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Thursday, October 30

Quinta-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5314

Reflexão
Jesus chora sobre Jerusalém. Todo o seu carinho por esta cidade santa, foi um fracasso. Ele sabe o que lhe vai acontecer no ano 70. E sobretudo o motivo: porque matas os profetas e apedrejas os que te são enviados. Ele mesmo vai morrer em Jerusalém, para não haver excepção. Mais do que uma imprecação por raiva, aparece nas palavras de Jesus a mágoa pelo fracasso do seu carinho e ternura para com a cidade. Essa lamentação continua no tempo. Jerusalém pode ser mesmo o símbolo de cada pessoa humana, resgatada pelo sacrifício de Cristo.
A força e a fraqueza do amor de Deus ao homem, manifestou-se em Cristo, crucificado por amor do homem. Mas, amor com amor se paga. Que Deus não tenha que chorar cobre cada um de nós, os que vivemos no terceiro milénio.

Thursday, October 31

Quinta-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4755

Reflexão
A lamentação de Jesus continua no tempo. Jerusalém é símbolo de cada pessoa humana, resgatada pelo sacrifício de Cristo. Cristo chora e lamenta que a cidade não se tenha convertido, perante a evidência da sua palavra e, sobretudo, dos seus sinais (milagres). A força e a fraqueza do amor de Deus ao homem, manifestou-se em Cristo, crucificado por amor do homem. Mas, amor com amor se paga. Que Deus não tenha que chorar cobre cada um de nós, os que vivemos no terceiro milénio.

Paulo utiliza a imagem do soldado que avança para o combate para indicar aos cristãos o modo de estar na vida daquele que segue a Cristo e vive o evangelho. Revestido da armadura de Deus, com o cinturão da verdade, a couraça da justiça, calçado com o zelo, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada da palavra de Deus avança contra o espírito do mal.

Wednesday, October 26

Quarta-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3979

Reflexão
Perguntar se são muitos os que se salvam, é uma pergunta feita nas escolas rabínicas de então, e repetida através dos séculos. A salvação, porém, não é monopólio de ninguém, é universal. Apenas ficam de fora do Reino os que não escutam a Palavra e nem a põem em prática. Outros virão e tomarão o seu lugar. Entretanto, Jesus vai avisando que a porta que dá para o reino é estreita e só por ela é que se poderá entrar.

Tuesday, October 25

Terça-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3977

Reflexão
Ao falar do matrimónio cristão, São Paulo vê nele um reflexo da união de Cristo e da Igreja. Quase se poderia dizer que a união de Cristo e da Igreja é o tipo do matrimónio cristão. Este é, por isso, um mistério, quer dizer que ele, para além de ser acontecimento humano, encerra uma significação divina. Ele é, por isso, um sacramento. Foi a propósito da vida familiar dos cristãos que o Apóstolo expôs esta doutrina.
Duas breves parábolas, a do grão de mostarda e a do fermento, sublinham a força interna e o poder de transformação que animam o reino de Deus. Esta vitalidade íntima do reino nunca diminuirá, mesmo que a experiência nem sempre seja igual à que São Lucas possuía. O reino de Deus só será realidade perfeita no fim dos tempos, que hão-de dar o verdadeiro sentido a toda a história; mas ele já está no meio de nós, embora em humildade cheio de vida, como o grão de semente em comparação com a árvore que ele há-de vir a ser um dia.

Wednesday, October 27

Quarta-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3571

Reflexão
Perguntar se são muitos os que se salvam, é uma pergunta feita nas escolas rabínicas de então, e repetida através dos séculos.
A salvação, porém, não é monopólio de ninguém, é universal. Apenas ficam de fora do Reino os que não escutam a Palavra e nem a põem em prática. Outros virão e tomarão o seu lugar. Entretanto, Jesus vai avisando que a porta que dá para o reino é estreita e só por ela é que se poderá entrar.

