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Tuesday, May 5

Terça-feira da Semana V do Tempo Pascal

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5759

Reflexão
Dou-vos a minha Paz: A paz como o conjunto dos bens messiânicos; A paz de Deus e a paz dos homens... que diferença?!; Glorificação do final de Jesus.
Os Mensageiros da Paz: O exemplo de Cristo e dos Apóstolos; A Igreja é quem envia sob o impulso do Espírito Santo; Anunciar a paz é fazer a paz; O Testemunho até ao sangue é a bagagem de todo o verdadeiro apóstolo.
Felizes os construtores da Paz: A paz de Deus nasce no coração e é fruto da comunhão com Ele; Da paz brota a unidade e a partilha com os irmãos; A paz é o dom mais precioso que Deus pode conceder aos homens! O mundo de hoje é todo ele um grito pela paz... Haja paz e nunca mais a guerra!

Friday, March 27

Sexta-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5708

Reflexão
A verdade é incómoda. Os judeus não querem aceitar que Jesus é o Filho de Deus. Por isso o repelem. A história repete-se. Os homens de hoje também julgam bastar-se a si mesmos, e julgam não precisar de Deus para nada. A Humanidade do Filho de Deus torna-o semelhante a qualquer um de nós. Por isso a dificuldade de o identificar. Só pela Fé, dom de Deus, se pode aceitar e compreender esse mistério.

Thursday, March 26

Quinta-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5707

Reflexão
Abraão, que Jesus vai recordar no Evangelho, aparece aqui como o homem com quem Deus faz Aliança e que, por isso mesmo, se torna o pai de todo o futuro povo de Deus. Abraão é igualmente o símbolo de todos os que se entregam, confiadamente, ao poder da palavra de Deus, e, por isso, se tornam instrumento providencial da acção de Deus entre os homens e objecto da sua divina intimidade.
Toda a obra de Jesus é o que é e tem o valor que tem por Ele ser quem é: o Filho de Deus, imagem do Pai. Aquele que estabelece a aliança entre o Pai e os homens. Esta aliança já vem de longe: um dos seus grandes momentos foi quando Deus a fez com Abraão. Mas Jesus é maior do que Abraão, e é antes dele e será depois dele. Por isso, a aliança selada no sangue da sua cruz é aliança eterna, que havemos de recordar perpetuamente, como também Ele jamais a esquecerá.

Wednesday, April 6

Quarta-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3771

Reflexão

Cristo liberta-nos: pela sua Palavra que é a verdade; pela sua vida de amor e testemunho. No mundo de hoje, só os critérios do Evangelho nos levarão à verdadeira liberdade. Hoje só existe a escravatura daquele que se quer escravizar a falsos deuses, a vícios, como o álcool, a droga, a prostituição, o dinheiro, o egocentrismo, etc. Sentir-se e ser filho de Deus, é realmente tornar-se livre. Quem ainda não o sentiu, que o experimente!

Monday, May 10

Segunda-feira da Semana VI da Páscoa

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3311

Reflexão
Começamos hoje a ler nos Actos dos Apóstolos a expansão missionária do Evangelho na Europa. Paulo passa da Ásia à Grécia. Começam a ouvir-se os nomes clássicos, de nós conhecidos pelos livros da antiga cultura grega. Esses antigos impérios estão em declínio. A sabedoria humana não chega para levar os homens ao conhecimento de Deus. Aparece agora a loucura da Cruz. E é uma mulher simples, negociante de púrpura, que escuta Paulo no meio de um grupo à beira de um rio, a primeira a quem o Senhor abre o coração à fé. Será a primeira cristã da Europa?
O Espírito Santo dará aos discípulos a compreensão profunda do mistério de Cristo, e a pregação deles a sua força e a sua verdade. Apesar disso, eles hão-de ser perseguidos. Mas a Ressurreição há-de fazer-lhes compreender o sentido dos acontecimentos da vida terrestre de Jesus, e consequentemente também o das suas próprias vidas.

