Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3543
Reflexão
Cristo faz-nos hoje esta pergunta, pessoalmente a cada um de nós. Quem é Ele, finalmente para nós. A resposta exige um conhecimento íntimo a partir da fé. A pessoa e a figura de Jesus é única e unicamente captável em profundidade, pela fé viva. Da resposta dependerá, evidentemente a vida cristã de cada um de nós!
Friday, September 24
Sexta-feira da Semana XXV do Tempo Comum
Wednesday, September 22
Quarta-feira da Semana XXV do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3541
Reflexão
Evangelizar é a vocação própria da Igreja, e de todo o cristão. Toda a comunidade eclesial é, portanto missionária, sobretudo pela presença a pelo testemunho.
Jesus estabeleceu os condicionalismos do envio: um total desprendimento das coisas supérfluas. O envio é actual, mas faltam vocações. É indispensável suscitá-las, e, sobretudo uma disponibilidade total ao serviço do Reino.
Aos que pretendem acurralar a igreja na sacristia, Jesus responde com a acção milagrosa em favor dos corpos: curar todas as doenças. A evangelização deve ter em conta o homem todo, integral.
Tuesday, September 21
Pensamento do dia: 21-09-2021
Para evocar emoções positivas na sua rotina, saboreie cada momento, seja grato pelas coisas boas, cultive o bom-humor e valorize as pequenas alegrias do dia. (Flora Victoria)
Festa Litúrgica de São Mateus, Apóstolo
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=609
Reflexão
Nasceu em Cafarnaum, e exercia a profissão de cobrador de impostos quando Jesus o chamou. Escreveu o Evangelho em língua hebraica e, segundo uma tradição, pregou no Oriente.
O cobrador de impostos ao povo judeu para pagar aos romanos, era uma profissão muito mal conceituada. Mas também para esses veio o Reino de Deus. Jesus chama radical e incondicionalmente: Segue-me. A misericórdia de Jesus manifesta-se a todos, mesmo aos desprezados, como Mateus.
A gratidão é indispensável perante os gestos do amor de Deus, por isso Mateus recebe-o em sua casa.
São Paulo chama a atenção para os perigos de divisão, mesmo entre os cristãos, agravado pelos falsos carismas e erros doutrinais. Esclarece que, na diversidade de membros e funções existe unidade orgânica na Igreja, santificada pela vida, à medida de Cristo.
Monday, September 20
Memória Litúrgica dos Santos André Kim e Companheiros, mártires
Santos André Kim Taegon, Paulo Chang Hasang e Companheiros, mártires
No início do século XVII, por iniciativa de alguns leigos, entrou pela primeira vez a fé cristã na Coreia. Assim se formou uma comunidade forte e fervorosa, sem pastores, quase só conduzida por leigos, até ao ano 1836, durante o qual chegaram os primeiros missionários, vindos de França, que entraram furtivamente na região. Nas perseguições dos anos 1839, 1846 e 1866, surgiram desta comunidade 103 santos mártires, entre os quais se distinguem o primeiro presbítero e ardente pastor de almas André Kim Taegon e o insigne apóstolo leigo Paulo Chong Hasang. Os outros são quase todos leigos, homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças, que, suportando o martírio, consagraram com o seu glorioso sangue os florescentes primórdios da Igreja coreana.
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Reflexão
Cristo é a luz destinada a iluminar os ínvios caminhos do mundo. Entretanto a sua Pessoa e mensagem passam por uma etapa de penumbra, até à manifestação plena. Também o seu discípulo deverá estar consciente de que ele também é luz. Mistério que não é privilégio de minoria de superdotados, pois está ao alcance de todos. Os membros do novo Povo de Deus. Os seus discípulos na fé e nas obras, herdaram de Cristo a sublime missão de ser luz para o mundo!