Thursday, October 29

Quinta-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/xxx-semana-quinta-feira-tempo-comum-anos-pares0/

Reflexão
A lamentação de Jesus continua no tempo. Jerusalém é símbolo de cada pessoa humana, resgatada pelo sacrifício de Cristo. Cristo chora e lamenta que a cidade não se tenha convertido, perante a evidência da sua palavra e, sobretudo, dos seus sinais (milagres). A força e a fraqueza do amor de Deus ao homem, manifestou-se em Cristo, crucificado por amor do homem. Mas, amor com amor se paga. Que Deus não tenha que chorar sobre cada um de nós, os que vivemos no terceiro milénio.

Tuesday, October 27

Terça-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3125

Reflexão
Ao falar do matrimónio cristão, São Paulo vê nele um reflexo da união de Cristo e da Igreja. Quase se poderia dizer que a união de Cristo e da Igreja é o tipo do matrimónio cristão. Este é, por isso, um mistério, quer dizer que ele, para além de ser acontecimento humano, encerra uma significação divina. Ele é, por isso, um sacramento. Foi a propósito da vida familiar dos cristãos que o Apóstolo expôs esta doutrina.
Duas breves parábolas, a do grão de mostarda e a do fermento, sublinham a força interna e o poder de transformação que animam o reino de Deus. Esta vitalidade íntima do reino nunca diminuirá, mesmo que a experiência nem sempre seja igual à que São Lucas possuía. O reino de Deus só será realidade perfeita no fim dos tempos, que hão-de dar o verdadeiro sentido a toda a história; mas ele já está no meio de nós, embora em humildade cheio de vida, como o grão de semente em comparação com a árvore que ele há-de vir a ser um dia.

Monday, October 26

Segunda-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3124

Reflexão
Lucas é o único a relatar o milagre da mulher curvada. Jesus realiza-o em dia de sábado, na sinagoga e num contexto polémico. Mais do que o milagre em si, o que ressalta à vista, é que foi realizado no sábado, provocando a indignação insensata do chefe da sinagoga. Jesus actua assim, não por desprezo da lei sabática, mas para realizar a libertação daquela mulher! A resposta de Jesus ao chefe da sinagoga, é uma clara repreensão aos chefes religiosos do povo judeu e não só! O sábado fez-se para o homem e não o homem para o sábado. É preciso libertar o homem hodierno de todas as escravidões!

Wednesday, October 30

Quarta-feira da Semana XXX do Tempo Comum


Reflexão
Perguntar se são muitos os que se salvam, é uma pergunta feita nas escolas rabínicas de então, e repetida através dos séculos.
A salvação, porém, não é monopólio de ninguém, é universal. Apenas ficam de fora do Reino os que não escutam a Palavra e nem a põem em prática. Outros virão e tomarão o seu lugar. Entretanto, Jesus vai avisando que a porta que dá para o reino é estreita e só por ela é que se poderá entrar.

Tuesday, October 29

Terça-feira da Semana XXX do Tempo Comum


Reflexão
Ambas as parábolas do grão de mostarda e do fermento, manifestam o começo insignificante do Reino e o grande desenvolvimento final. A 1ª acentua o crescimento em extensão, e a 2ª em profundidade. Num e noutro caso, graças à força intrínseca do Reino.
Jesus manifesta predilecção por tudo o que é débil, pequenino e pobre. Apesar do descalabro reinante, a semente e o fermento do reino de Deus, transformam, a partir de dentro, o curso da História. Tanto a fé sem esperança de alguns crentes, como a esperança sem a fé dos agnósticos, são alienantes e falsas, porque não se apoiam na força intrínseca da semente.
A impaciência pelos frutos concretos e visíveis, a ânsia do êxito rápido e espectacular, aplicada a todos os sectores da vida, provoca derrapagem quando as coisas não acontecem como todos desejamos. Mas o crescimento do Reino é lento. Não se baseia nos nossos critérios de eficácia imediata. Tem o seu próprio ritmo.