Friday, May 7

Sexta-feira da Semana V da Páscoa

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3308

Reflexão
Um Novo Mandamento: a amizade de Jesus aos Seus discípulos, é forja de amor fraterno; trata-se dum novo mandamento cuja medida é o próprio Cristo; o amor fraterno, sinal externo de identificação dos Seus discípulos.
Amai-vos como Eu vos amei: é um desejo-mandato do próprio Cristo; Porquê?!... Porque nos amou primeiro; porque morreu pelos amigos, que somos todos nós; e Jesus não nos quer servos, mas amigos, filhos.
A Fraternidade como vocação e meta: amor, obediência e amizade são a expressão da comunhão de Jesus com os Seus; o amor mútuo dos Seus seguidores, tem como fruto o martírio; o amor de Deus é para todos sem discriminação; o amor principia e termina em Deus, passando pelo irmão. É um amor em estado de missão!

Wednesday, May 5

Quarta-feira da Semana V da Páscoa

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3306

Reflexão
Grande dificuldade, na Igreja primitiva, foi a passagem do Antigo ao Novo Testamento, do judaísmo para o cristianismo. A novidade do cristianismo não era facilmente aceite pelos judeus tradicionalistas. Era a consequência de se confundir o espírito com a letra. A lei de Moisés era o guia para Cristo, e não a palavra definitiva. Para encontrar uma solução para tal questão, reúne-se em Jerusalém um concílio.
A comparação entre o povo de Deus e a vinha é tradicional na Sagrada Escritura. Mas aqui é o próprio Jesus que Se apresenta como a videira, e aos seus discípulos como as varas da mesma. Tal comparação sublinha a identidade de vida, que, procedendo de Jesus, vivifica os membros da sua Igreja. Não se trata apenas de união exterior, mas de comunhão de vida que d’Ele nos vem.

Tuesday, May 4

Terça-feira da Semana V da Páscoa

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3305

Reflexão
Dou-vos a minha Paz: A paz como o conjunto dos bens messiânicos; A paz de Deus e a paz dos homens... que diferença?!; Glorificação do final de Jesus.
Os Mensageiros da Paz: O exemplo de Cristo e dos Apóstolos; A Igreja é quem envia sob o impulso do Espírito Santo; Anunciar a paz é fazer a paz; O Testemunho até ao sangue é a bagagem de todo o verdadeiro apóstolo.
Felizes os construtores da Paz: A paz de Deus nasce no coração e é fruto da comunhão com Ele; Da paz brota a unidade e a partilha com os irmãos; A paz é o dom mais precioso que Deus pode conceder aos homens! O mundo de hoje é todo ele um grito pela paz... Haja paz e nunca mais a guerra!

Friday, March 26

Sexta-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3355

Reflexão
A verdade é incómoda. Os judeus não querem aceitar que Jesus é o Filho de Deus. Por isso o repelem. A história repete-se. Os homens de hoje também julgam bastar-se a si mesmos, e julgam não precisar de Deus para nada. A Humanidade do Filho de Deus torna-o semelhante a qualquer um de nós. Por isso a dificuldade de o identificar. Só pela Fé, dom de Deus, se pode aceitar e compreender esse mistério.

Wednesday, March 24

Quarta-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3353

Reflexão
Cristo liberta-nos: pela sua Palavra que é a verdade; pela sua vida de amor e testemunho. No mundo de hoje, só os critérios do Evangelho nos levarão à verdadeira liberdade. Hoje só existe a escravatura daquele que se quer escravizar a falsos deuses, a vícios, como o álcool, a droga, o dinheiro, o egocentrismo, etc.
Sentir-se e ser filho de Deus, é realmente tornar-se livre. Quem ainda não o sentiu, que o experimente!

Tuesday, March 23

Terça-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3352

Reflexão
Na leitura evangélica, Jesus vai fazer referência ao momento em que Ele será levantado, isto é, erguido ou exaltado na Cruz. Será então que eles O hão-de reconhecer como o Enviado do Pai, fonte de salvação para quem para Ele olhar com fé. Esta palavra do Evangelho atraiu esta outra passagem em que a serpente de bronze, elevada no poste, se tornou para os filhos de Israel, mordidos pelas serpentes venenosas, sinal de cura e salvação.
Jesus é a manifestação do Pai, mas é a sua manifestação encarnada, a mais próxima do homem; mas também, por isso mesmo, é manifestação que não será entendida da mesma maneira por todos. Tudo dependerá da fé ou da falta da mesma com que os homens vão olhar para Ele. Assim, alguns chegarão a dar-Lhe a morte, a elevá-lO. A palavra tem dois sentidos, que se completam um ao outro: será elevado na cruz, quando Lhe derem a morte: será, ao mesmo tempo, esse o caminho por onde Ele será elevado, exaltado, mas agora na glória do Pai. Será esse também o grande sinal por onde todos poderão reconhecer quem Ele é e de onde veio.

