Reflexão
A narração do dilúvio poderá ter por origem a lembrança de determinadas inundações de especial importância de que o autor sagrado se serviu para dar um ensinamento sobre a justiça e a misericórdia de Deus, bem como sobre o pecado do homem e a salvação oferecida pelo Senhor. De facto, o dilúvio é apresentado como sinal do juízo de Deus, que condena o pecado e salva o justo. É assim que São Pedro interpreta o dilúvio como figura do baptismo (1 Pe 3, 20-21; 2 Pe 2, 5).
O Senhor adverte os seus discípulos de que devem ir além da religião formalista dos fariseus e d\as preocupações materialistas e políticas para poderem compreender, à luz da fé, os seus milagres. Há coisas mais importantes do que o pão para a boca, e valores que estão antes das cautelas diplomáticas de Herodes. A pessoa de Jesus é suficiente para inspirar toda a confiança aos seus discípulos.
Tuesday, February 16
Terça-feira da Semana VI do Tempo Comum
Monday, February 15
Segunda-feira da Semana VI do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3324
Reflexão
O pecado gera o pecado. Quem não respeita a Deus não vai respeitar o homem. E assim, o pecado dos primeiros pais começa a alastrar pelo mundo, e logo entre os seus filhos aparece o primeiro homicídio, que testemunha, desde o início, a progressão do mal.
Os fariseus aparecem, geralmente, no Evangelho, como seita de gente conservadora, incapaz de se abrir à novidade da mensagem de Jesus: por isso, sempre O espiam, O julgam e O condenam. Hoje pedem-lhe um sinal do Céu, um sinal espectacular; mas Jesus não pretende causar impressão por meio de atitudes espectaculares ou pela propaganda consumista. O que Ele quer é a fé, e esta só pode andar ligada à boa intenção e à caridade.
Friday, May 22
Sexta-feira da Semana VI da Páscoa
Reflexão
A vida que nasce traz sempre gozo e alegria. Depois do sofrimento, vem a alegria. É esta a tristeza e a alegria dos discípulos de Cristo. A morte de Cristo foi o doloroso parto duma humanidade nova!
Tudo sob a acção do Espírito Santo: Assim foi a vida de Cristo; assim é a vida da Igreja; o Baptismo é o ponto de partida, da caminhada do Espírito Santo; deixando-nos guiar por Ele, abrimo-nos a Deus e aos irmãos. Pois o serviço do Reino de Deus, é um serviço de verdade, amor e fraternidade. É um serviço pela libertação integral do homem!
Thursday, May 21
Quinta-feira da Semana VI da Páscoa
Reflexão
Jesus anuncia a sua eminente partida e o seu regresso, dizendo um até logo. Por isso a tristeza vai converter-se em júbilo. Assim é o caminho da fé: momentos de luz alternam-se com outros de sombra.
Viver na fé é viver na penumbra. Cristo caminha disfarçado entre nós. O Espírito da Verdade é também o Espírito da alegria profunda dos crentes. O Espírito do Senhor ressuscitado vive em nós, como fonte perene da alegria.
Wednesday, May 20
Quarta-feira da Semana VI da Páscoa
Reflexão
O Espírito Santo não veio revelar verdades novas, senão somente confirmar a verdade de Jesus. Ele guiará para a Verdade total no sentido quantitativo e qualitativo. Essa é a tarefa perene do Espírito na Comunidade eclesial.
A Igreja é a Comunidade do Espírito Santo. Ele acompanha-a sempre na ausência física de Jesus; recorda-lhe as suas palavras e dá testemunho d'Ele; julga as injustiças do mundo e guia os discípulos de Cristo para a Verdade total; num mundo vazio de Espírito, a Igreja é o seu espaço natural de acção entre os homens.
Tuesday, May 19
Terça-feira da Semana VI da Páscoa
Monday, May 18
Segunda-feira da Semana VI da Páscoa
Reflexão
Começamos hoje a ler nos Actos dos Apóstolos a expansão missionária do Evangelho na Europa. Paulo passa da Ásia à Grécia. Começam a ouvir-se os nomes clássicos, de nós conhecidos pelos livros da antiga cultura grega. Esses antigos impérios estão em declínio. A sabedoria humana não chega para levar os homens ao conhecimento de Deus. Aparece agora a loucura da Cruz. E é uma mulher simples, negociante de púrpura, que escuta Paulo no meio de um grupo à beira de um rio, a primeira a quem o Senhor abre o coração à fé. Será a primeira cristã da Europa?