Tuesday, October 30

Terça-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2241

Reflexão
Ao falar do matrimónio cristão, São Paulo vê nele um reflexo da união de Cristo e da Igreja. Quase se poderia dizer que a união de Cristo e da Igreja é o tipo do matrimónio cristão. Este é, por isso, um mistério, quer dizer que ele, para além de ser acontecimento humano, encerra uma significação divina. Ele é, por isso, um sacramento. Foi a propósito da vida familiar dos cristãos que o Apóstolo expôs esta doutrina.
Duas breves parábolas, a do grão de mostarda e a do fermento, sublinham a força interna e o poder de transformação que animam o reino de Deus. Esta vitalidade íntima do reino nunca diminuirá, mesmo que a experiência nem sempre seja igual à que São Lucas possuía. O reino de Deus só será realidade perfeita no fim dos tempos, que hão-de dar o verdadeiro sentido a toda a história; mas ele já está no meio de nós, embora em humildade cheio de vida, como o grão de semente em comparação com a árvore que ele há-de vir a ser um dia.

Monday, October 29

Segunda-feira da Semana XXX do Tempo Comum


Reflexão
Lucas é o único a relatar o milagre da mulher curvada. Jesus realiza-o em dia de sábado, na sinagoga e num contexto polémico. Mais do que o milagre em si, o que ressalta à vista, é que foi realizado no sábado, provocando a indignação insensata do chefe da sinagoga. Jesus actua assim, não por desprezo da lei sabática, mas para realizar a libertação daquela mulher! A resposta de Jesus ao chefe da sinagoga, é uma clara repreensão aos chefes religiosos do povo judeu e não só! O sábado fez-se para o homem e não o homem para o sábado. É preciso libertar o homem hodierno de todas as escravidões!

Thursday, October 27

Quinta-feira da Semana XXX do Tempo Comum



Reflexão
A lamentação de Jesus continua no tempo. Jerusalém é símbolo de cada pessoa humana, resgatada pelo sacrifício de Cristo. Cristo chora e lamenta que a cidade não se tenha convertido, perante a evidência da sua palavra e, sobretudo, dos seus sinais (milagres). A força e a fraqueza do amor de Deus ao homem, manifestou-se em Cristo, crucificado por amor do homem. Mas, amor com amor se paga. Que Deus não tenha que chorar cobre cada um de nós, os que vivemos no terceiro milénio.

Wednesday, October 26

Quarta-feira da Semana XXX do Tempo Comum


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.pt/dia-liturgia/xxx-semana-quarta-feira-tempo-comum-anos-pares/?mc_id=942

Reflexão
Perguntar se são muitos os que se salvam, é uma pergunta feita nas escolas rabínicas de então, e repetida através dos séculos. A salvação, porém, não é monopólio de ninguém, é universal. Apenas ficam de fora do Reino os que não escutam a Palavra e nem a põem em prática. Outros virão e tomarão o seu lugar. Entretanto, Jesus vai avisando que a porta que dá para o reino é estreita e só por ela é que se poderá entrar.

Thursday, October 29

Quinta-feira da Semana XXX do Tempo Comum


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_semanal_ver.asp?liturgiaid=608

Reflexão
Jesus chora sobre Jerusalém. Todo o seu carinho por esta cidade santa, foi um fracasso. Ele sabe o que lhe vai acontecer no ano 70. E sobretudo o motivo: porque matas os profetas e apedrejas os que te são enviados. Ele mesmo vai morrer em Jerusalém, para não haver excepção. Mais do que uma imprecação por raiva, aparece nas palavras de Jesus a mágoa pelo fracasso do seu carinho e ternura para com a cidade. Essa lamentação continua no tempo. Jerusalém pode ser mesmo o símbolo de cada pessoa humana, resgatada pelo sacrifício de Cristo.
A força e a fraqueza do amor de Deus ao homem, manifestou-se em Cristo, crucificado por amor do homem. Mas, amor com amor se paga. Que Deus não tenha que chorar sobre cada um de nós, os que vivemos no terceiro milénio.

Tuesday, October 29

Terça-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos

O homem é o rei da criação. Tornado filho de Deus, ele vive na expectativa da glória de Cristo, que se há-de revelar também nele. E não só o homem, mas toda a criação participará nesta glória, porque tudo foi criado para encontrar a unidade final em Cristo. Esta expectativa é dolorosa, como as dores que acompanham todo o nascimento; mas ela verá finalmente a nova criação em Cristo. Justificados pela graça de Deus, por meio da fé, no poder do Espírito Santo, tornámo-nos filhos de Deus, co-herdeiros com Cristo.

