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Sunday, July 29

Domingo XVII do Tempo Comum


A liturgia do 17º domingo Comum dá-nos conta da preocupação de Deus em saciar a “fome” de vida dos homens. De forma especial, as leituras deste domingo dizem-nos que Deus conta connosco para repartir o seu “pão” com todos aqueles que têm “fome” de amor, de liberdade, de justiça, de paz, de esperança.
Na primeira leitura, o profeta Eliseu, ao partilhar o pão que lhe foi oferecido com as pessoas que o rodeiam, testemunha a vontade de Deus em saciar a “fome” do mundo; e sugere que Deus vem ao encontro dos necessitados através dos gestos de partilha e de generosidade para com os irmãos que os “profetas” são convidados a realizar.
O Evangelho repete o mesmo tema. Jesus, o Deus que veio ao encontro dos homens, dá conta da “fome” da multidão que O segue e propõe-Se libertá-la da sua situação de miséria e necessidade. Aos discípulos (aqueles que vão continuar até ao fim dos tempos a mesma missão que o Pai lhe confiou), Jesus convida a despirem a lógica do egoísmo e a assumirem uma lógica de partilha, concretizada no serviço simples e humilde em benefício dos irmãos. É esta lógica que permite passar da escravidão à liberdade; é esta lógica que fará nascer um mundo novo.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos crentes algumas exigências da vida cristã. Recomenda-lhes, especialmente, a humildade, a mansidão e a paciência: são atitudes que não se coadunam com esquemas de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de preconceito em relação aos irmãos.

Monday, July 2

Segunda-feira da Semana XIII do Tempo Comum


Os Profetas são homens bem instruídos na Lei; e fazem agora, a partir dessa Lei, a instrução ao povo, nas circunstâncias concretas da sua vida. Assim hoje, trazendo à memória as obras realizadas por Deus para salvação dos homens, o profeta Amós denuncia-lhes a ingratidão, ao praticarem a injustiça e a exploração para com os seus irmãos.
A denúncia dos pecados de Israel é seguida pela recordação dos benefícios divinos. Seguem-se as ameaças contra o pecado apresentado na alteração das relações de justiça e de respeito entre os homens, a substituição das pessoas por coisas, a opressão dos pobres, a perda da dignidade nas relações. A violência das ameaças devia levar o povo a voltar-se para Deus e em vez disso, revolta-se contra o profeta. O Senhor lamenta-se daqueles que se esqueceram das maravilhas feitas em favor deles: Fui eu que vos retirei do Egipto.

Os caminhos de Deus não se podem descobrir pela nossa imaginação ou pelos nossos caprichos, mais ou menos bem intencionados. Eles revelam-se nos caminhos da própria vida, trilhados com rectidão. É por aí que o Senhor nos conduz e nos estimula a avançarmos. E um só é o ideal do discípulo de Cristo: segui-l’O pois que Ele disse de Si mesmo: Eu sou o Caminho.
Quem quiser seguir a Cristo deve saber ao que se compromete, qual o modo de vida que o espera, quem é Aquele a quem escolheu. Sabendo isso, há-de estar disposto a aceitar os sofrimentos, as adversidades e a paixão como passagens obrigatórias e esse foi também o caminho do Senhor e Mestre.
Jesus tem pena daqueles que o querem seguir, mas impõem condições: deixa-me ir primeiro sepultar meu pai. Seguindo Cristo, em união com Ele, os cristãos podem esforçar-se por ser imitadores de Deus, e por proceder com amor, conformando os pensamentos, palavras e acções, com os sentimentos de Cristo Jesus e seguindo os seus exemplos.
Se Amós clama por justiça e rectidão, Jesus, pela palavra e exemplo, convida à radicalidade do desapego de tudo, à alegria, à pressa, que havemos de ter, em possuir o tesouro, a pérola, que é o Reino, que é Ele mesmo, Cristo.

Sunday, February 27

Domingo VIII do Tempo Comum

Leituras e Reflexão (Portal dos Dehonianos)

Para os discípulos de Jesus, o Reino de Deus deve ser o mais importante, a grande prioridade e preocupação da vida: Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça. As preocupações mais primárias da vida do homem: a comida, a bebida, a roupa, a própria segurança são valores secundários em relação aos valores de Jesus Cristo, não devem se tornar os mais importantes, nem precisaremos de viver obcecados com isso porque o próprio Deus Se encarregará de nos ajudar nessas necessidades materiais: e tudo o mais vos será dado por acréscimo. Quem aceita ser discípulo de Jesus descobre que Deus é um Pai bondoso que cuida dos Seus filhos e que conhece as Suas próprias necessidades: Olhai para as aves do céu, o vosso Pai celeste as sustenta. Não valeis vós muito mais do que elas? Olhai como crescem os lírios do campo Se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao forno, não fará muito mais por vós? Bem sabe o vosso Pai celeste que precisais de tudo isso. Para Deus valemos muito mais do que as plantas e os animais, por isso Ele cuida de nós com predilecção. Devemos confiar n’Ele, sermos responsáveis, abandonarmo-nos a Deus e ensinar aos demais a mesma atitude de confiança. Vivendo nesta perspectiva, estaremos em maior tranquilidade e serenidade na esperança dessa presença amorosa e próxima de Deus na nossa vida.