Monday, March 22

Segunda-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3351

Reflexão
Jesus quis mostrar como era o coração de Deus: condena o pecado, mas absolve o pecador. Jesus devolve à mulher a vida regenerada e a sua dignidade pessoal. A Páscoa é o juízo salvador de Deus, porque é a vitória definitiva de Cristo sobre o pecado e a morte. Por isso Jesus perdoa à mulher adúltera. Por isso desmascara os seus acusadores e desmonta todos os nossos juízos.

Friday, February 12

Sexta-feira da Semana V do Tempo Comum

Liturgia da Palavra

Leitura do Livro do Génesis (Gen 3, 1-8)
A serpente era o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor tinha feito. Ela disse à mulher: «É verdade que Deus vos disse: ‘Não podeis comer fruto de nenhuma árvore do jardim’?». A mulher respondeu à serpente: «Nós podemos comer do fruto das árvores do jardim. Mas sobre o fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: ‘Não podeis comer dele nem tocar-lhe, senão morrereis’». A serpente disse então à mulher: «Não, não morrereis. Mas Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, os vossos olhos se abrirão e sereis como deuses, conhecedores do bem e do mal». A mulher reparou então que a árvore era boa para comer, agradável à vista e desejável para adquirir conhecimento. Colheu do seu fruto, comeu-o e deu-o a seu marido que estava junto dela e ele também comeu. Então abriram-se os olhos aos dois e perceberam que estavam nus. Por isso entrelaçaram folhas de figueira e cingiram-se com elas. Mas ao ouvirem os passos do Senhor Deus, que passeava no jardim pela brisa da tarde, o homem e a mulher esconderam-se do Senhor Deus entre as árvores do jardim.

Salmo 31 (32)
Refrão: Feliz o que foi absolvido do seu pecado.

Feliz daquele a quem foi perdoada a culpa
e absolvido o pecado.
Feliz o homem a quem o Senhor
não acusa de iniquidade
e em cujo espírito não há engano.

Confessei-vos o meu pecado
e não escondi a minha culpa.
Disse: Vou confessar ao Senhor a minha falta
e logo me perdoastes a culpa do pecado.

Por isso a Vós se dirige todo o fiel
no tempo da tribulação.
Quando se transbordarem as águas caudalosas,
só a ele não hão-de atingir.


Vós sois o meu refúgio, defendei-me dos perigos,
fazei que à minha volta só haja hinos de vitória.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos (Mc 7, 31-37)
Naquele tempo, Jesus deixou de novo a região de Tiro e, passando por Sidónia, veio para o mar da Galileia, atravessando o território da Decápole. Trouxeram-Lhe então um surdo que mal podia falar e suplicaram-Lhe que impusesse as mãos sobre ele. Jesus, afastando-Se com ele da multidão, meteu-lhe os dedos nos ouvidos e com saliva tocou-lhe a língua. Depois, erguendo os olhos ao Céu, suspirou e disse-lhe: «Effathá», que quer dizer «Abre-te». Imediatamente se abriram os ouvidos do homem, soltou-se-lhe a prisão da língua e começou a falar correctamente. Jesus recomendou que não contassem nada a ninguém. Mas, quanto mais lho recomendava, tanto mais intensamente eles o apregoavam. Cheios de assombro, diziam: «Tudo o que faz é admirável: faz que os surdos oiçam e que os mudos falem».

Reflexão
O primeiro acto de orgulho do homem é também o seu primeiro pecado, um atentado à soberania de Deus, uma afirmação de independência em relação ao Senhor, quando o homem é a mais bela criatura deste mundo, mas criatura. O homem tanto mais se terá realizado, quanto mais se mantiver no caminho que leva a Deus.
Jesus, ao dar vista aos cegos, ouvido aos surdos e voz aos mudos, está a dar cumprimento ao que os profetas tinham anunciado. Deste modo, ao mostrar compaixão para com os doentes e infelizes, Jesus revela-Se, ao mesmo tempo e por esse mesmo processo, o Messias, o Enviado, o Ungido de Deus. E o que se passa na ordem corporal, passa-se, ainda mais, na ordem espiritual. Quando o homem se aproxima de Jesus Cristo, Ele faz com que se possa ouvir a palavra de Deus e professar a fé que por ela nos vem. É assim que o Ritual do Baptismo o entende, quando logo depois do banho da regeneração, põe quase estas mesmas palavras na boca do ministro que baptiza.

