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Wednesday, November 15

Quarta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4362

Reflexão
Onde estão os outros nove? Jesus tece um hino à fé agradecida do samaritano. A lepra é um símbolo e efeito do pecado. O samaritano alcança a salvação em plenitude.
Os outros nove são um símbolo da contabilidade espiritual mercantilista, pois a salvação é sempre iniciativa de Deus. Por isso não basta pertencer sócio-religiosamente à Igreja, mas com alimentar a sua fé e em dar graças continuamente ao Senhor. A Eucaristia é uma perene acção de graças a Deus.

Tuesday, November 14

Terça-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4361

Reflexão
Os fariseus, isto é os crentes que se vangloriam dos próprios méritos, não passam de servos inúteis, aos olhos de Deus. À atitude mercantilista do próprio mérito, opõe Jesus a da amizade do serviço incondicional a Deus e aos irmãos. O autêntico discípulo de Cristo, não se serve, serve.
Para Deus não conta o sentido utilitarista da eficácia dos barómetros da nossa produtividade.
O nosso gozo e a nossa glória estão em sermos fiéis servidores do próprio Cristo. Humildes servidores, mas não inúteis.

Monday, November 8

Segunda-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3584

Reflexão
O perdão fraterno é ilimitado. Os escândalos aos mais débeis e mais simples, recebem castigos severos. Por outro lado, Jesus atribui um valor e um poder impressionante à fé. Não é um problema de quantidade, mas de qualidade.
A súplica dos apóstolos reflecte uma situação de crise. Há crises de fé religiosa e humana evidentes. Ela situa-se num contexto da experiência religiosa pessoal. A fé aprofunda-se mediante a oração, o estudo da leitura bíblica, a meditação...

Friday, November 15

Sexta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum




Reflexão
A hora será inesperada. Será uma hora menos pensada: como nos tempos de Noé; como na destruição de Sodoma e Gomorra nos tempos de Lot. O homem de hoje, imerso no materialismo mais atroz, não se dará conta de que se aproxima a hora. Deus está ausente do seu horizonte. Por isso a vinda do Filho do Homem e o Juízo consequente, serão inesperados. Por isso é preciso estar sempre preparado: o juízo de Deus está a fazer-se aqui e agora; no lugar onde cada um se encontra; o quando, o como e o onde, são secundários. O que importa é estar preparados.

Thursday, November 14

Quinta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum


Reflexão
A sabedoria é o esplendor da luz eterna. O hagiógrafo ressalta a omnipotência e omnisciência de Deus. Deus é amor e o amor necessita exprimir-se. A expressão mais exacta e o reflexo mais brilhante da Sabedoria do Pai é Jesus. Quando os judeus esperam os sinais do Reino de Deus, Jesus ensina-lhes que o Reino de Deus é interior, já está entre vós. Ante a hecatombe anunciada pelo próprio homem, Jesus diz que vivamos intensamente o presente, como garantia do futuro.

Thursday, November 15

Quinta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum


Reflexão
A sabedoria é o esplendor da luz eterna. O hagiógrafo ressalta a omnipotência e omnisciência de Deus. Deus é amor e o amor necessita exprimir-se. A expressão mais exacta e o reflexo mais brilhante da Sabedoria do Pai é Jesus. Quando os judeus esperam os sinais do Reino de Deus, Jesus ensina-lhes que o Reino de Deus é interior, já está entre vós. Ante a hecatombe anunciada pelo próprio homem, Jesus diz que vivamos intensamente o presente, como garantia do futuro.

Wednesday, November 14

Quarta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum


Reflexão
Onde estão os outros nove? Jesus tece um hino à fé agradecida do samaritano. A lepra é um símbolo e efeito do pecado. O samaritano alcança a salvação em plenitude.
Os outros nove, são um símbolo da contabilidade espiritual mercantilista, pois a salvação é sempre iniciativa de Deus. Por isso não basta pertencer sócio-religiosamente à Igreja, mas alimentar a sua fé, e dar graças continuamente ao Senhor. A Eucaristia é uma perene acção de graças a Deus.