Sunday, February 6

Reflectindo: Domingo V do tempo Comum

Jesus continua o Seu discurso, o Seu Sermão da Montanha e dá-nos alguns ensinamentos para vivermos melhor a nossa vida cristã. Fala-nos sobre duas parábolas: a do sal e a da luz que servem para nos indicar qual o lugar dos discípulos de Jesus no mundo e a missão daqueles que aceitam viver de acordo com as Bem-aventuranças.
Fala-nos em primeiro lugar do sal (Vós sois o sal da terra. Mas se ele perder a força, com que há-de salgar-se? Não serve para nada, senão para ser lançado fora e pisado pelos homens). O sal é um elemento que se mistura na comida, que dá sabor aos alimentos e também conservá-los, simbolizando de alguma maneira aquilo que é inalterável. No Antigo Testamento, o sal também era usado no sentido de tornar durável um contrato, dele ser algo permanente.
Portanto, dizer que os discípulos são o sal da terra é dizer que eles são chamados a trazer ao mundo o sal, qualquer coisa mais que o mundo não tem e que dá sabor à vida dos homens e renovar a aliança eterna entre Deus e a humanidade, um projecto permanente de salvação e liberdade. O que o sal é para a comida, o cristão deve ser para o seu semelhante: tempero que dá o gosto pelas coisas de Deus, que dá o sabor à vida com seu entusiasmo e o seu optimismo, que se dissolve completamente no mundo, que não se nota mas que é indispensável. Se os discípulos de Jesus recusarem ser sal e não forem responsáveis, o mundo irá guiar-se por valores contrários aos de Deus e estará cada vez mais distante daquilo que Jesus nos veio propor e assim será um sal demasiado inútil, irá perder o sabor da mensagem de Jesus e das Suas exigências.
A segunda parábola é a da luz (Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire, mas sobre o candelabro, onde brilha para todos os que estão em casa. Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens,). Em primeiro lugar, fala-nos da cidade situada sobre um monte em que nos diz que o discípulo deve ser o reflexo da luz libertadora e salvadora de Deus diante de todos os povos da terra, que mostra as coisas bonitas que Deus realiza em nós. Diz-nos também que a lâmpada deve ser colocada sobre o candelabro para alumiar todos os que estão em casa, todos aqueles que aderem a Jesus Cristo devem ser uma luz que ilumina e desafia o mundo inteiro, são chamados a luz das nações, a dar sentido à vida. O cristão deve ser então uma luz acesa que aponta os caminhos da vida, da liberdade, do amor e da fraternidade.

Domingo V do Tempo Comum

Leituras e Reflexão (Portal dos Dehonianos)

Sunday, January 23

Reflectindo: Domingo III do Tempo Comum

A vocação, o chamamento dos discípulos não é algo que eles escolhem ou que pedem. Não são eles que tomam a iniciativa de ir atrás de Jesus, como Mestre muito importante e célebre daquela altura. A iniciativa é de Jesus, que chama os discípulos que Ele próprio escolheu, com as suas qualidades mas também com os seus defeitos, com o seu entusiasmo mas também com a sua falta de vontade; é Ele quem os convida a estar com Ele e a segui-l’O e lhes dá uma missão, um serviço, um ensino do Evangelho que é a Sua própria vida e pessoa.
Eles, sem dizerem nada, respondem ao Senhor e renunciam à família, ao seu trabalho, à sua vida já destinada e seguem Jesus sem condições e sem reservas. Eles tomam uma opção radical por Cristo, pelo Seu Reino e pelo Seu anúncio.
Os discípulos agora já não serão pescadores de peixes mas serão os pescadores de homens. O mar, para os judeus, era o lugar dos demónios, da morte, era um lugar muito assustador e simbolizava tudo o que era contra a felicidade e o bem. Os discípulos de Jesus terão então a missão de libertar os homens desse ambiente, libertar o homem da morte, do mal e do pecado e conduzi-los ao mais importante e essencial da nossa vida: Jesus Cristo.
Tal como os discípulos, nós somos chamados a responder afirmativamente à vocação e à missão que Deus nos deu e convidados a sermos testemunhas da vida e da salvação de Deus a toda a humanidade. Todos somos chamados por Jesus a ser pescadores de homens, a ajudar os outros a conhecer e a amar Deus e a subir para a barca de Jesus. Ao sermos pescadores de homens, deveremos levar connosco um grande entusiasmo evangelizador e missionário que pode passar também pela promoção da unidade entre todos os cristãos e principalmente entre aqueles que fazem parte da nossa família e da nossa comunidade cristã.

