
Amar a Deus e ao próximo vale mais que todos os holocaustos e sacrifícios.
Ao nível institucional, a estrutura eclesial poderá parecer um emaranhado de preceitos. Mas sob essa estrutura corre a vida: é o amor que devemos a Deus e ao próximo.
Friday, February 27
Sexta-feira da Semana I da Quaresma
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Reflexão
Deus aposta sempre na vida. Ele não quer a morte de ninguém; só quer que o pecador se converta e viva, e dá sempre uma segunda oportunidade. A nova justiça do Reino de Deus ultrapassa todo o formalismo exterior e atinge o mais profundo do ser humano.
Wednesday, February 25
Quarta-feira da Semana I da Quaresma
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Reflexão
Os conterrâneos de Jesus fogem à conversão; por isso Jesus põe em confronto a sua atitude com a atitude dos que ouviram a pregação de Jonas e converteram-se.
Urge, portanto, acolher com ânimo contrito e humilde o convite de Deus à conversão. Esta não se baseia em milagres publicitários, mas na aceitação do grande sinal de Deus que é Jesus. Deus respeita a liberdade humana. Ele quer opções livres e não servilismo de escravos! Os sinais da conversão evangélica são: aceitação serena da cruz de cada dia; coerência com a nossa opção baptismal; ruptura com tudo o que é contrário aos critérios do Evangelho; a prova duma vida de testemunho, de comunhão com Deus e com os irmãos.
Tuesday, February 24
Terça-feira da Semana I da Quaresma
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Reflexão
O perdão é resposta concreta à Palavra da Deus. A oração não é palavreado barato e sem sentido. Jesus apresenta o Pai-nosso como o modelo de oração partilhada. É resposta de fé ao Deus que nos fala por Cristo. O perdão das ofensas é caminho de Quaresma. Deus é nosso Pai. O Pai de todos, por adopção. Somos filhos pela fé, pelo baptismo e pelo espírito de filiação. A fraternidade universal fundamenta-se na Paternidade de Deus. Daí, as condições essenciais para a reza do Pai Nosso.
Friday, February 6
Memória dos Santos Paulo Miki e companheiros, mártires
Paulo Miki, jesuíta japonês, é um dos 26 mártires que, a 5 de Fevereiro de 1597, morreram crucificados na colina de Tateyama – depois chamada colina santa - junto de Nagasaki. A evangelização do Japão, iniciada por São Francisco Xavier (1549-1551), tinha dado os seus grupos e a comunidade cristã atingia, em 1587, os 250.000 membros. O imperador, que inicialmente tinha favorecido os missionários, decretou a expulsão dos jesuítas e mandou prender 6 franciscanos espanhóis e três jesuítas japoneses. Foi um tempo de dura repressão.
Paulo Miki era filho de um oficial. Foi educado num colégio jesuíta e, em 1580, entrou na Companhia de Jesus. Tornou-se muito conhecido pela qualidade da sua vida e pela sua capacidade de evangelizar. Ainda não era sacerdote quando foi martirizado com outros 25 cristãos: 6 missionários franciscanos espanhóis, um escolástico e um irmão, jesuítas japoneses, e 17 leigos também japoneses. Foram canonizados por Pio IX, em 1862.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4450
Reflexão
Ao chegarmos ao fim da história de David, lemos agora, noutro livro, uma reflexão sobre alguns momentos mais significativos dessa mesma história que Deus realizou por meio dele e sobre a maneira como David correspondeu a tão grandes dons. Esta leitura é verdadeiramente um hino à obra de Deus realizada pelas mãos de David.
Devia ser grande a fama que João Baptista tinha deixado, pois que, ouvindo falar-se de Jesus e de suas palavras e obras, logo vinha à mente o grande profeta. Herodes, apesar de o ter mandado decapitar, nem se esquecera dele nem deixara de continuar a considerá-lo, como já antes o fazia. É assim o rasto que deixam os homens grandes!
Thursday, February 5
Memória de Santa Águeda, virgem e mártir
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5546
Santa Águeda, virgem e mártir
Águeda, natural de Catânia, na Sicília, ainda jovem, no furor da perseguição, conservou a pureza do corpo e a integridade da fé, dando testemunho de Cristo Senhor, através do martírio, que sofreu por volta do ano 251. O seu culto propagou-se, desde a antiguidade, por toda a Igreja e o seu nome foi inserido no Cânone romano.
Reflexão
David deixa como herança a Salomão, seu filho e sucessor, o testemunho duma incontestável fidelidade a Deus.
Um rei, um governante fiel a Deus, é uma bênção para o povo; um rei, um governo agnóstico, é uma maldição; esta é a regra de ouro para todos os responsáveis das nações!
Jesus envia a ensinar e instruir sobre a chegada do Reino.
A sua mensagem resume-se na proclamação da conversão. O que interessa acima de tudo é a conversão do coração no Reino de Deus. Como garantia, está a cura dos doentes e a libertação dos pobres. Desinteressado e disponível. Antes de tudo com o testemunho das obras, produto duma fé totalmente comprometida.
