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Thursday, July 23

Festa litúrgica de Santa Brígida, Religiosa e Padroeira da Europa

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=46

Santa Brígida
Nasceu na Suécia em 1303; casou muito jovem e teve oito filhos que educou com esmero exemplar. Ingressou na Ordem Terceira de São Francisco e, depois da morte do marido, entregou-se a uma vida de maior ascetismo, embora sem deixar de viver no mundo. Fundou então uma Ordem religiosa e, partindo para Roma, foi exemplo de grande virtude para todos. Empreendeu peregrinações de penitência e escreveu muitas obras em que narra as suas experiências místicas. Morreu em Roma no ano 1373.

Tuesday, July 23

Festa de Santa Brígida, Religiosa e Padroeira da Europa


Santa Brígida nasceu na Suécia em 1303; casou muito jovem e teve oito filhos que educou com esmero exemplar. Ingressou na Ordem Terceira de S. Francisco e, depois da morte do marido, entregou-se a uma vida de maior ascetismo, embora sem deixar de viver no mundo. Fundou então uma Ordem religiosa e, partindo para Roma, foi exemplo de grande virtude para todos. Empreendeu peregrinações de penitência e escreveu muitas obras em que narra as suas experiências místicas. Morreu em Roma no ano 1373.

Na 1ª leitura, Paulo diz, pela Lei morri para a Lei, a fim de viver para Deus. Ele era um daqueles judeus que afirmavam que a aceitação da Lei produzia por si mesma a vinculação a Deus. Ao converter-se, irá dizer que a vida religiosa está acima do eu: Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Não é nenhuma substituição mas apenas está a expor a sua experiência religiosa.

No Evangelho diz-nos que a alegoria da videira e dos ramos garante-nos que a promessa da presença de Jesus no meio de nós está cumprida. Há que permanecer n´Ele para produzir os frutos que Deus espera de nós, permitir ao Espírito, a seiva divina, que produza em nós os seus frutos.

Monday, July 23

Santa Brígida


Nasceu em Finstad, perto de Upsala, na Suécia, em 1303, e morreu em Roma, em 1373. Foi contemporânea de Santa Catarina de Sena.
Aos 13 anos, em 1316, casou-se com o príncipe de Nreícia, Wulfom. Foram pais de oito filhos, entre eles uma santa: Catarina. Fundaram um hospital e eles próprios (Santa Brígida e seu marido), cuidavam dos doentes.
Em 1344, ficou viúva e recolheu-se num mosteiro. Em 1346, fundou um mosteiro em Vadstena. Levava vida austera, chegando a mendigar às portas das igrejas. Uns dez anos antes de morrer, fundou a Ordem de São Salvador (brigidinas), da qual, mais tarde, sua filha, Santa Catarina da Suécia, viria a ser a prioresa. Em 1372, partiu em companhia da filha, Catarina, e de dois filhos, para a Terra Santa.
Foi uma grande mística, cujas experiências de Deus, suas Revelações, publicadas em livro, são a maior prova de seu profundo amor a Jesus e da solidez de sua espiritualidade. Brígida é uma das místicas mais conhecidas nos séculos XIV e XV.
Com Santa Catarina de Sena e Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), foi proclamada por João Paulo II como patrona da Europa.

Festa de Santa Brígida, religiosa, Padroeira da Europa


Na 1ª leitura, Paulo diz, pela Lei morri para a Lei, a fim de viver para Deus. Ele era um daqueles judeus que afirmavam que a aceitação da Lei produzia por si mesma a vinculação a Deus. Ao converter-se, irá dizer que a vida religiosa está acima do eu: Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Não é nenhuma substituição mas apenas está a expor a sua experiência religiosa. Se a presença de Deus no homem fosse o resultado de um esforço puramente humano, a graça de Deus seria como que inútil. A fé é sempre um dom gratuito. A graça é mesmo gratuidade de Deus e compete-nos apenas acolhê-la e corresponder-lhe.

No Evangelho diz-nos que a alegoria da videira e dos ramos garante-nos que a promessa da presença de Jesus no meio de nós está cumprida. Há que permanecer n´Ele para produzir os frutos que Deus espera de nós, permitir ao Espírito, a seiva divina, que produza em nós os seus frutos. Por nós mesmos, não podemos produzi-los. A obra de Jesus, que culminou na sua morte, limpou-nos. A Palavra é um meio de purificação, é a comunicação de Jesus aos seus discípulos através da sua vida, da sua morte, da sua pessoa.