As duas parábolas do texto evangélico, a do grão de mostarda e a do fermento revelam-nos duas características desse reino: a sua grande expansão e a sua força transformadora que sublinham a força interna e o poder de transformação que animam o reino de Deus. Esta vitalidade íntima do reino nunca diminuirá, mesmo que a experiência nem sempre seja igual à que S. Lucas possuía. O reino de Deus só será realidade perfeita no fim dos tempos, que hão-de dar o verdadeiro sentido a toda a história; mas ele já está no meio de nós, embora em humildade cheio de vida, como o grão de semente em comparação com a árvore que ele há-de vir a ser um dia.

Tuesday, October 30

Terça-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
 
Ao falar do matrimónio cristão, S. Paulo vê nele um reflexo da união de Cristo e da Igreja. Quase se poderia dizer que a união de Cristo e da Igreja é o tipo do matrimónio cristão. Como Cristo ama a Igreja, se entrega totalmente a ela, e a cobre de cuidados e atenções, assim o marido deve fazer com a sua mulher; como a Igreja responde ao amor de Cristo com a obediência e a submissão, assim a mulher deve fazer em relação ao seu marido. O amor de Cristo pela Igreja é o modelo do amor conjugal, é este o grande mistério que o Apóstolo anuncia: Ele entregou-se à morte por ela, a fim de a santificar. A exortação dirigida ao marido, para que ame a mulher, é valorizada pelo exemplo do corpo: a mulher é parte do corpo do marido, uma vez que o matrimónio fez deles uma só carne como a Igreja é parte do único corpo de Cristo. Para além de ser acontecimento humano, tem uma significação divina, é um sacramento. Cada dia há sempre oportunidades de os esposos se amarem mais e se entregarem mais na ajuda mútua, no carinho, na amabilidade.
 
Duas breves parábolas, a do grão de mostarda e a do fermento, sublinham a força interna, a sua grande expansão e o poder de transformação que animam o reino de Deus. Esta vitalidade íntima do reino nunca diminuirá, mesmo que a experiência nem sempre seja igual à que S. Lucas possuía. O reino de Deus só será realidade perfeita no fim dos tempos, que hão-de dar o verdadeiro sentido a toda a história; mas ele já está no meio de nós, embora em humildade cheio de vida, como o grão de semente em comparação com a árvore que ele há-de vir a ser um dia. Como um pouco de fermento escondido na massa inerte de farinha provoca o seu crescimento, assim o reino de Deus, pela evangelização animada pelo poder do Espírito Santo, transforma todo o mundo.
Todos somos enviados por Deus para a construção do seu Reino, para sermos o fermento que faz crescer o amor de Deus no ambiente que nos rodeia. Esta força do fermento provém da união com Cristo.

Monday, October 29

Segunda-feira da Semana XXX do Tempo Comum

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
 
A norma suprema para o cristão é o amor, à imitação de Cristo que nos amou até dar a vida por nós. Esta norma é especialmente importante, se a confrontarmos com os critérios do mundo, que, grande parte das vezes, são inspirados pelo egoísmo, quando não pelo ódio. É pelo amor que todos hão-de reconhecer os discípulos de Cristo.
Cristo ajuda-nos: entregou-se a si mesmo por nós, oferecendo-se como vítima agradável a Deus; libertou-nos das escravidões e tornou-nos filhos de Deus; fez-nos participantes da natureza divina e da vida eterna. É altura de nos comportarmos como verdadeiros filhos de Deus: comportai-vos como filhos da luz.
 
A lei de Deus é lei de amor, que deve ser entendida com amor e bom senso, e não uma lei despótica, feita para tolher a liberdade. Há-de ser interpretada à luz do Espírito Santo e não do espírito farisaico. Assim, com uma atitude de caridade para com uma doente, Jesus ensina como se deve interpretar a lei. Não basta cumprir a letra, é preciso entender-lhe o espírito. O que os adversários de Jesus não entendiam, a multidão da gente simples entendia-o e ficava maravilhada.
Esta mulher que andava curvada é o símbolo daqueles que não conseguem levantar os olhos da terra, para poderem olhar para Deus, para verem as coisas com os olhos da fé. Esta ajuda a ver as pessoas como Deus as vê.