Tuesday, November 13

Terça-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2250

Reflexão
Os fariseus, isto é os crentes que se vangloriam dos próprios méritos, não passam de servos inúteis, aos olhos de Deus. À atitude mercantilista do próprio mérito, opõe Jesus a da amizade do serviço incondicional a Deus e aos irmãos. O autêntico discípulo de Cristo, não se serve, serve. Para Deus não conta o sentido utilitarista da eficácia dos barómetros da nossa produtividade. O nosso gozo e a nossa glória estão em sermos fiéis servidores do próprio Cristo. Humildes servidores, mas não inúteis, como fazem os santos. Fizeram aquilo que deveria realmente ter sido feito. Assim todos os cristãos dignos de tal identidade!

Friday, November 17

Sexta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum


Reflexão
A hora será inesperada. Será uma hora menos pensada: como nos tempos de Noé; como na destruição de Sodoma e Gomorra nos tempos de Lot. O homem de hoje, imerso no materialismo mais atroz, não se dará conta de que se aproxima a hora. Deus está ausente do seu horizonte. Por isso a vinda do Filho do Homem e o Juízo consequente, serão inesperados. Por isso é preciso estar sempre preparado: o juízo de Deus está a fazer-se aqui e agora; no lugar onde cada um se encontra; o quando, o como e o onde, são secundários. O que importa é estar preparados.

Wednesday, November 15

Quarta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1730

Reflexão
Onde estão os outros nove? Jesus tece um hino à fé agradecida do samaritano. A lepra é um símbolo e efeito do pecado. O samaritano alcança a salvação em plenitude.
Os outros nove, são um símbolo da contabilidade espiritual mercantilista, pois a salvação é sempre iniciativa de Deus. Por isso não basta pertencer sócio-religiosamente à Igreja, mas com alimentar a sua fé, e em dar graças continuamente ao Senhor. A Eucaristia é uma perene acção de graças a Deus.

Tuesday, November 14

Terça-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1729

Reflexão
Os fariseus, isto é os crentes que se vangloriam dos próprios méritos, não passam de servos inúteis, aos olhos de Deus. À atitude mercantilista do próprio mérito, opõe Jesus a da amizade do serviço incondicional a Deus e aos irmãos. O autêntico discípulo de Cristo, não se serve, serve.
Para Deus não conta o sentido utilitarista da eficácia dos barómetros da nossa produtividade. O nosso gozo e a nossa glória estão em sermos fiéis servidores do próprio Cristo. Humildes servidores, mas não inúteis.

Monday, November 13

Segunda-feira da Semana XXXII do Tempo Comum


Reflexão
O perdão fraterno é ilimitado. Os escândalos aos mais débeis e mais simples, recebem castigos severos. Por outro lado, Jesus atribui um valor e um poder impressionante à fé. Não é um problema de quantidade, mas de qualidade.
A súplica dos apóstolos reflecte uma situação de crise. Há crises de fé religiosa e humana evidentes. Ela situa-se num contexto da experiência religiosa pessoal.
A fé aprofunda-se mediante a oração, o estudo da leitura bíblica, a meditação, etc.

Tuesday, November 8

Terça-feira da Semana XXXII do Tempo Comum



Reflexão
Os fariseus, isto é os crentes que se vangloriam dos próprios méritos, não passam de servos inúteis, aos olhos de Deus. À atitude mercantilista do próprio mérito, opõe Jesus a da amizade do serviço incondicional a Deus e aos irmãos. O autêntico discípulo de Cristo, não se serve, serve.
Para Deus não conta o sentido utilitarista da eficácia dos barómetros da nossa produtividade. O nosso gozo e a nossa glória estão em sermos fiéis servidores do próprio Cristo. Humildes servidores, mas não inúteis.