Tuesday, February 9

Terça-feira da Semana V do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3256

Reflexão
Jesus recrimina os fariseus a quem chama hipócritas por cumprirem tradições dos homens e desprezarem as leis de Deus, apelando desta forma a uma religião autêntica, reprovando todo o formalismo estéril, em favor de uma tradição autêntica que é fonte de vida. A novidade do cristianismo é ser religião em espírito e verdade, não atada a devoções e práticas de piedade vazias de sentido, ainda que representem tradições antigas! Também aqui devemos fazer uma revisão profunda das nossas devoções e práticas quotidianas de piedade de que, muitas vezes, já lhes perdemos o sentido, o vigor, e a consciencialização. A letra e os ritos das orações têm de estar cheios de Deus!

Monday, February 8

Segunda-feira da Semana V do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3251

Reflexão
Jesus cura os doentes na perspectiva do Reino. As curas são sinais da presença do Messias e da libertação messiânica.
O gesto de tocar Jesus, não era magia, mas sim impelido pela fé, na esperança da cura. O tocar Jesus, será o sinal duma adesão mais profunda à sua mensagem.
Como integrante da Trindade, Jesus tem poder sobre a doença, sobre a vida e sobre a morte. A vida e a saúde são, portanto, dom de Deus, e os que a transmitem e a cuidam, estarão, portanto, numa colaboração directa de Deus a salvar, a libertar o homem.

Friday, May 15

Sexta-feira da Semana V da Páscoa



Reflexão
Um Novo Mandamento: a amizade de Jesus aos Seus discípulos, é forja de amor fraterno; trata-se dum novo mandamento cuja medida é o próprio Cristo; o amor fraterno, sinal externo de identificação dos Seus discípulos.
Amai-vos como Eu vos amei: é um desejo-mandato do próprio Cristo; Porquê?!... Porque nos amou primeiro; porque morreu pelos amigos, que somos todos nós; e Jesus não nos quer servos, mas amigos, filhos.
A Fraternidade como vocação e meta: amor, obediência e amizade são a expressão da comunhão de Jesus com os Seus; o amor mútuo dos Seus seguidores, tem como fruto o martírio; o amor de Deus é para todos sem discriminação; o amor principia e termina em Deus, passando pelo irmão. É um amor em estado de missão!

Monday, May 11

Segunda-feira da Semana V da Páscoa


Reflexão
Na primeira leitura, estamos no percurso da primeira viagem missionária de São Paulo, feita conjuntamente com São Barnabé, e estamos em plena Ásia Menor, a Turquia actual, e na cidade de Listra, terra de pagãos. O ponto de partida para os evangelizar foi uma cura miraculosa; mas essa evangelização não se ficou pelo extraordinário da cura, pelo milagre. A cura foi um sinal: a palavra dos Apóstolos fez a catequese a partir desse sinal. Os Apóstolos procuram anunciar-lhes o Deus verdadeiro, a partir da experiência que eles agora eram capazes de ter da acção de Deus no meio de si.
A união entre Jesus Cristo e os cristãos vai ser maior depois da sua morte do que o havia sido antes. Os cristãos mostrarão que O amam guardando os seus mandamentos, sobretudo o mandamento do amor fraterno; e o Senhor, que está agora no Pai, vai manifestar-Se-lhes na intimidade profunda do coração, na fé, na esperança e na caridade. Mas toda esta acção divina junto dos homens será fruto do Espírito Santo, o Defensor, o Paráclito, que os discípulos hão-de receber no Pentecostes.

