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Tuesday, June 16

Terça-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/liturgia/?mc_id=5818

Reflexão
O amor toma novos horizontes. Cristo rompe com a estrutura tradicional dos rabinos, ampliando o conceito de próximo, e exigindo o amor aos inimigos, como nova justiça do Reino de Deus. Não são esses os critérios do mundo. Para haver amor efectivo, não supõe que seja necessariamente afectivo. Cristo dá o exemplo, propõe o seu exemplo e os homens que se fazem à perfeição, também dão o exemplo. É possível, portanto, cumprir o programa do Reino que supõe o amor aos inimigos.

Thursday, June 20

Quinta-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/xi-semana-quinta-feira-tempo-comum-anos-pares0/

Reflexão
O Pai Nosso é a expressão mais perfeita, completa e simples das nossas petições! As três primeiras referem-se a Deus e as outras a nós. Mas no centro está sempre o Reino de Deus. Ele é a ideia vertebral de todo o Pai Nosso. É a afirmação da Paternidade de Deus e da fraternidade humana. É uma oração pessoal e comunitária, única ensinada por Jesus. A concluir, insiste no perdão feito de reconciliação fraterna. Só se recebe na proporção em que se dá. O perdão que recebemos é o perdão que damos!

 

Wednesday, June 19

Quarta-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/xi-semana-quarta-feira-tempo-comum-anos-pares0/

Reflexão
A santidade e a fidelidade, nos discípulos de Jesus, têm de superar o nível mínimo da letra da Lei. A semente do reino actua a partir do interior. Agir só para agradar a Deus sem procurar o aplauso dos homens, é o princípio a aplicar no caso da esmola, da oração e do jejum. Em cada um destes actos Jesus contrapõe a farsa publicitária dos judeus à atitude discreta do verdadeiro adorador do Pai. Jesus é um verdadeiro inconformista com os costumes do seu tempo, quando apela à eficácia sem ostentação. Mas ainda há muitos que dela vivem, há quem viva para a fotografia, para ser visto e admirado pelos homens!

Tuesday, June 18

Terça-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/xi-semana-terca-feira-tempo-comum-anos-pares0/

Reflexão
O amor toma novos horizontes. Cristo rompe com a estrutura tradicional dos rabinos, ampliando o conceito de próximo, e exigindo o amor aos inimigos, como nova justiça do Reino de Deus. Não são esses os critérios do mundo. Para haver amor efectivo, não supõe que seja necessariamente afectivo. Cristo dá o exemplo, propõe o seu exemplo e os homens que se fazem à perfeição, também dão o exemplo. É possível, portanto, cumprir o programa do Reino que supõe o amor aos inimigos.

Thursday, June 17

Quinta-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3372

Reflexão
O perdão que recebemos é o perdão que damos! O Pai Nosso é a expressão das nossas petições! As três primeiras referem-se a Deus e as outras a nós. Mas no centro está sempre o Reino de Deus. Ele é a ideia vertebral de todo o Pai Nosso. É a afirmação da Paternidade de Deus e da fraternidade humana. É uma oração pessoal e comunitária. É a única fórmula ensinada por Jesus.