Wednesday, September 8
Pensamento do dia: 08-09-2021
Maria é a escada celeste pela qual Deus desceu à terra e os homens sobem a Deus. (São Fulgêncio)
Festa liturgica da Natividade de Nossa Senhora
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Reflexão
A Igreja celebra neste dia a festa da Natividade da Virgem Santa Maria, da descendência de Abraão, nascida da tribo de Judá, da linhagem régia de David, da qual nasceu o Filho de Deus, feito homem por virtude do Espírito Santo, para libertar os homens do pecado. Esta festa, de origem oriental, foi introduzida pelo papa Sérgio I (século VII). Aurora que precede o Sol de justiça, Maria preanuncia a todo o mundo a alegria do Salvador.
Tuesday, September 7
Terça-feira da Semana XXIII do Tempo Comum
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Reflexão
A escolha dos doze Apóstolos como alicerce da sua Igreja tem relação íntima com as doze tribos do povo de Deus, Israel.
Curioso o facto desta decisão importante ser tomada após uma noite de oração. Depois desce à planície e continua o seu ministério apostólico.
O título de apóstolo, que não foi exclusivo dos doze, é hoje atribuído a todo o cristão, na medida em que serve a missão evangelizadora da Igreja dos nossos dias.
Friday, September 3
Memória litúrgica de São Gregório Magno
São Gregório Magno, papa e doutor da Igreja
Gregório Magno nasceu em Roma, por volta do ano 540. Tendo seguido a carreira política, chegou a ser nomeado prefeito da Urbe. Abraçou depois a vida monástica, foi ordenado diácono e desempenhou o cargo de legado pontifício em Constantinopla. No dia 3 de setembro do ano 590 foi elevado à cátedra de Pedro, cargo que exerceu como verdadeiro bom pastor no governo da Igreja, no cuidado dos pobres, na propagação e consolidação da fé. Autor e legislador no campo da liturgia e do canto sacro, elaborou um sacramentário que tem o seu nome e constitui o núcleo fundamental do Missal Romano. Deixou escritos de carácter pastoral, moral, homilético e espiritual, que formaram inteiras gerações cristãs, especialmente na Idade Média. Morreu a 12 de março do ano 604.
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Reflexão
Jesus afirma a novidade radical do Evangelho face às velhas instituições mosaicas. A questão do jejum aflora já a discórdia entre a jovem Igreja e a velha sinagoga. Jesus serve-Se da imagem esponsal desenvolvida pelos profetas, para Se proclamar o Esposo das novas Bodas de Deus. As imagens do vinho novo e odres novos, manifestam a vida nova do Evangelho do Reino. Trata-se, pois dum novo culto, um novo estilo uma nova vida.
A lei deve estar ao serviço da pessoa humana, e da vida, assim como as estruturas sociais que deverão ser constantemente renovadas.
Thursday, September 2
Quinta-feira da Semana XXII do Tempo Comum
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Reflexão
Os pescadores assombraram-se ante o poder de Jesus. Deixaram tudo e seguiram-no. Já não interessava pescar mais naquelas águas. Agora seriam pescadores de homens. Jesus assim o dissera. A vocação exige, portanto, uma resposta incondicional e confiante do homem. O deixar tudo é radical. Para levar a Boa Nova até aos confins de mundo. Jesus chamou e confiou uma missão específica. Trocar de barca, de redes, de águas, de lago. A massa ingente da multidão humana, é agora o objectivo de Pedro e seus companheiros. Assim o ordenou Jesus. Tal como a todos os que nele crêem, e recebem o Baptismo.
Wednesday, September 1
Quarta-feira da Semana XXII do Tempo Comum
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Reflexão
Jesus aparece como o Messias de Deus fazendo muitos milagres. Segundo os sinópticos somariam 30. São João refere outros cinco, para um total de 35. Muitos mais, porém, fez Jesus sempre em libertação do seu povo. Hoje narra-se a cura da sogra de Simão. Também este faz parte da libertação messiânica trazida por Jesus à humanidade. Ele continua a curar hoje, com o seu poder, como adequado meio e testemunho evidente do anúncio da sua Boa Nova às nações.