Friday, April 3

Sexta-feira da Semana V da Quaresma


Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2912

Reflexão

A verdade é incómoda. Os judeus não querem aceitar que Jesus é o Filho de Deus. Por isso o repelem. A história repete-se. Os homens de hoje também julgam bastar-se a si mesmos, e julgam não precisar de Deus para nada. A Humanidade do Filho de Deus torna-o semelhante a qualquer um de nós. Por isso a dificuldade de o identificar. Só pela Fé, dom de Deus, se pode aceitar e compreender esse mistério.
Cada vez se apresenta mais negra a luta entre Cristo e os seus ouvintes, fechados à sua palavra, entrincheirados nas suas seguranças, mesmo religiosas. É difícil para o orgulho humano ver a glória de Deus através dos sinais tão humanos da pessoa, da vida e das acções de Jesus. Mas é este o caminho da Encarnação: Deus revela-Se e está perto dos homens na humildade de seu Filho, e prolonga esta revelação e esta presença na comunidade da fé, que é a Igreja. Mas, tudo isto, que devia ser aceite como sinal de aliança, torna-se, para quem não o sabe acolher, sinal obscuro, ocasião de escárnio e desprezo. E assim se dá a morte ao que se destinava a ser semente de vida. Acusa Jesus de blasfemo, por se fazer igual a Deus, sendo um homem. Jesus responde, primeiro referindo a Palavra de Deus, que todos aceitam e apelando para as obras realizadas que os seus adversários puderam testemunhar. Apela para as suas obras que são Palavra, confirmação da Sua identidade de enviado, de Messias e de Filho de Deus.

Thursday, April 2

Quinta-feira da Semana V da Quaresma

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2911

Reflexão
Abraão, que Jesus vai recordar no Evangelho, aparece como o homem com quem Deus faz Aliança e que se torna o pai de todo o futuro povo de Deus. Abraão é símbolo de todos os que se entregam, confiadamente, ao poder da palavra de Deus e se tornam instrumento providencial da acção de Deus entre os homens e objecto da sua divina intimidade.
Foi Deus quem Se revelou a Si mesmo e revelou a Abraão o nome novo: pai de inúmeros povos, de acordo com um projecto divino de salvação no qual era chamado a ser protagonista. Esta vocação e missão implicavam caminhar diante do Senhor em integridade de vida. Abraão e da sua posteridade seriam de Deus, e Deus seria O Deus de Abraão e da sua posteridade. Abraão responde à proposta divina com um gesto de adoração e de acção de graças que se torna escuta.
Toda a obra de Jesus é o que é e tem o valor que tem por Ele ser quem é: o Filho de Deus, imagem do Pai. Aquele que estabelece a aliança entre o Pai e os homens. Esta aliança já vem de longe: um dos seus grandes momentos foi quando Deus a fez com Abraão. Mas Jesus é maior do que Abraão e é antes dele e será depois dele. A aliança selada no sangue da sua cruz é aliança eterna, que havemos de recordar perpetuamente, como também Ele jamais a esquecerá.
Jesus afirma, com solenidade, que a sua Palavra é vida e dá a vida a quem a acolhe. Jesus vai respondendo indirectamente às perguntas provocatórias que lhe são feitas. Mas, das suas respostas, emerge a clara afirmação de que é o Filho de Deus, cuja glória procura. É Deus que o leva a falar. Só reconhecendo a Deus, que se manifesta no seu Filho feito homem, se pode ter a vida. Há uma perfeita comunhão entre o Pai e o Filho. É para ela que se encaminha a história da salvação, prometida a Abraão que, na fé, entreviu a sua realização.
Jesus diz-nos que o segredo da liberdade é a obediência à sua palavra e a saber acolhê-la na vida. Abraão é exemplo disso. Também nós somos chamados, neste tempo, a ver o dia de Jesus e a permanecer na alegria. A fé n'Ele exige um contacto pessoal com Ele, com um amor incarnado e serviço aos irmãos.

Wednesday, April 1

Quarta-feira da Semana V da Quaresma


Reflexão
Cristo liberta-nos: pela sua Palavra que é a verdade; pela sua vida de amor e testemunho. No mundo de hoje, só os critérios do Evangelho nos levarão à verdadeira liberdade. Hoje só existe a escravatura daquele que se quer escravizar a falsos deuses, a vícios, como o álcool, a droga, a prostituição, o dinheiro, o egocentrismo, etc. Sentir-se e ser filho de Deus, é realmente tornar-se livre. Quem ainda não o sentiu, que o experimente!