Wednesday, February 4
Memória de São João de Brito, presbítero e mártir
S. JOÃO DE BRITO, presbítero e mártir
Nasceu em Lisboa (Portugal) no dia 1 de Março de 1647, de família nobre. Depois de uma piedosa adolescência, entrou na Companhia de Jesus e, ordenado sacerdote, embarcou para as missões da Índia, onde trabalhou no meio de grandes sofrimentos e perseguições, mas também com grande fruto apostólico. Foi de lá enviado à Europa como Procurador das Missões e de novo partiu para a Índia; no dia 4 de Fevereiro de 1693 alcançou a glória do martírio.
Reflexão
Os seus desconfiavam dele. Todo o Antigo Testamento tem o seu cumprimento em Jesus, mas tal como os profetas, Ele é rejeitado, precisamente pelos seus. Para os conterrâneos, Jesus não é mais do que o filho de Maria e de José, e não conseguiram assimilar o facto escandaloso da incarnação do Verbo. Como eles, a sociedade de hoje necessita de uma fé viva capaz de aceitar o escândalo de um Deus feito Homem.
Tuesday, February 3
Terça-feira da Semana IV do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5541
Reflexão
Terminou mal a campanha de Absalão contra o pai: depois de vencido na batalha, acaba por ser morto às mãos de um general do exército de David, que julgava com isso dar grande alegria ao rei. Mas David é sempre o homem de coração generoso e acolhe a notícia no meio de grande amargura. David é pai antes de ser rei; chora, por isso, amargamente a perda do filho.
Jesus continua a passar fazendo o bem, em primeiro lugar, o bem mais visível, curando doentes e ressuscitando mortos, mas, mais profundamente, levando as pessoas a descobrir que d’Ele saía uma força sobre-humana, a própria força de Deus, que a todos queria salvar, mas que só a fé seria capaz de reconhecer. Jesus é, de facto, o sacramento da salvação dos homens; por Ele, o Filho de Deus feito homem, Deus intervém no meio dos homens para os salvar.
Thursday, January 29
Quinta-feira da Semana III do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5537
Reflexão
São Marcos recolhe ensinamentos em forma de provérbios, síntese da sabedoria humana e da sabedoria divina. A vida cristã é entendida como vocação a ser luz, testemunho e crescimento. Cristo é a luz do mundo, e como Ele todos os cristãos, porque participam da sua luz. Como Cristo ilumina todo o homem que vem a este mundo, assim o cristão deve iluminar. Com a fé, com as obras. O Baptismo é o sacramento de iluminação de toda a vida.
Tuesday, January 27
Terça-feira da Semana III do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5535
Reflexão
Uma vez conquistada a cidade de Jerusalém, David faz dela a capital e introduz na cidade a arca da Aliança, sinal da presença de Deus no meio do povo. A arca é conduzida em procissão solene, na qual a repetição dos sacrifícios, as aclamações da multidão e a dança ritual do rei manifestam o sentido religioso, sempre presente no centro da vida daquele povo.
Nem a família de Jesus parece ter, a princípio, compreendido, em toda a profundidade, a sua pessoa e a sua missão. Mas Jesus, sem negar em nada os laços do sangue, proclama a profundidade ainda maior do parentesco espiritual, fruto da comunhão com a vontade de Deus. Por esta comunhão espiritual todos são chamados a entrar na família do Senhor.
Monday, January 26
Memória de São Timóteo e São Tito, Bispos
São Timóteo e São Tito, Bispos
Timóteo e Tito, discípulos e colaboradores do apóstolo Paulo. A eles foram dirigidos as Epístolas chamadas Pastorais, que contêm admiráveis recomendações para a formação dos pastores e dos fiéis.
São Timóteo nasceu em Listra. A sua mãe era hebreia e o seu pai era grego. Colaborou intimamente com São Paulo na evangelização, mantendo por ele um afecto filial. O Apóstolo colocou-o à frente da Igreja de Éfeso.
São Tito, que parece vir do paganismo, tornou-se um cristão de fé sólida e um evangelizador activo e fervoroso. Na carta que lhe é dirigida, aparece-nos como responsável pela Igreja de Creta.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=140
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Reflexão
São Paulo revê-se nos seus dois discípulos e sente-se feliz pelo dom da fé que lhes é comum, e que neles se tornou a raiz da vida vivida na fidelidade à palavra de Deus, que receberam, e à missão em que foram investidos dentro da Igreja.
Os pregadores do Evangelho são outros tantos precursores do Senhor, porque vão à sua frente a preparar-Lhe o caminho. A sua missão é a daqueles que são enviados; por isso, não vão em nome próprio. O seu anúncio é de paz; por isso, ele só pode ser escutado por homens de paz. O seu trabalho não é para seu proveito; por isso, não procurarão os seus interesses, mas os do reino de Deus, que chegará até através desse mesmo trabalho.









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