Sunday, October 28

Domingo XXX do Tempo Comum

Leituras e Refleão no Portal dos Dehonianos
 
A liturgia do 30° Domingo do Tempo Comum fala-nos da preocupação de Deus em que o homem alcance a vida verdadeira e aponta o caminho que é preciso seguir para atingir essa meta. De acordo com a Palavra de Deus que nos é proposta, o homem chega à vida plena, aderindo a Jesus e acolhendo a proposta de salvação que Ele nos veio apresentar.
A primeira leitura afirma que, mesmo nos momentos mais dramáticos da caminhada histórica de Israel, quando o Povo parecia privado definitivamente de luz e de liberdade, Deus estava lá, preocupando-se em libertar o seu Povo e em conduzi-lo pela mão, com amor de pai, ao encontro da liberdade e da vida plena.
A segunda leitura apresenta Jesus como o sumo-sacerdote que o Pai chamou e enviou ao mundo a fim de conduzir os homens à comunhão com Deus. Com esta apresentação, o autor deste texto sugere, antes de mais, o amor de Deus pelo seu Povo; e, em segundo lugar, pede aos crentes que "acreditem" em Jesus - isto é, que escutem atentamente as propostas que Ele veio fazer, que as acolham no coração e que as transformem em gestos concretos de vida.
No Evangelho, o catequista Marcos propõe-nos o caminho de Deus para libertar o homem das trevas e para o fazer nascer para a luz. Como Bartimeu, o cego, os crentes são convidados a acolher a proposta que Jesus lhes veio trazer, a deixar decididamente a vida velha e a seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida. Dessa forma, garante-nos Marcos, poderemos passar da escravidão à liberdade, da morte à vida.

Thursday, October 27

Quinta-feira da Semana XXX do Tempo Comum


Esta passagem é um verdadeiro hino ao amor de Deus manifestado em Cristo. O amor de Deus revelou-se em Jesus Cristo, que Se fez homem por amor dos homens e por eles morreu e para eles ressuscitou e assim manifestou como é verdadeira aquela outra Palavra da Escritura, que o amor é mais forte do que a morte. Nada pode agora ser tido pelos homens como mais forte do que este amor, que assim se manifestou: nada por isso nos poderá separar dele. Foi a experiência desse amor que o transformou de perseguidor em apóstolo. Esse amor justifica-nos diante de Deus e da parte de Deus; realiza a nossa comunhão com Deus em Cristo Jesus; leva-nos a vencer tudo quanto poderia separar-nos de Deus e de Cristo; dá-nos confiança para prosseguirmos o nosso caminho de fé, de esperança e de caridade; dá-nos a certeza de que a vitória de Deus já começou na nossa vida e irá aperfeiçoar-se à medida que avançamos. É a experiência de quem se confiou plenamente ao amor de Deus, manifestado e comunicado em Cristo Jesus. É consolador saber que Deus está sempre do nosso lado: Se temos Deus por nós, quem poderá estar contra nós?
Ao lado do amor de Deus pelos homens manifestado em Cristo, concretamente pelos da pátria em que Jesus morreu, aparece a incompreensão e a ingratidão da própria cidade santa de Jerusalém. Mas, é no meio destes caminhos, cheios de pecados dos homens, que Deus vai preparar para esses mesmos homens a salvação pela oblação de seu Filho sobre a cruz. Jerusalém, teatro do pecado, será também o lugar onde o Filho de Deus dará a vida pelos homens pecadores. Herodes, com os chefes religiosos de Israel, querem matar Jesus. O Senhor reafirma a sua fidelidade ao mandato recebido do Pai: anunciar o tempo da salvação definitiva. A expulsão dos demónios e as curas são sinais dessa salvação já presente. Jesus anuncia a ruína dessa cidade, uma ruína material, será destruída pelos romanos, mas também uma ruína espiritual, pois recusando Jesus, não acolhe a realização das promessas.