Friday, November 16

Sexta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos

Nesta pequena Carta, S. João dirigindo-se a uma Igreja em perigo no que respeitava à fé, insiste em dois pontos fundamentais: na caridade mútua, mandamento novo, mas que já vem desde o princípio e na fé na Encarnação do Filho de Deus. Oferece-nos como que uma síntese do seu evangelho, uma vez que recorda à sua comunidade o essencial para a salvação: caminhar na verdade e acreditar que Jesus é o Filho de Deus. Para o cristão não há outro caminho para chegar ao Pai senão permanecer firme na fé que recebeu desde o princípio, desde o seu baptismo. E, se o que já recebeu o baptismo, nunca chegou a tomar plena consciência dessa fé, deve procurar, uma vez adulto, tornar adulta essa fé inicial do baptismo. E se preocupa com a fidelidade dos seus destinatários, porque há muitos sedutores, que não reconhecem Jesus e pretendem levar os outros a não o reconhecerem também. É sempre possível perder o fruto do nosso trabalho, a fé que pode transformar a nossa vida.
 
No Evangelho, continua o discurso apocalíptico sobre a vinda do Filho do homem, que é preciso esperar na austeridade, na vigilância e na fé. Jesus quer ensinar aos discípulos a verdadeira esperança e para que não se torne utópica e não crie ilusões fáceis, une-a à fé. A fé une-nos, desde já, ao Senhor e à sua morte e ressurreição. Com exemplos da história antiga do povo de Deus (Noé e Lot), Jesus previne os seus discípulos para que se mantenham sempre na expectativa da vinda do reino de Deus, prontos a reconhecê-lo, prontos para ser introduzidos na alegria eterna e na comunhão com Ele. As ocupações e cuidados da vida presente podem não deixar tempo para viver na expectativa dessa vinda do Senhor, mas ela é certa e será para todos os homens.
A nossa preparação para a vida eterna exige igualmente de nós uma vida de entrega: E agora vou fazer-te um pedido: tenhamos amor uns aos outros. A caridade inspira-nos uma vida de entrega: Quem procurar preservar a sua vida... Imitemos também Jesus, procurando viver melhor a nossa participação na Missa: de forma consciente, activa e piedosa e encontraremos diariamente muitas oportunidades de viver este amor ao nosso próximo.

Thursday, November 15

Quinta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
 
Na mais breve das suas epístolas, S. Paulo intercede, junto do seu discípulo Filémon, pelo escravo Onésimo, que lhe tinha fugido e estava numa situação delicada. Aqui se entremeiam os costumes ainda em uso, relacionados com a escravatura e as novas perspectivas cristãs, em que até os escravos passam a ser irmãos. Paulo tenta que Filémon não aplique a justiça, mas actue de acordo com a sua fé cristã, usando a caridade evangélica.
O apóstolo realça dois valores: a caridade, que é a fonte do agir moral e a base das suas relações sociais, a meta suprema a atingir. O outro valor é a liberdade oferecida por Cristo que ninguém deve negar ou limitar aos outros, dá a Paulo audácia para fazer o seu pedido e deve inspirar a Filémon um comportamento consequente em relação a Onésimo. Caridade e liberdade, juntas em vista da verdade, podem transformar as relações sociais, para além de qualquer conveniência pessoal ou interesse colectivo. No reino de Deus, na comunidade cristã todos somos igualmente filhos de Deus.
 