Pai-nosso  
Pai-nosso que estais nos céus. Nas religiões antigas não era muito habitual dirigir-se a Deus como Pai. Mas, no Antigo Testamento, Deus era invocado com esse título, dada a sua relação especial com Israel, salvo da escravidão e protegido com evidentes sinais de intervenções divinas. Jesus é o Filho de Deus. Aqueles que O seguem participam dessa filiação divina. Por isso, O podem chamar Pai (abbá = papá, paizinho, pai querido).
Santificado seja o vosso nome. Na linguagem bíblica, o nome é a pessoa. Invocar o nome de Deus é invocar a Deus. Se Deus é o santo por excelência, que significa pedir que seja santificado? Significa pedir que Se manifeste, Se dê a conhecer e cumpra as suas promessas. Significa também pedir que a nossa vida cristã coerente leve outros à fé. Uma vida cristã incoerente pode levar à blasfémia do nome de Deus.
Venha a nós o vosso reino. O reino ou reinado de Deus significa a nova ordem ou estado das coisas, na qual a sua soberania é reconhecida e aceite. Este reino é actualidade e presença, a partir da presença de Jesus. Mas pede-se o seu reconhecimento no presente, e a sua plena revelação no futuro.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Pede-se a Deus poder para satisfazer as necessidades de cada dia e, provavelmente, o pão que é o próprio Cristo assimilado pela fé, o pão da eucaristia.
Perdoai-nos as nossas ofensas. Todos temos dívidas para com Deus, isto é culpas ou pecados, uma que vivemos sob a sua graça e não lhe somos sempre fiéis. Mas o perdão que pedimos é condicionado pelo perdão que concedemos, ou não, aos nossos devedores.
Não nos deixeis cair em tentação. Tentação significa provação. Seremos julgados tendo em conta as nossas reacções às provações da nossa vida.
Livrai-nos do mal. Há duas formas de traduzir esta petição: livrai-nos do mal ou livrai-nos do maligno. Nos tempos de Jesus, considerava-se que o maligno, o demónio, estava por detrás de qualquer mal. Hoje não se pensa assim. Mas o confronto com o demónio é algo que faz parte da nossa experiência.

Thursday, June 18

Quinta-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3011

Reflexão
O Pai Nosso é a expressão mais perfeita, completa e simples das nossas petições! As três primeiras referem-se a Deus e as outras a nós. Mas no centro está sempre o Reino de Deus. Ele é a ideia vertebral de todo o Pai Nosso. É a afirmação da Paternidade de Deus e da fraternidade humana. É uma oração pessoal e comunitária, única ensinada por Jesus. A concluir, insiste no perdão feito de reconciliação fraterna. Só se recebe na proporção em que se dá. O perdão que recebemos é o perdão que damos!

Wednesday, June 17

Quarta-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3010

Reflexão
A santidade e a fidelidade, nos discípulos de Jesus, têm de superar o nível mínimo da letra da Lei. A semente do reino actua a partir do interior. Agir só para agradar a Deus sem procurar o aplauso dos homens, é o princípio a aplicar no caso da esmola, da oração e do jejum. Em cada um destes actos Jesus contrapõe a farsa publicitária dos judeus à atitude discreta do verdadeiro adorador do Pai. Jesus é um verdadeiro inconformista com os costumes do seu tempo, quando apela à eficácia sem ostentação. Mas ainda há muitos que dela vivem, há quem viva para a fotografia, para ser visto e admirado pelos homens!

Tuesday, June 16

Terça-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3009

Reflexão
O amor toma novos horizontes. Cristo rompe com a estrutura tradicional dos rabinos, ampliando o conceito de próximo, e exigindo o amor aos inimigos, como nova justiça do Reino de Deus. Não são esses os critérios do mundo. Para haver amor efectivo, não supõe que seja necessariamente afectivo. Cristo dá o exemplo, propõe o seu exemplo e os homens que se fazem à perfeição, também dão o exemplo. É possível, portanto, cumprir o programa do Reino que supõe o amor aos inimigos.

Monday, June 15

Segunda-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3008

Reflexão
Jesus substituiu a lei da vingança pela lei do perdão e do amor. Incondicionalmente. Certamente que é difícil, mas é o caminho de libertação e de felicidade. Não se trata de resignação fatalista, mas de não violência activa do amor.
Perdoar e amar como Cristo manda, só é possível quando se vive em comunhão pascal com Cristo.


Friday, June 22

Sexta-feira da Semana XI do Tempo Comum


Reflexão
Os caminhos do Evangelho passam todos pelo coração do homem. As coisas têm o valor que o homem lhes der, e, para o cristão, têm o valor que a fé lhe ensinar a atribuir-lhes. Por isso, os tesouros terrenos não podem dominar o coração humano. O verdadeiro tesouro está mais longe e mais alto do que os cofres que podem ser assaltados. Para saber dar o verdadeiro valor ás coisas que o envolvem, o homem precisa de purificar o seu interior, donde nasce a verdadeira luz, que dá o sentido autêntico a tudo o que o rodeia.
Como é que se obtém o tesouro no céu? Orientando o coração, a afectividade, o homem todo, com os seus apetites e desejos mais íntimos e profundos, para Deus. Esse é o tesouro que permanece seguro.