Thursday, July 29
Festa liturgica de Santas Marta e Maria e São Lázaro, hospedeiros do Senhor
Santa Marta era irmã de Maria e de Lázaro, residia em Betânia nas proximidades de Jerusalém. Jesus era seu amigo e de seus irmãos e frequentava a sua casa. Quando recebia o Senhor em sua casa de Betânia, servia-O com grande diligência e com suas orações obteve a ressurreição de seu irmão. Primogénita e dona de casa, Marta representa a vida activa e a irmã Maria simboliza a contemplativa. Em várias lendas, Marta, juntamente com Maria e Lázaro, aparecem como missionários no sul da França.
Os irmãos de Betânia mantinham uma grande amizade com o Senhor, que ali procurava descansar e se sentia bem acompanhado. Marta oferecia-lhe a hospitalidade e pediu-lhe pela ressurreição do irmão Lázaro e conseguiu-o. Foi o episódio mais marcante dessa amizade: sabedor da morte do amigo, Jesus comove-se e chora, demonstrando a afeição e a dor que sentia. Inteiramente homem, sofre pela perda; inteiramente Deus, ressuscita o amigo para manifestar, assim, a glória do Pai.
Imitemos a hospitalidade de Marta, acolhendo bem o Senhor e as pessoas amigas; imitemos a sua oração, pedindo a resolução dos problemas de amigos e conhecidos. O Senhor há-de escutar-nos, porque foi Ele que nos amou e enviou o seu Filho pelos nossos pecados.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3495
Reflexão
Na hora da dor e sofrimento pela morte do irmão, Marta lamenta a ausência de Jesus, mostrando-se convencida de que não teria morrido se Ele estivesse presente. Jesus afiança que Lázaro vai ressuscitar, porque de facto, Ele, Jesus, é a Ressurreição e a Vida. Exige apenas fé. Pois todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá para sempre. Marta proclama então a sua fé. Acredita e espera. Às palavras de Jesus, Lázaro ressuscita.
Wednesday, July 28
Quarta-feira da Semana XVII do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3495
Reflexão
À falta de bancos e caixas fortes o dinheiro e as jóias eram escondidas debaixo da terra. Jesus acentua grande alegria pelo encontro desses tesouros, em função do descobrimento do Reino. Jesus acentua a enorme alegria pelo seu encontro. Os santos tudo sacrificam pelo seguimento do reino. Todos buscam um tesouro fabuloso. Mas primeiro está o Reino de Deus. A felicidade não está em ter, gastar, amontoar e consumir... mas certamente em partilhar o afecto, o dinheiro e o tempo com os outros.
Thursday, July 22
Festa litúrgica de Santa Maria Madalena
Reflexão
Maria Madalena é uma personagem feminina do Novo Testamento, natural de Magdala e foi uma das mulheres que acompanhou Jesus e que a libertou de sete demónios. Assistiu à crucifixão e à deposição de Cristo e mereceu ser a primeira a ver o Redentor ressuscitado de entre os mortos na madrugada do dia de Páscoa. O seu culto difundiu-se na Igreja a partir do século XII.
O livro do Cântico dos Cânticos, não só consagra o amor entre o homem e a mulher, mas é a expressão simbólica do amor de Deus pelo seu povo. Também aquele e aquela que têm sede de Deus experimentam longas noites de silêncio, de incompreensível ausência e reacende-se o desejo de Deus, mais ardente. É preciso perseverar na ânsia de encontrar a Deus, pedir ajuda e conselho a quem possa ajudar a encontrá-lo, sabendo que Ele é maior do que os nossos desejos e do que aqueles que nos ajudam a procurá-lo. Se não desistirmos de O procurar, Ele aparecerá quando e onde menos O esperarmos.
