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Wednesday, February 10

Memória litúrgica de Santa Escolástica

Santa Escolástica
Escolástica, irmã gémea de São Bento, nasceu em Núrsia (Úmbria), região do centro de Itália por volta do ano 480 onde perdeu a sua mãe no parto. Consagrou-se a Deus desde a infância e, como tinha com o seu irmão a mesma comunhão em Deus, seguiu-o para Montecassino, na Campânia, região da Itália. Fundou as irmãs beneditinas, ligadas à regra de São Bento. Uma vez por ano, encontrava-se com o seu irmão para passar todo o dia nos louvores divinos e em santos colóquios. Morreu em Montecassino, aproximadamente em 547.

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3252

Reflexão
Na primeira leitura, apresenta-se a criação do homem, sem referência à criação do mundo. É uma narrativa de origem diferente da lida no dia anterior. Deus é representado como o oleiro que modela o barro e depois lhe dá a vida. O homem deve agora reconhecer Deus como sua origem, seu Criador. O fruto proibido é outra maneira poética de apresentar a soberania de Deus e a faculdade de decisão de que o homem deve usar para se conduzir, reconhecendo a sua situação em relação a Deus.
A fonte de todo o bem ou de todo o mal que o homem vier a praticar está no seu coração. Com as palavras que hoje ouvimos proclamar quer o Senhor fazer-nos compreender que é a atitude do coração que dá o verdadeiro sentido a todas as acções dos homens. Por isso, é o coração que deve ser purificado. O coração é o que há de mais astucioso e perverso; mas Deus é maior do que o nosso coração.

Monday, February 11

Segunda-feira da Semana V do Tempo Comum


Reflexão
Começamos hoje a ler, em leitura semi-contínua, o primeiro livro da Bíblia, chamado Génesis, que quer dizer Origens. De uma forma poética, toda imaginativa, o autor apresenta a criação inteira saindo das mãos de Deus. À medida que o tempo caminha nós vamos captando o sentido último da criação, desde a criatura mais simples até ao mais alto grau da vida, que só em Jesus Cristo se alcança, porque Ele é o próprio Deus encarnado numa criatura, é o novo Adão, é o Primeiro e o Último, como se lê no Apocalipse.
De novo, Jesus Se revela como a fonte da vida: todos os que O tocam são curados. Mas não é o gesto, em si mesmo, de O tocar materialmente que os aproxima de Jesus, mas a fé que lhes move o coração e lhes faz ver para além daquilo aonde os olhos podem chegar. Os milagres de Jesus vêm sempre remediar situações deficientes do homem. Assim, Jesus vai anunciando desde já, pelos sinais que vai realizando, a sua Páscoa, que levará a cabo a nova criação.