O amor nada dá de si próprio e nada recebe senão de si próprio. O amor não possui, nem se deixa possuir, pois o amor basta-se a si mesmo. (Khalil Gibran)
Friday, August 21
Friday, August 23
Sexta-feira da Semana XX do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4696
Reflexão
O Espírito Santo é o sopro de vida, que faz surgir de entre os que estão mortos pelo pecado o novo povo de Deus como o Pai fez surgir de entre os mortos o Senhor que havia sido crucificado.
Não deixa de ser muito impressionante que toda a Lei de Deus se venha a resumir no amor a Deus e ao próximo, realizando assim a aliança mais perfeita que jamais existiu, e que é afinal todo o desígnio de Deus sobre o mundo: uma Aliança de amor perfeita e eterna.
Friday, January 5
Sexta-feira do Tempo do Natal
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4413
Reflexão
Só o amor aos irmãos salva e comunica a vida, depois de ter destruído a morte. O contrário do amor é o ódio, que levou Caim a matar Abel, os inimigos de Jesus a matá-Lo e a matar os seus discípulos. O ódio é sinal da morte e causa de ruína porque leva à mentira. O amor fraterno insere o homem no reino da vida e permite gestos concretos de amor diante das necessidades do próximo. Jesus praticou o amor, porque deu a vida como suprema prova de amor. Como Cristo, o fiel há-de estar disponível para viver o amor. O amor activo leva-nos a viver na paz e no amor do Pai. É na caridade fraterna que podemos encontrar o testemunho certo de que somos discípulos de Jesus e de que passámos da morte para a vida, nesta passagem que constitui a nossa Páscoa. Ele amou até ao fim; assim começa no Evangelho de São João a narração da Páscoa de Jesus.
As vocações de Filipe e de Natanael têm analogias com outras narrativas de chamamento, são modelo de discipulado e de seguimento. Enquanto Jesus se dirige para a Galileia, sucedem-se encontros e cruzam-se olhares. Jesus chama Filipe a segui-Lo e depois Filipe chama Natanael: Vem e verás! Filipe convida o companheiro a uma experiência pessoal com o Mestre. Natanael foi provocado por Jesus e aceitou acolher o mistério do Filho do homem. Jesus revela os seus conhecimentos a Natanael, porque nele não há fingimento. Natanael reconhece Jesus como Messias e confessa: Rabi, Tu és o Filho de Deus! Tu és o Rei de Israel! Os discípulos de Jesus vão aumentando, pela Boa-Nova que corre de um para o outro e pelo contacto com o Mestre que cada um vai experimentando. Jesus é a glória de Deus, o ponto de união entre o céu e a terra, o mediador entre Deus e os homens, é nova escada de Jacob, de que Deus se serve para dialogar com o homem: Vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.
Wednesday, January 5
Quarta-feira depois da Epifania
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3678
Reflexão
Os apóstolos tiveram medo porque perderam de vista o horizonte do Mestre. Mas Ele ali está para robustecer a fé e o amor ainda débeis. O amor é próprio dos filhos; o temor é próprio dos escravos.
Os dois são incompatíveis. O temor leva à psicose da insegurança; o amor é entrega livre e confiante ao outro que se revê nos outros. Para o que ama verdadeiramente, o amor é a sua lei. O homem, feito para amar e ser amado, é sempre um mistério de amor.
Thursday, December 30
Quinta-feira, 6º dia da Oitava do Natal
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3195
Reflexão
Em Simeão e Ana, Deus revela os seus mistérios. Ao descobrirem o Messias, comunicam-no aos demais. Jesus vai crescendo em todos os sentidos, como Salvador do Mundo. A Igreja define-se como Cristo continuado no tempo, e por isso, está sujeita à lei do crescimento. Como Corpo Místico e Cristo, ela cresce até à plenitude de Cristo.
São João insiste no cumprimento da vontade de Deus, no amor a Deus e aos irmãos, condição de vivência cristã deste Natal.