Maria de Magdala, com o seu ardente amor por Jesus, fiel, reverente, um amor que não sabe e não quer estar longe d’Aquele que ama e que O procura mesmo depois da morte. Ela é símbolo da Igreja/Esposa e de toda a alma que procura a Cristo. O Senhor Ressuscitado deixa-se encontrar por quem O procura, mas só O reconheceremos quando Ele nos chamar pelo nome. O encontro encher-nos-á de alegria e far-nos-á viver uma vida nova transfigurada pelo Senhor. Os nossos esforços são precisos, mas não são suficientes para encontrar Jesus. A fé é um dom, uma graça e há que procurar persistentemente na oração. Ao encontra-Lo poderemos dizer Vi o Senhor! e dar testemunho d’Ele como Madalena. Quem conheceu a longa noite da espera tornou-se testemunha eficaz da Ressurreição do Senhor. Peçamos, por intercessão de Santa Maria Madalena, a graça de reconhecer a presença de Cristo Ressuscitado nos momentos mais dolorosos da nossa vida. Que a nossa tristeza se converta em alegria e que o Senhor nos dê coragem para comunicar aos outros a alegria de acreditar.
Wednesday, July 21
Quarta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/tempo-comum-anos-impares-xvi-semana-quarta-feira0
Reflexão
Depois da passagem do Mar Vermelho, começa a travessia do deserto. Ela vai ser um tempo de grande provação, em que estão sempre em contraste, por um lado, a falta de fé e os pecados do povo, e, por outro, a misericórdia e o poder de Deus. O povo murmura por se julgar condenado a morrer de fome; mas logo Moisés intercede junto de Deus e Ele envia-lhes o pão do céu, o maná, como a nós hoje a Eucaristia, o verdadeiro Pão do Céu.
Começamos hoje a ler a passagem do Evangelho de São Mateus consagrada às parábolas, ou seja, a uma catequese feita a partir da contemplação da natureza e dos trabalhos em que os homens se ocupam. Ouvimos hoje a parábola do semeador, como que a preparar o terreno para a boa colheita da sementeira que o próprio Senhor vai fazer. A vitalidade está na semente, mas é preciso que o terreno onde ela vai ser semeada esteja preparado.
Jesus deixa as sinagogas e passa a ensinar ao ar livre e de forma itinerante, mostrando que toda a conjuntura serve para o anúncio do Reino. Hoje é a bordo dum pequeno barco. A parábola do semeador é uma das quatro de contraste: uma pequena semente, ao princípio, mas um êxito rotundo, no final. Assim é o final do ministério apostólico de Jesus, ao serviço do Reino.
Tuesday, July 20
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Reflexão
A passagem do Mar Vermelho é hoje bastante conhecida porque ela é leitura obrigatória na Vigília Pascal. Nela se concentra todo a epopeia da libertação pascal do povo de Deus no Antigo Testamento, e assim se prepara a compreensão do mistério da Páscoa de Jesus, passagem deste mundo para o Pai. O cântico de Moisés depois da passagem do Mar Vermelho, que serve de responsorial depois desta leitura, é o cântico da libertação pascal.
Jesus constitui com os seus discípulos uma verdadeira família espiritual, que tem por origem o Pai celeste. Mais importantes do que os laços do sangue são os laços do espírito, sobretudo aqueles que a palavra de Deus faz nascer. Jesus não nega, nem despreza, o amor da sua família; mas ensina que a maior união com Ele está na atenção que soubermos dar à sua palavra. A sua Mãe, antes de O conceber no corpo, já O tinha acolhido no seu espírito, pelo acolhimento que dava à palavra de Deus.
Friday, July 16
Memória liturgica da Virgem Santa Maria do Monte Carmelo
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Reflexão
A leitura do Livro do Êxodo passa agora à celebração da ceia pascal, indo assim direito ao que tem em vista: a libertação do povo de Israel do Egipto. A ceia pascal judaica prefigura a Páscoa de Jesus. Na véspera da sua passagem deste mundo para o Pai, Ele instituiu, a partir daquela ceia pascal judaica, a Ceia da nova Aliança, não com o sangue do cordeiro pascal que Moisés já imolara, mas com o seu próprio Sangue, pois é Ele o verdadeiro Cordeiro pascal.
A lei de Moisés era um guia para Cristo. Jesus, depois, não a destruiu, antes a levou até ao seu pleno cumprimento, porque Ele ultrapassa as figuras que O anunciavam e chega até onde a Lei queria conduzir, que é Ele próprio. Tudo isto foi difícil de ser compreendido pelos seus contemporâneos, como este episódio manifesta.