A grande questão para os Judeus do tempo de Jesus era saberem quando chegaria o reino de Deus. Mas o reino está em Jesus; reconhecê-l’O na fé e aceitar n’Ele esse reino é entrar desde já nesse reino. A fé, e não qualquer acontecimento espectacular, é que introduzirá os homens no reino de Deus, que já está presente no meio deles desde que o Verbo de Deus encarnou e habitou entre nós. Como verdadeiro mestre, alerta-nos para possíveis desvios e indica o caminho que devemos seguir, dá-nos uma pista autêntica e segura: desde agora, o Reino de Deus está no meio de vós ou dentro de nós.
Jesus fala do desejo do crente em ver um dos dias do Filho do Homem, que todos havemos de sentir e que Ele quer satisfazer; afirma a necessidade de ter de sofrer muito e ser rejeitado. Quem aceitar ir com Ele até Jerusalém e partilhar a sua Páscoa, prepara-se para ir ao encontro final com o Salvador.
O reino de Deus está na Eucaristia. A Comunhão é uma antecipação da glória do Céu. A Liturgia é uma participação da Jerusalém celeste, para a qual nos dirigimos como peregrinos e onde Cristo está sentado à direita do Pai.

Wednesday, November 14

Quarta-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
 
O Evangelho de hoje apresenta-nos um grupo de 10 leprosos que se encontram com Jesus no caminho para Jerusalém. O leproso pertencia ao grupo daqueles que eram marginalizados no tempo de Jesus. Segundo a lei judaica fundamentada no livro do Levítico, o leproso era um impuro, alguém com pecados gravíssimos que sofreu um grande castigo de Deus devido a esses pecados. Não podia aproximar-se das cidades e deveria viver em lugares desertos para não contaminar os outros. Somente em caso de cura, deveria apresentar-se diante dum sacerdote para que confirmasse e lhe desse o direito de reintegrar a comunidade e participar nas celebrações. A lepra simboliza a condição de todos nós, pecadores, daqueles que vivem separados de Deus e dos irmãos, sobre quem Deus derrama a sua bondade, o seu amor e o seu perdão.
Estes leprosos do Evangelho representam também cada um de nós porque quando na vida tudo nos corre bem, muitas vezes acabamos por esquecer Deus. Convencemo-nos que tudo o que fazemos, deve-se somente ao nosso esforço, ao nosso trabalho, às nossas qualidades e capacidades. Quando ultrapassamos as dificuldades, esquecemo-nos de agradecer, de dizer obrigado.
 
Se hoje somos cristãos e conhecemos, melhor do que os que o não são, os caminhos de Deus, isso não é mérito nosso, mas graça do Senhor, dom gratuito e inesperado de Deus. Reconhecê-lo é caminho para fazer nascer no nosso coração a acção de graças e o novo estímulo à fidelidade para com Ele. Deste modo, os cristãos devem ser os primeiros a integrar-se na ordem pública, a obedecer às autoridades e às leis e a serem bondosos para com todos. Uma vez cristãos, hão-de abandonar costumes e sentimentos próprios de pagãos.
É um alerta para nós para que possamos dar o nosso contributo para agir no mundo, para fazer a nossa quota parte, para tal como Paulo diz para sermos capazes de manifestarmos publicamente a nossa fé bem como uma boa integração na vida pública e activa.

Tuesday, November 13

Terça-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Leituras e reflexão no Portal dos Dehonianos
 
S. Paulo desce a orientações concretas relativas à formação das pessoas de idade avançada e dos jovens de ambos os sexos, bem como ao próprio ensino ministrado por Tito, tudo na expectativa do Senhor que vem, e que há-de ser aguardado na esperança. Para que a mensagem de Cristo ressuscitado ultrapasse os limites da comunidade, é preciso que todos se empenhem no testemunho. Recomenda aos anciãos e anciãs a sobriedade, um estilo de vida digno, perseverança na fé, generosidade no amor fraterno. Assim se podem tornar modelo para os jovens e para as famílias. Aos jovens, o Apóstolo dirige palavras muito exigentes, mas cheias de luz e de graça: devem dar o bom exemplo aos da sua idade, por meio do exemplo das boas obras e pelo respeito recíproco e pela palavra sã e irrepreensível. A motivação teológica para todos estes comportamentos ou programa de vida é o evento salvífico de Jesus Cristo, isto é, o seu mistério de vida, morte e ressurreição.
 