Wednesday, December 29
Quarta-feira, 5º dia da Oitava do Natal
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3184
Reflexão
João insiste no amor: quem ama o seu irmão, permanece na luz. O cristianismo sem amor ao irmão está totalmente errado. Jesus é luz para iluminar os povos. O verdadeiro conhecimento de Deus são a fé e as obras em unidade perfeita. A apresentação de Jesus no Templo e o júbilo de Simeão são propostos à nossa meditação. Maria, a Virgem oferente, é modelo de fé da comunidade cristã. Simeão foi a encarnação de expectativa messiânica do povo israelita.
Thursday, July 22
Festa litúrgica de Santa Maria Madalena
Reflexão
Maria Madalena é uma personagem feminina do Novo Testamento, natural de Magdala e foi uma das mulheres que acompanhou Jesus e que a libertou de sete demónios. Assistiu à crucifixão e à deposição de Cristo e mereceu ser a primeira a ver o Redentor ressuscitado de entre os mortos na madrugada do dia de Páscoa. O seu culto difundiu-se na Igreja a partir do século XII.
O livro do Cântico dos Cânticos, não só consagra o amor entre o homem e a mulher, mas é a expressão simbólica do amor de Deus pelo seu povo. Também aquele e aquela que têm sede de Deus experimentam longas noites de silêncio, de incompreensível ausência e reacende-se o desejo de Deus, mais ardente. É preciso perseverar na ânsia de encontrar a Deus, pedir ajuda e conselho a quem possa ajudar a encontrá-lo, sabendo que Ele é maior do que os nossos desejos e do que aqueles que nos ajudam a procurá-lo. Se não desistirmos de O procurar, Ele aparecerá quando e onde menos O esperarmos.
Maria de Magdala, com o seu ardente amor por Jesus, fiel, reverente, um amor que não sabe e não quer estar longe d’Aquele que ama e que O procura mesmo depois da morte. Ela é símbolo da Igreja/Esposa e de toda a alma que procura a Cristo. O Senhor Ressuscitado deixa-se encontrar por quem O procura, mas só O reconheceremos quando Ele nos chamar pelo nome. O encontro encher-nos-á de alegria e far-nos-á viver uma vida nova transfigurada pelo Senhor. Os nossos esforços são precisos, mas não são suficientes para encontrar Jesus. A fé é um dom, uma graça e há que procurar persistentemente na oração. Ao encontra-Lo poderemos dizer Vi o Senhor! e dar testemunho d’Ele como Madalena. Quem conheceu a longa noite da espera tornou-se testemunha eficaz da Ressurreição do Senhor. Peçamos, por intercessão de Santa Maria Madalena, a graça de reconhecer a presença de Cristo Ressuscitado nos momentos mais dolorosos da nossa vida. Que a nossa tristeza se converta em alegria e que o Senhor nos dê coragem para comunicar aos outros a alegria de acreditar.
Tuesday, February 23
Pensamento do dia: 23-02-2021
A melhor oração é aquela em que há mais amor. (Charles de Foucauld)
Friday, February 5
Pensamento do dia: 05-02-2021
Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor. (Madre Teresa de Calcutá)
Wednesday, January 6
Quarta-feira depois da Epifania
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3222
Reflexão
Os apóstolos tiveram medo porque perderam de vista o horizonte do Mestre. Mas Ele ali está para robustecer a fé e o amor ainda débeis. O amor é próprio dos filhos; o temor é próprio dos escravos.
Os dois são incompatíveis. O temor leva à psicose da insegurança; o amor é entrega livre e confiante ao outro que se revê nos outros. Para o que ama verdadeiramente, o amor é a sua lei. O homem, feito para amar e ser amado, é sempre um mistério de amor.
