São Martinho de Tours, Bispo
Memória de São Martinho, bispo, no dia do seu sepultamento. Nascido de pais gentios na Panónia, no território da hodierna Hungria, e chamado ao serviço militar na Gália, quando era ainda catecúmeno, cobriu com o seu manto a Cristo na pessoa de um pobre. Depois de receber o Baptismo, renunciou à carreira militar, fundou um mosteiro em Ligugé, onde levou vida monástica sob a direcção de Santo Hilário de Poitiers. Depois, ordenado sacerdote e, mais tarde, eleito bispo de Tours, teve sempre em vista o exemplo do bom pastor, fundando em várias localidades outros mosteiros e paróquias, dedicando-se à formação e reconciliação do clero e à evangelização dos rurais, até que, em Candes, foi ao encontro do Senhor.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3587
Reflexão
A sabedoria é o esplendor da luz eterna. O hagiógrafo ressalta a omnipotência e omnisciência de Deus. Deus é amor e o amor necessita exprimir-se. A expressão mais exacta e o reflexo mais brilhante da Sabedoria do Pai é Jesus. Quando os judeus esperam os sinais do Reino de Deus, Jesus ensina-lhes que o Reino de Deus é interior, já está entre vós. Ante a hecatombe anunciada pelo próprio homem, Jesus diz que vivamos intensamente o presente, como garantia do futuro.
Thursday, November 11
Memória Litúrgica de São Martinho
Wednesday, November 11
Memória litúrgica de São Martinho
São Martinho de Tours
São Martinho nasceu no ano de 316, na Sabária da Panónia (Hungria). Seu pai era oficial do Exército Romano. Aos 12 anos, contrariando a vontade dos pais, tornou-se cristão. Entretanto, o pai contrapôs-se terminantemente a essa decisão do filho, alistando-o no Exército Romano. Aconteceu, nessa época, o famoso episódio da manta de guarda imperial: ao ver um mendigo tiritando de frio, corta ao meio a sua manta e oferece-lhe uma parte. À noite sonhou e viu Jesus envolto naquele pedaço de manta, dizendo: Martinho, ainda não baptizado, deu-me este vestuário.
Abandonou, então, o Exército e fez-se baptizar por Santo Hilário de Poitiers. Entregou-se à vida de eremíta, fundando um mosteiro em Ligugé, França, onde vivia sob a orientação de Santo Hilário. Ordenado sacerdote, foi mais tarde aclamado bispo de Tours (371). Tornou-se um grande evangelizador da França, verdadeiramente pastor, fundando mosteiros, instruindo o clero, defendendo a causa dos oprimidos e deserdados deste mundo. Morreu no ano de 397.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3135
Reflexão
Onde estão os outros nove? Jesus tece um hino à fé agradecida do samaritano. A lepra é um símbolo e efeito do pecado. O samaritano alcança a salvação em plenitude.
Os outros nove são um símbolo da contabilidade espiritual mercantilista, pois a salvação é sempre iniciativa de Deus. Por isso não basta pertencer sócio-religiosamente à Igreja, mas alimentar a sua fé, e dar graças continuamente ao Senhor. A Eucaristia é uma perene acção de graças a Deus.