O Espírito Santo dará aos discípulos a compreensão profunda do mistério de Cristo, e a pregação deles a sua força e a sua verdade. Apesar disso, eles hão-de ser perseguidos. Mas a Ressurreição há-de fazer-lhes compreender o sentido dos acontecimentos da vida terrestre de Jesus, e consequentemente também o das suas próprias vidas.
Friday, February 21
Sexta-feira da Semana VI do Tempo Comum
Reflexão
Quem diz ter fé há-de viver conforme a essa fé; de outra maneira nem se poderá afirmar que tem fé. Vive-se segundo o que se pensa; é por isso que é na vida que se manifesta aquilo em que se crê. A fé está na raiz das obras, e as obras são frutos da fé; por isso se diz que, se a fé não leva às obras, é sinal de que essa fé está morta. A fé e as obras são inseparáveis. Não é suficiente proclamar a fé com palavras. Para ser cristãos, não é suficiente acreditar. O verdadeiro crente, tal como Abraão, confirma nas obras aquilo que conhece. A fé sem obras é morta, é um corpo sem alma. Paulo tinha diante de si judeo-cristãos que procuravam a salvação nas obras da lei, contrapondo-lhes a salvação realizada por Cristo e acolhida na fé. Tiago sublinha a necessidade de que a fé não permaneça apenas teórica, mas se manifeste de modo activo e em obras. É muito difícil estarmos fielmente unidos a Cristo, aceitando as suas palavras, sem que as nossas obras sejam coerentes com a fé.
Procuremos guardar a fé, viver dela, dar testemunho dela e propagá-la. Uma boa concretização é levar à prática o conselho do Senhor: quem quiser salvar a própria vida há-de perdê-la.
O Evangelho apresenta algumas das condições fundamentais para seguir Jesus: arriscar a própria vida, como Jesus fez, Ele que foi até à Cruz; não colocar os interesses maiores em coisas que valem menos do que a própria vida. Quem quiser seguir Jesus não pode pretender para si o lugar central, mas há-de cedê-lo a Jesus, dando-Lhe o primado em tudo, também sobre a própria vida. Há que tomar a cruz e, seguindo os passos de Jesus, sair com Ele da cidade, rumo ao suplício. Só ganha a Vida quem estiver disposto a renunciar a si mesmo. O juízo último de Deus porá a claro os verdadeiros valores da vida. Felizes os que sabem nortear a vida pelos valores que a Boa Nova nos revela.
É agora, durante a nossa vida terrena, que somos chamados a dar testemunho de Cristo. Há que carregar a cruz e segui-lo, para que se realize em nós o seu mistério até à morte e à ressurreição pois só assim a fé nos salvará e nos fará salvadores com Ele.
Thursday, May 30
Quinta-feira da Semana VI do Tempo Pascal
Reflexão
Jesus anuncia a sua eminente partida e o seu regresso, dizendo um até logo. Por isso a tristeza vai converter-se em júbilo. Assim é o caminho da fé: momentos de luz alternam-se com outros de sombra.
Viver na fé é viver na penumbra. Cristo caminha disfarçado entre nós. O Espírito da Verdade é também o Espírito da alegria profunda dos crentes. O Espírito do Senhor ressuscitado vive em nós, como fonte perene da alegria.
Wednesday, May 29
Quarta-feira da Semana VI do Tempo Pascal
Tuesday, May 28
Terça-feira da Semana VI do Tempo Pascal
Monday, May 27
Segunda-feira da Semana VI do Tempo Pascal
Reflexão
Começamos hoje a ler nos Actos dos Apóstolos a expansão missionária do Evangelho na Europa. Paulo passa da Ásia à Grécia. Começam a ouvir-se os nomes clássicos, de nós conhecidos pelos livros da antiga cultura grega. Esses antigos impérios estão em declínio. A sabedoria humana não chega para levar os homens ao conhecimento de Deus. Aparece agora a loucura da Cruz. E é uma mulher simples, negociante de púrpura, que escuta Paulo no meio de um grupo à beira de um rio, a primeira a quem o Senhor abre o coração à fé. Será a primeira cristã da Europa?