Tuesday, January 5
Terça-feira depois da Epifania
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3221
Reflexão
Em cada gesto de Jesus revela-se o amor do Pai. Como fruto desse amor, Jesus manifesta compaixão pelos que sofrem. A multiplicação dos pães é sinal do banquete messiânico no reino de Deus. Deus é amor. Para comungar com Ele é preciso romper com o pecado, guardar os mandamentos, ter fé viva no Filho de Deus feito Homem, e amar à semelhança de Deus-Amor. Só o amor constitui a única teologia inteligível para os homens de todos os tempos e lugares. O mundo, no entanto está em crise de amor! Por todo o lado verifica-se uma espiral de violência, que faz multidão incontável de vítimas. Mas só o amor vencerá. Amar mais e melhor, para possuir o mundo!
Thursday, October 1
Memória litúrgica de Santa Teresa do Menino Jesus
Santa Teresa do Menino Jesus
Nascida em Alençon (França) no ano 1873, foi uma jovem que entrou com 15 anos no Carmelo de Lisieux. Durante a sua breve existência, exercitou-se de modo singular na humildade, simplicidade evangélica e confiança em Deus, virtudes que também procurou inculcar especialmente nas noviças do seu mosteiro. Faleceu com 24 anos a 30 de Setembro de 1897, vítima de tuberculose, revelou bastante zelo apostólico e enorme espírito missionário oferecendo a sua vida pela salvação das almas e pela Igreja. Foi canonizada em 1925 por Pio XII que a proclamou padroeira das missões.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3103
Reflexão
O anúncio do Reino de Deus e a paz vão unidos…muito embora se consigam apenas com denodados esforços.
Jesus dá conselhos práticos a todos aqueles que partem a missionar, a anunciar o Evangelho. A missionação é universal, é para todos os povos, e para o homem todo.
Tuesday, January 7
Terça-feira depois da Epifania
Friday, January 3
Sexta-feira do Tempo do Natal
Reflexão
A liturgia de hoje é uma rotunda afirmação da nossa condição de Filhos de Deus. Deus ama-nos com o mesmo amor com que ama a Jesus. É desse amor de adopção que Ele nos faz verdadeiramente filhos e irmãos uns dos outros.
Graças a essa adopção, podemos chamar a Deus por Pai. Esta é uma novidade assombrosa. Os desuses das antigas mitologias jamais se preocupavam em partilhar a sua felicidade com os mortais. Esta, a nossa filiação divina, é a Boa Nova avalizada pelo testemunho da Pessoa de Jesus.
Todo o Evangelho, especialmente o do Tempo do Natal, é a alegre notícia do amor de Deus para connosco. A Encarnação de Cristo põe em acção a maior revolução da História.
Wednesday, November 6
Memória litúrgica de São Nuno de Santa Maria
Monday, November 4
Memória litúrgica de São Carlos Borromeu
Reflexão
Wednesday, October 16
Memória litúrgica de Santa Margarida Maria Alacoque
Santa Margarida Maria Alacoque, Virgem
Nasceu em 1647 na diocese de Autun (França) no ano de 1647. Entrou no mosteiro da Visitação, em Paray-le-Monial, quando tinha 27 anos de idade, progrediu de modo admirável no caminho da perfeição. Na capela desse mosteiro teve revelações místicas, particularmente sobre a devoção ao Coração de Jesus, recebendo a missão de divulgar a devoção ao mesmo Sagrado Coração, com o apoio e a ajuda de São Cláudio de La Colombière e contribuiu muito para introduzir o seu culto na Igreja. Morreu a 17 de Outubro de 1690, sendo canonizada por Bento XV, em 1920. Santa Margarida Maria é um dos padroeiros da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus, Dehonianos.
Reflexão
Jesus interpela os fariseus porque se preocupam com minúcias e desprezam o principal. São escravos da vaidade e do orgulho, sepulcros caiados, repletos de hipocrisia e corrupção e, em vez de guias, converteram-se em ditadores da opressão. Jesus respeita a observância da Lei, mas diz que a primazia pertence à justiça e ao amor. Exemplo para os cristãos que devem libertar-se dos esquemas legalistas e procurar um clima filial de liberdade em Cristo. Para o cristão, a Lei é Cristo que se define por um total amor aos homens a quem fez irmãos.