Monday, January 17

Domingo II do Tempo Comum

João Baptista conta-nos a experiência que o levou a reconhecer Jesus: É d’Ele que eu dizia: Depois de mim vem um homem, que passou à minha frente, porque era antes de mim. Eu não O conhecia, mas para Ele Se manifestar a Israel é que eu vim baptizar em água). Tudo o que aconteceu no Baptismo de Jesus (a abertura dos céus, o dom do Espírito Santo na figura duma pomba e a voz de Deus) confirmou a identidade e a missão d’Aquele que é o Filho de Deus.
Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. (Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Ele é o Servo sofredor, o Cordeiro que é levado para o matadouro, que assume os pecados da humanidade e realiza a Sua expiação. Ele é o Cordeiro Pascal, é o símbolo da acção libertadora de Deus em favor de Israel, Ele é imolado para tirar o pecado do mundo, Ele liberta os homens dos seus pecados e de tudo aquilo que não os deixa ser livres.
A Sua missão é eliminar o pecado do mundo. Os homens estavam sobrecarregados com os seus pecados, com a recusa da proposta de vida que Deus quis oferecer a todos, queriam resistir à salvação recusando a luz de Jesus Cristo. Ao ver este clima de mal e de desvio do essencial da vida humana, Deus enviou ao mundo o Seu Filho com a missão de levar os homens à verdadeira liberdade que só Deus pode dar.
Jesus é o Filho de Deus que possui a plenitude do Espírito Santo e que baptiza no Espírito (João deu mais este testemunho: Eu vi o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba e repousar sobre Ele. Eu não O conhecia, mas quem me enviou a baptizar em água é que me disse: Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e repousar é que baptiza no Espírito Santo. Ora, eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus).
Jesus é o Filho de Deus, é o Deus que se faz pessoa, que vem ao encontro dos homens, que vem montar a sua tenda no meio dos homens para lhes oferecer a verdadeira vida divina. A sua missão é eliminar todo o pecado que nos escraviza e que nos impede de abrir o nosso coração a Deus.

Monday, October 25

Domingo XXX do Tempo Comum

A parábola do fariseu e do publicano do Evangelho diz-nos que a oração deve ser humilde pois é a melhor atitude que devemos ter diante de Deus para podermos ser atendidos.
Jesus conta esta história para alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros que segundo eles eram grandes pecadores.
Mas afinal quem eram estes dois homens? Porque é que Jesus nos apresenta estas duas personagens para nos explicar a melhor maneira de rezar? Vamos procurar entender a tarefa que cada um desempenhava.
Os fariseus eram um grupo muito influente naquele tempo, eram muito piedosos, eram os seguidores e defensores da Lei de Moisés, no quotidiano procuravam cumprir de um modo escrupuloso e fanático a Lei, esforçavam-se por ensiná-la ao povo, era um grupo sério e verdadeiramente empenhado na santificação do povo de Deus e ao dar tamanha importância à Lei desprezavam o homem e seus direitos e criavam um sentimento de pecado que oprimia o povo.
Os publicanos eram aqueles que cobravam os impostos e estavam ao serviço do Império Romano. Tinham fama de usar o seu cargo para se enriquecer e aproveitar essa influência para se tornarem ainda mais poderosos. Estavam numa situação de impureza e pecado porque não podiam fazer penitência, pois eram incapazes de conhecer todos aqueles a quem tinham roubado ou enganado.
O fariseu é então o exemplo de alguém que vive santamente perante a Lei, que cumpre todas as regras e regrinhas, que leva uma vida recta, íntegra e santa. Está consciente de que ninguém o pode acusar de cometer acções injustas, nem contra Deus nem contra os irmãos. Está satisfeito por não ser como aquele publicano que também estava no Templo e tinha consciência da sua superioridade moral e religiosa em relação a todos os pecadores, principalmente aos publicanos.
O publicano é o modelo do pecador, daquele que explora os pobres, que pratica injustiças, que não cumpre as obras da Lei, um corrupto. Tem consciência da sua indignidade porque a sua oração consiste apenas em pedir: Meu Deus, tende compaixão de mim que sou pecador.
Porém, é este que desceu justificado para sua casa porque se reconciliou com Deus, porque mesmo vivendo no pecado, Deus na sua misericórdia infinita e sem que ele tivesse méritos para isso, perdoa e salva. O problema do fariseu é que pensou ganhar a salvação com o seu próprio esforço, com as suas qualidades morais e piedosas, com os seus créditos e suas cunhas. Para o fariseu, a salvação não é um dom de Deus, mas uma conquista do homem. Estava convencido de que Deus lhe devia a salvação pelo seu bom comportamento, que tinha comprado o direito de ser salvo através das acções e regras que tinha cumprido, ficando cheio de si, não esperando nada de Deus porque, pensa ele, já tem o bilhete do paraíso.
Pelo contrário, o publicano apoia-se apenas em Deus, apresenta-se diante de Deus de mãos vazias e sem quaisquer pretensões pede-Lhe compaixão… E Deus derrama sobre ele a sua graça e salva-o porque ele está disposto a aceitar a salvação que Deus quer oferecer a todos os homens sem excepção.
Esta parábola, destinada a alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros vem então recordar-nos que esses que se presumem e que se gabam por serem justos estão, muitas vezes, muito longe de Deus e da salvação.