O Espírito Santo dará aos discípulos a compreensão profunda do mistério de Cristo, e a pregação deles a sua força e a sua verdade. Apesar disso, eles hão-de ser perseguidos. Mas a Ressurreição há-de fazer-lhes compreender o sentido dos acontecimentos da vida terrestre de Jesus, e consequentemente também o das suas próprias vidas.
Thursday, February 21
Quinta-feira da Semana VI do Tempo Comum
Wednesday, February 20
Quarta-feira da Semana VI do Tempo Comum
Reflexão
Noé, o que foi salvo do dilúvio, é a personagem principal desta narração. Narrações como esta não são para se tomarem à letra; trata-se de narrativas poéticas, cujo sentido se há-de procurar através da sua linguagem simbólica. Aqui o importante é que a aliança de Deus será sempre mais forte que a desunião e a maldade dos homens. A catástrofe passa gigantesca, mas imediatamente dela nasce uma nova ordem para o mundo, marcada pelo selo da Aliança. É já uma figura antecipada do Mistério Pascal do Senhor.
Thursday, May 10
Quinta-feira da Semana VI da Páscoa
Reflexão
Jesus anuncia a sua eminente partida e o seu regresso, dizendo um até logo. Por isso a tristeza vai converter-se em júbilo. Assim é o caminho da fé: momentos de luz alternam-se com outros de sombra.
Viver na fé é viver na penumbra. Cristo caminha disfarçado entre nós. O Espírito da Verdade é também o Espírito da alegria profunda dos crentes. O Espírito do Senhor ressuscitado vive em nós, como fonte perene da alegria.
Wednesday, May 9
Quarta-feira da Semana VI da Páscoa
Tuesday, February 13
Terça-feira da Semana VI do Tempo Comum
Reflexão
Entre os judeus, o fermento era considerado como princípio de corrupção. Por isso a Páscoa era celebrada com pães ázimos, e o próprio Jesus aproveita a circunstância para chamar a atenção para o fermento dos fariseus e de Herodes.
Na Páscoa cristã, Cristo é celebrado como o fermento do homem novo, em contraposição ao fermento corrosivo dos fariseus.
A multiplicação dos pães apresenta-se como sinal de que Jesus é o Messias, apesar dos Apóstolos ainda não compreenderem o seu significado. Jesus revela ser Ele mesmo a incarnação do Reino messiânico que todos esperam.
O fermento da corrupção e da maldade, deve dar lugar aos pães ázimos da sinceridade e da verdade.
Monday, February 12
Segunda-feira da Semana VI do Tempo Comum
Friday, May 26
Sexta-feira da Semana VI da Páscoa
Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1450
Reflexão
A vida que nasce traz sempre gozo e alegria. Depois do sofrimento, vem a alegria. É esta a tristeza e a alegria dos discípulos de Cristo. A morte de Cristo foi o doloroso parto duma humanidade nova!
Tudo sob a acção do Espírito Santo: Assim foi a vida de Cristo; assim é a vida da Igreja; o Baptismo é o ponto de partida, da caminhada do Espírito Santo; deixando-nos guiar por Ele, abrimo-nos a Deus e aos irmãos. Pois o serviço do Reino de Deus, é um serviço de verdade, amor e fraternidade. É um serviço pela libertação integral do homem!
Thursday, May 25
Quinta-feira da Semana VI da Páscoa
Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1449
Reflexão
Jesus anuncia a sua eminente partida e o seu regresso, dizendo um até logo. Por isso a tristeza vai converter-se em júbilo. Assim é o caminho da fé: momentos de luz alternam-se com outros de sombra.
Viver na fé é viver na penumbra. Cristo caminha disfarçado entre nós. O Espírito da Verdade é também o Espírito da alegria profunda dos crentes. O Espírito do Senhor ressuscitado vive em nós, como fonte perene da alegria.



