Thursday, June 21

Quinta-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2108

Reflexão
O Pai Nosso é a expressão mais perfeita, completa e simples das nossas petições! As três primeiras referem-se a Deus e as outras a nós. Mas no centro está sempre o Reino de Deus. Ele é a ideia vertebral de todo o Pai Nosso. É a afirmação da Paternidade de Deus e da fraternidade humana. É uma oração pessoal e comunitária, única ensinada por Jesus. A concluir, insiste no perdão feito de reconciliação fraterna. Só se recebe na proporção em que se dá. O perdão que recebemos é o perdão que damos!

Wednesday, June 20

Quarta-feira da Semana XI do Tempo Comum


Reflexão
A santidade e a fidelidade, nos discípulos de Jesus, têm de superar o nível mínimo da letra da Lei. A semente do reino actua a partir do interior. Agir só para agradar a Deus sem procurar o aplauso dos homens, é o princípio a aplicar no caso da esmola, da oração e do jejum. Em cada um destes actos Jesus contrapõe a farsa publicitária dos judeus à atitude discreta do verdadeiro adorador do Pai. Jesus é um verdadeiro inconformista com os costumes do seu tempo, quando apela à eficácia sem ostentação. Mas ainda há muitos que dela vivem, há quem viva para a fotografia, para ser visto e admirado pelos homens!

Monday, June 18

Segunda-feira da Semana XI do Tempo Comum


Reflexão
Jesus substituiu a lei da vingança pela lei do perdão e do amor. Incondicionalmente. Certamente que é difícil, mas é o caminho de libertação e de felicidade. Não se trata de resignação fatalista, mas de não violência activa do amor.
Perdoar e amar como Cristo manda, só é possível quando se vive em comunhão pascal com Cristo.

Thursday, June 22

Quinta-feira da Semana XI do Tempo Comum



Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1511

Reflexão
O perdão que recebemos é o perdão que damos! O Pai Nosso é a expressão das nossas petições! As três primeiras referem-se a Deus e as outras a nós. Mas no centro está sempre o Reino de Deus. Ele é a ideia vertebral de todo o Pai Nosso. É a afirmação da Paternidade de Deus e da fraternidade humana. É uma oração pessoal e comunitária. É a única fórmula ensinada por Jesus.

Wednesday, June 21

Quarta-feira da Semana XI do Tempo Comum



Reflexão
Jesus aponta o importante princípio, o de superar a justiça dos doutores da Lei e dos fariseus e seguem-se as aplicações práticas no que se refere à esmola, à oração, ao jejum, que resumem as práticas religiosas tradicionais. Jesus não censura essas práticas, mas a forma e o objectivo com que eram realizadas, particularmente pelos fariseus. Quem faz boas obras para ser estimado e louvado pelos outros, já recebe a sua recompensa; quem as faz por Deus, obtém dEle a retribuição. O verdadeiro jejum implica conversão a Deus e deve ser feito com alegria. A esmola que damos aos outros não é apenas a esmola, em sentido literal, mas também a misericórdia, a compaixão, a solidariedade que comunica o amor de Deus, que tem o seu supremo ícone no Coração trespassado de Cristo.

Tuesday, June 20

Terça-feira da Semana XI do Tempo Comum


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1509

Reflexão
O amor toma novos horizontes. Cristo rompe com a estrutura tradicional dos rabinos, ampliando o conceito de próximo, e exigindo o amor aos inimigos, como nova justiça do Reino de Deus.
Não são esses os critérios do mundo. Para haver amor efectivo, não supõe que seja necessariamente afectivo. Cristo dá o exemplo, propõe o seu exemplo e os homens que se fazem à perfeição, também dão o exemplo. É possível, portanto, cumprir o programa do Reino que supõe o amor aos inimigos.