Saturday, October 16

Leituras do Domingo XXIX do Tempo Comum

Leitura do Livro do Êxodo (Ex 17, 8-13)
Naqueles dias, Amalec veio a Refidim atacar Israel. Moisés disse a Josué: «Escolhe alguns homens e amanhã sai a combater Amalec. Eu irei colocar-me no cimo da colina, com a vara de Deus na mão». Josué fez o que Moisés lhe ordenara e atacou Amalec, enquanto Moisés, Aarão e Hur subiram ao cimo da colina. Quando Moisés tinha as mãos levantadas, Israel ganhava vantagem; mas quando as deixava cair, tinha vantagem Amalec. Como as mãos de Moisés se iam tornando pesadas, trouxeram uma pedra e colocaram-na por debaixo para que ele se sentasse, enquanto Aarão e Hur, um de cada lado, lhe seguravam as mãos. Assim se mantiveram firmes as suas mãos até ao pôr do sol e Josué desbaratou Amalec e o seu povo ao fio da espada.

Salmo 120 (121)
Refrão: O nosso auxílio vem do Senhor, que fez o céu e a terra.

Levanto os meus olhos para os montes:
donde me virá o auxílio?
O meu auxílio vem do Senhor,
que fez o céu e a terra.

Não permitirá que vacilem os teus passos,
não dormirá Aquele que te guarda.
Não há-de dormir nem adormecer
Aquele que guarda Israel.


O Senhor é quem te guarda,
o Senhor está a teu lado, Ele é o teu abrigo.
O sol não te fará mal durante o dia,
nem a lua durante a noite.

O Senhor te defende de todo o mal,
o Senhor vela pela tua vida.
Ele te protege quando vais e quando vens,
agora e para sempre.


Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo a Timóteo (2 Tim 3, 14 – 4, 2)

Caríssimo: Permanece firme no que aprendeste e aceitaste como certo, sabendo de quem o aprendeste. Desde a infância conheces as Sagradas Escrituras; elas podem dar-te a sabedoria que leva à salvação, pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura, inspirada por Deus, é útil para ensinar, persuadir, corrigir e formar segundo a justiça. Assim o homem de Deus será perfeito, bem preparado para todas as boas obras. Conjuro-te diante de Deus e de Jesus Cristo, que há-de julgar os vivos e os mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: Proclama a palavra, insiste a propósito e fora de propósito, argumenta, ameaça e exorta, com toda a paciência e doutrina.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (Lc 18, 1-8)

Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos uma parábola sobre a necessidade de orar sempre sem desanimar: «Em certa cidade vivia um juiz que não temia a Deus nem respeitava os homens. Havia naquela cidade uma viúva que vinha ter com ele e lhe dizia: ‘Faz-me justiça contra o meu adversário’. Durante muito tempo ele não quis atendê-la. Mas depois disse consigo: ‘É certo que eu não temo a Deus nem respeito os homens; mas, porque esta viúva me importuna, vou fazer-lhe justiça, para que não venha incomodar-me indefinidamente’». E o Senhor acrescentou: «Escutai o que diz o juiz iníquo!... E Deus não havia de fazer justiça aos seus eleitos, que por Ele clamam dia e noite, e iria fazê-los esperar muito tempo? Eu vos digo que lhes fará justiça bem depressa. Mas quando voltar o Filho do homem, encontrará fé sobre a terra?».