A atitude de Jesus ante o sábado, mostra que uma lei positiva, pode ceder perante uma necessidade urgente. Jesus não nega a validez do sábado, senão que lhe veio dar plenitude, no domingo da ressurreição.
O domingo, em vez de ser o que por vezes parece - escravizante, - deverá passar a ser libertador. Urge voltar a humanizar o domingo, o Dia do Senhor.
Thursday, July 15
Memória litúrgica de São Boaventura
São Boaventura
Nasceu aproximadamente no ano 1218 em Bagnoregio, na Etrúria; estudou filosofia e teologia em Paris e a seguir ensinou as mesmas disciplinas, com grande aproveitamento, aos seus irmãos da Ordem dos Frades Menores. Foi eleito Ministro Geral da sua Ordem, cargo que exerceu com prudência e sabedoria. Foi nomeado cardeal bispo de Albano e morreu em Lião no ano 1274. Escreveu muitas obras filosóficas e teológicas.
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Reflexão
Moisés recebe a revelação do Nome divino Eu sou, que corresponde ao nome de Iavé ou Javé (uma leitura inexacta desta palavra levou a lê-la também Jeová). Deus define-Se como Aquele que É, o Existente, mas que faz aliança com o seu povo. Toda a revelação futura não fará outra coisa senão desvendar, progressivamente, tudo quanto este nome divino encerra. Ele é um Deus pessoal, um Deus com Quem o homem pode dialogar. Deus revela-Se assim como Aquele que, sendo transcendente, estará sempre presente na vida do seu povo.
O Senhor Jesus apresenta-Se a todos os que sofrem, esmagados sob o peso de todos os fardos, como Aquele que pode dar o alívio, a paz e o repouso. Assim, Jesus realiza em Si a figura com que, já no Antigo Testamento, a Sabedoria convidava todos os que a escutavam a virem procurar em si a força e a alegria. E não é Ele a Sabedoria de Deus, agora presente no meio dos homens?
O jugo de Jesus é fácil de levar. Não assim o jugo das prescrições judaicas, do legalismo, que escraviza. O convite de Jesus, sendo exigente, gera alegria e confiança, liberta e dá nova felicidade aos Seus seguidores. O seu jugo é leve. Não é eliminado, mas sim aligeirado.
Monday, July 12
Segunda-feira da Semana XV do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3482
Reflexão
O Livro do Êxodo dá continuidade ao do Génesis, e descreve a situação dos israelitas no Egipto e a sua saída desse país, para eles terra de escravidão. Êxodo significa precisamente saída. É um livro de interesse excepcional na história do povo de Deus. Todo ele está impregnado da grande profissão de fé no Senhor, Deus único, que fez sair Israel do Egipto. Esta libertação do povo de Deus do país da escravidão, é a figura antecipada e anunciadora da futura Páscoa de Jesus Cristo, libertadora do povo que Deus veio a congregar na sua Igreja.
Cristo é, no mundo, sinal de contradição, como já o anunciara o velho Simeão. Os critérios do reino não se compadecem com a estreiteza dos nossos limites humanos. Ele vem trazer a paz, mas muitos, que não compreenderão essa sua missão, até por causa d’Ele se hão-de envolver em guerra e perseguir quem O quisera seguir.
Wednesday, July 7
Quarta-feira da Semana XIV do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3478
Reflexão
Este é o segundo dos cinco grandes discursos de Jesus, que constituem a espinha dorsal de Mateus. Cristo, novo Moisés, legislador e introdutor do Reino, é também o Fundador do novo Israel de Deus que é a Igreja. Como característica essencial deste novo Povo, Cristo deixa-lhe a missão de evangelizar. Primeiro para as ovelhas perdidas da casa de Israel, no contexto judaico e, depois do Pentecostes, a todos os povos. O conteúdo essencial da sua pregação é que o Reino de Deus está próximo.

