Friday, June 17

Sexta-feira da Semana XI do Tempo Comum



Reflexão
Os caminhos do Evangelho passam todos pelo coração do homem. As coisas têm o valor que o homem lhes der, e, para o cristão, têm o valor que a fé lhe ensinar a atribuir-lhes. Por isso, os tesouros terrenos não podem dominar o coração humano. O verdadeiro tesouro está mais longe e mais alto do que os cofres que podem ser assaltados. Para saber dar o verdadeiro valor às coisas que o envolvem, o homem precisa de purificar o seu interior, donde nasce a verdadeira luz, que dá o sentido autêntico a tudo o que o rodeia.

Thursday, June 16

Quinta-feira da Semana XI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_semanal_ver.asp?liturgiaid=162

Reflexão
Pai-nosso que estais nos céus. No Antigo Testamento, Deus era invocado com esse título, dada a sua relação especial com Israel, salvo da escravidão e protegido com evidentes sinais de intervenções divinas. Jesus é o Filho de Deus. Aqueles que O seguem participam dessa filiação divina. Por isso, O podem chamar Pai (abbá = papá, paizinho, pai querido).
Santificado seja o vosso nome. Na linguagem bíblica, o nome é a pessoa. Invocar o nome de Deus é invocar a Deus. Pedir que o nome de Deus seja santificado significa pedir que Se manifeste, Se dê a conhecer e cumpra as suas promessas. Significa também pedir que a nossa vida cristã coerente leve outros à fé. Uma vida cristã incoerente pode levar à blasfémia do nome de Deus.
Venha a nós o vosso reino. O reino ou reinado de Deus significa a nova ordem ou estado das coisas, na qual a sua soberania é reconhecida e aceite. Este reino é actualidade e presença, a partir da presença de Jesus. Mas pede-se o seu reconhecimento no presente, e a sua plena revelação no futuro.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Pede-se a Deus poder para satisfazer as necessidades de cada dia e, provavelmente, o pão que é o próprio Cristo assimilado pela fé, o pão da eucaristia.
Perdoai-nos as nossas ofensas. Todos temos dívidas para com Deus, isto é culpas ou pecados, uma que vivemos sob a sua graça e não lhe somos sempre fiéis. Mas o perdão que pedimos é condicionado pelo perdão que concedemos, ou não, aos nossos devedores.
Não nos deixeis cair em tentação. Aqui, tentação significa provação. Seremos julgados tendo em conta as nossas reacções às provações da nossa vida.
Livrai-nos do mal. Há duas formas de traduzir esta petição: livrai-nos do mal ou livrai-nos do maligno. Nos tempos de Jesus, considerava-se que o maligno, o demónio, estava por detrás de qualquer mal. Hoje não se pensa assim, mas o confronto com o demónio é algo que faz parte da nossa experiência.

Tuesday, June 14

Terça-feira da Semana XI do Tempo Comum



Reflexão
O amor toma novos horizontes. Cristo rompe com a estrutura tradicional dos rabinos, ampliando o conceito de próximo, e exigindo o amor aos inimigos, como nova justiça do Reino de Deus. Não são esses os critérios do mundo. Para haver amor efectivo, não supõe que seja necessariamente afectivo. Cristo dá o exemplo, propõe o seu exemplo e os homens que se fazem à perfeição, também dão o exemplo. É possível, portanto, cumprir o programa do Reino que supõe o amor aos inimigos.

