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Wednesday, August 28

Memória de Santo Agostinho, bispo e doutor da Igreja

Santo Agostinho
Santo Agostinho nasceu em Tagaste, na atual Argélia, no ano 354. A sua mãe, Santa Mónica, educou-o cristãmente. As suas qualidades intelectuais depressa se revelaram, apontando para um futuro brilhante como mestre de retórica. Apesar de tudo, enveredou por uma vida dissoluta. Mas não se apagou nele a sede nem a ânsia da verdade. Leu o Hortênsio, de Cícero, e a Sagrada Escritura. Não se entusiasmou e acabou por aderir ao racionalismo e ao materialismo dos Maniqueus. Rumando à Itália, conheceu o bispo Santo Ambrósio de Milão. Reviu as suas posições acerca da Igreja Católica, voltou a ler a Bíblia e abriu-se definitivamente à luz e à riqueza de Cristo. Batizado em 387, regressou a África e fundou a sua primeira comunidade monástica em Tagaste, organizando-a segundo o modelo das comunidades de que nos falam os Atos dos Apóstolos. Em 391 foi ordenado sacerdote pelo bispo Valério, a quem sucedeu no governo da diocese de Hipona, no ano 395. Transferiu a sua comunidade para a casa episcopal, e dedicou-se ao ministério da Palavra e à defesa da fé. Escreveu mais de duzentos livros, e quase um milhar de sermões e cartas. Morreu a 28 de agosto de 430.


Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4700

Reflexão
O boato da proximidade do fim do mundo tinha levado os cristãos de Tessalónica à inactividade. São Paulo diz-lhes que se entreguem antes ao trabalho para merecerem o pão do seu sustento, como ele próprio sempre tem feito
Os ouvintes de Jesus mostram-se generosos para com a memória dos profetas, a quem seus antepassados mataram e a quem eles agora restauram os sepulcros. Mas, no fundo, tomam a respeito de Jesus atitudes idênticas às que os seus antepassados tomaram para com esses profetas. Todas estas atitudes são sinais de cegueira de espírito por orgulho e espírito de contradição.

Tuesday, October 15

Memória litúrgica de Santa Teresa de Jesus

Santa Teresa de Jesus, Virgem e Doutora da Igreja
Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, Espanha, no ano de 1515. Entrou no Carmelo da Incarnação em 1535. Depois de um longo período de tibieza, começou a sua "conversão", com uma intensa vida mística em contato com Cristo, que a levou ao forte desejo de servir a Igreja do seu tempo, dilacerada pela Reforma protestante. Em 1562, fundou o Carmelo de S. José, em Ávila, onde deu início à reforma da Ordem. Seguiram-se diversas fundações de conventos reformados em Castela e na Andaluzia. A reforma estendeu-se também aos conventos carmelitas masculinos, graças à colaboração de S. João da Cruz, seu diretor espiritual, a partir de 1567. No leito de morte declarou-se feliz por morrer "filha da Igreja". Faleceu a 4 de Outubro de 1582. Foi canonizada por Gregório XV, em 1623, e declarada Doutora da Igreja por Paulo VI, em 1970.


Reflexão
Jesus não suporta a hipocrisia. Por isso, não se submete à prática pseudo-religiosa das abluções rituais, ditadas pelas tradições rabínicas. Jesus acusa-os de hipócritas, avarentos e intemperantes, fazendo-lhes ver a necessidade da conversão interior.
Os ritos têm a sua importância, mas não podem ser absolutizados. As atitudes pessoais do crente, são o fundamento da comunhão do homem com Deus. A nova lei do crente é o mesmo Jesus em Pessoa. Ele é nova e única mediação libertadora.

Tuesday, October 16

Memória litúrgica de Santa Margarida Maria Alacoque

Santa Margarida Maria Alacoque, Virgem
Nasceu em Autún, França, no ano de 1647. Entrou no mosteiro da Visitação, em Paray-le-Monial, quando tinha 27 anos de idade. Na capela desse mosteiro teve revelações do Sagrado Coração de Jesus, recebendo a missão de divulgar a devoção ao mesmo Sagrado Coração, com o apoio e a ajuda de São Cláudio de La Colombière. Faleceu em 1690, sendo canonizada por Bento XV, em 1920. Santa Margarida Maria é um dos padroeiros da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus, Dehonianos.


Reflexão
Jesus não suporta a hipocrisia. Por isso, não se submete à prática pseudo-religiosa das abluções rituais, ditadas pelas tradições rabínicas. Jesus acusa-os de hipócritas, avarentos e intemperantes, fazendo-lhes ver a necessidade da conversão interior. Os ritos têm a sua importância, mas não podem ser absolutizados, de forma alguma. São meios, instrumentos de espiritualidade, mas nunca fins em si mesmos. Importa que o interior esteja limpo de rapina e maldade, para justificar o exterior das abluções. As atitudes pessoais do crente, são o fundamento da comunhão do homem com Deus. A nova lei do crente é o mesmo Jesus em Pessoa. Ele é nova e única mediação libertadora.