Jesus, depois de ter falado da fé, dirige-se aos apóstolos e, por meio da parábola do servo, recomenda-lhes que se façam servos de todos. O que Lhe interessa realmente é o que pensam e pretendem fazer os apóstolos, quando se põem ao seu serviço e ao serviço da sua causa. Deus não precisa de nós, nem das nossas ajudas; mas quer colaboradores em total sintonia com o seu projecto de salvação. O que Jesus quer que os apóstolos interiorizem é a atitude que, Ele mesmo demonstrará, o Seu serviço a Deus.
Os que já estão na casa de Deus, os justos, são os servos inúteis: os que fizeram apenas o que deveriam fazer, procurando cumprir os seus deveres quotidianos para com Deus e com o próximo; que procuraram oferecer a Deus tudo o que fizeram; que sofreram e ofereceram muitos sacrifícios…
Para alcançarmos a vida eterna é este comportamento que nos pede o Senhor: fazer aquilo que deveríamos fazer. É nisto que consiste a santidade: fazer o que se deve e estar no que se faz.

Monday, November 12

Segunda-feira da Semana XXXII do Tempo Comum

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
 
Tito foi colocado à frente da Igreja da ilha de Creta, no Mar Mediterrâneo, para acabar de organizar a vida dessa comunidade recente. É ele o destinatário desta pequena carta que hoje começamos a ler. É admirável a longa frase que acompanha, logo de princípio, a dedicatória, e que é uma verdadeira acção de graças a Deus pelo plano de salvação que Ele tem sobre o mundo.
S. Paulo assinala algumas virtudes para quem quer ajudar o próximo: deve ser irrepreensível, não pode ser arrogante, nem colérico… Deve ser hospitaleiro, amigo do bem, ponderado, justo piedoso, puro, aplicado à fiel exposição do ensino tradicional.
 
O Evangelho é constituído por uma série de pensamentos sobre a vida da comunidade dos cristãos, que há-de ser vivida segundo o espírito de Jesus: evitar o escândalo, perdoar as injúrias, viver da fé, precisamente o contrário do espírito do mundo em que reina o pecado e a divisão.
No caminho para a vida eterna, somos responsáveis pela felicidade dos outros, ajudando-os, por exemplo, a corrigir os seus defeitos; perdoando sem medida.

Sunday, November 6

Domingo XXXII do Tempo Comum


A liturgia do 32º Domingo do Tempo Comum convida-nos à vigilância. Recorda-nos que a segunda vinda do Senhor Jesus está no horizonte final da história humana; devemos, portanto, caminhar pela vida sempre atentos ao Senhor que vem e com o coração preparado para o acolher.
Na segunda leitura, Paulo garante aos cristãos de Tessalónica que Cristo virá de novo para concluir a história humana e para inaugurar a realidade do mundo definitivo; todo aquele que tiver aderido a Jesus e se tiver identificado com Ele irá ao encontro do Senhor e permanecerá com Ele para sempre.
O Evangelho lembra-nos que “estar preparado” para acolher o Senhor que vem significa viver dia a dia na fidelidade aos ensinamentos de Jesus e comprometidos com os valores do Reino. Com o exemplo das cinco jovens “insensatas” que não levaram azeite suficiente para manter as suas lâmpadas acesas enquanto esperavam a chegada do noivo, avisa-nos que só os valores do Evangelho nos asseguram a participação no banquete do Reino.
A primeira leitura apresenta-nos a “sabedoria”, dom gratuito e incondicional de Deus para o homem. É um caso paradigmático da forma como Deus se preocupa com a felicidade do homem e põe à disposição dos seus filhos a fonte de onde jorra a vida definitiva. Ao homem resta estar atento, vigilante e disponível para acolher, em cada instante, a vida e a salvação que Deus lhe oferece.