Friday, June 20

Sexta-feira da Semana XI do Tempo Comum


Liturgia da Palavra

Leitura do Segundo Livro dos Reis (2 Reis 11, 1-4.9-18.20)
Naqueles dias, Atalia, mãe do rei Ocozias, ao saber que o filho morrera, mandou matar todos os descendentes do rei. Mas Josebá, filha do rei Jorão e irmã de Ocozias, tomou Joás, filho de Ocozias, e tirou-o secretamente do meio dos filhos do rei, que estavam a ser executados, para o esconder com a ama no dormitório do templo. Assim o furtaram aos olhos de Atalia e ele escapou à morte. Ficou no templo do Senhor, com Josebá, escondido pelo espaço de seis anos, enquanto Atalia reinava no país. No sétimo ano, o sacerdote Joiadá convocou os oficiais dos mercenários e dos guardas e mandou-os vir à sua presença no templo do Senhor. Estabeleceu um acordo com eles, fê-los prestar juramento e mostrou-lhes o filho do rei. Os oficiais fizeram tudo o que lhes ordenara o sacerdote Joiadá. Cada um tomou consigo os seus homens, tanto os que entravam em serviço no sábado, como aqueles que o terminavam nesse dia; e vieram ter com o sacerdote Joiadá. O sacerdote entregou-lhes as lanças e os escudos do rei David, que estavam no templo do Senhor. Os guardas postaram-se, com as armas na mão, desde o lado sul até ao lado norte do templo, rodeando o altar e o templo, para protegerem o rei. Então Joiadá mandou que trouxessem o filho do rei e impôs-lhe o diadema e as insígnias reais. Proclamaram-no rei e deram-lhe a unção; depois bateram palmas e aclamaram: «Viva o rei!». Ao ouvir os clamores populares, Atalia dirigiu-se ao encontro do povo no templo do Senhor. Quando viu o rei de pé sobre o estrado, segundo o costume, os chefes e os tocadores de trombeta junto do rei e todo o povo exultando de alegria, ao som das trombetas, Atalia rasgou as vestes e gritou: «Traição! Traição!». O sacerdote Joiadá ordenou então aos oficiais das tropas: «Levai-a para fora por entre as fileiras e, se alguém tentar segui-la, matai-o à espada». O sacerdote, de facto, já tinha dito: «Não deve ser morta no templo do Senhor». Lançaram as mãos sobre ela, levaram-na para o palácio real, pela porta dos cavalos, e ali a mataram. Joiadá concluiu uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, pela qual este se comprometia a ser o povo do Senhor. Concluiu também uma aliança entre o rei e o povo. Então toda a gente do país foi ao templo de Baal e demoliu-o: quebraram completamente os altares e as imagens e mataram, diante dos altares, Matã, sacerdote de Baal. Em seguida, Joiadá colocou sentinelas no templo do Senhor. Todo o povo exultava de alegria e a cidade ficou em paz. Entretanto, Atalia tinha sido morta à espada no palácio real.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 6, 19-23)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não acumuleis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os destroem e os ladrões os assaltam e roubam. Acumulai tesouros no Céu, onde a traça e a ferrugem não os destroem e os ladrões não os assaltam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração. A lâmpada do teu corpo são os olhos. Se o teu olhar for límpido, todo o teu corpo ficará iluminado. Mas se o teu olhar for mau, todo o teu corpo andará nas trevas. E se a luz que há em ti são trevas, como serão grandes essas trevas!».


Reflexão
Deus tinha feito a promessa a David de que o Messias viria da sua descendência. Quando morreu Ocozias, rei de Judá, que era, por isso, da linhagem de David, sua mãe, Atalia, que era de origem pagã, mandou matar todos os filhos do rei falecido, para assim pôr termo à dinastia de David e introduzir o culto dos deuses pagãos. Uma princesa de Judá conseguiu ocultar o filho mais novo de Ocozias, chamado Joás, livrando-o assim da morte, e este foi, mais tarde, proclamado rei. Atalia foi morta, o templo dos deuses pagãos demolido e renovada a aliança entre Deus e o seu povo.
Os caminhos do Evangelho passam todos pelo coração do homem. As coisas têm o valor que o homem lhes der, e, para o cristão, têm o valor que a fé lhe ensinar a atribuir-lhes. Por isso, os tesouros terrenos não podem dominar o coração humano. O verdadeiro tesouro está mais longe e mais alto do que os cofres que podem ser assaltados. Para saber dar o verdadeiro valor ás coisas que o envolvem, o homem precisa de purificar o seu interior, donde nasce a verdadeira luz, que dá o sentido autêntico a tudo o que o rodeia.