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Wednesday, August 21

Memória de São Pio X

São Pio X
Pio X nasceu na aldeia de Riese, na região de Veneza, em 1835. Depois de ter desempenhado santamente o ministério sacerdotal, foi bispo de Mântua e patriarca de Veneza. Em 1903 foi eleito papa. Adotou como lema do seu pontificado «instaurar todas as coisas em Cristo», ideal que orientou o seu pontificado. No motu proprio Tra le sollecitudini (1903) afirma que a participação nos santos mistérios é a fonte primeira e indispensável da vida cristã. Incentivou os fiéis a intensificar esta vida com a participação na Eucaristia, a dignidade da sagrada liturgia e a integridade da doutrina. Morreu no dia 20 de agosto de 1914.

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4694

Reflexão
O núcleo na parábola da vinha, põe em foco a generosidade de Deus. O dono da vinha é Deus e os trabalhadores são os homens. O trabalho na vinha é o serviço pelo Reino. A generosidade de Deus supera a justiça, sem a lesar. Se pagasse menos aos últimos, teria sido justo; mas pagando-lhes mais, foi além disso, generoso. Não falha a justiça, senão que impera a generosidade. Podemos ver aqui o espelho da vida quotidiana da comunidade cristã.

Friday, March 22

Sexta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
Estamos ante uma parábola-compêndio: a vinha, o dono, os agricultores, os criados, o filho morto e o castigo. Quem é quem nesta parábola? Este é realmente um compêndio da História da salvação, onde está patente o mistério pascal de Cristo. A vinha significa tanto o novo Israel, como o Reino de Deus. Todos os que nele estamos, temos a responsabilidade de produzir frutos de conversão e de boas obras.

Friday, March 2

Sexta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
Estamos ante uma parábola-compêndio: a vinha, o dono, os agricultores, os criados, o filho morto e o castigo. Este é realmente um compêndio da História da salvação, onde está patente o mistério pascal de Cristo. A vinha significa tanto o novo Israel, como o Reino de Deus. Todos os que nele estamos, temos a responsabilidade de produzir frutos de conversão e de boas obras.

Sunday, October 1

Domingo XXVI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1669

Reflexão
Jesus deixa claro que não interessa muito o exterior mas a atitude interior. O que importa a Deus não é o que cumpre ritos externos e que dá boa impressão aos outros mas é aquele que cumpre a vontade de Deus. Enquanto a Palavra de Deus não entrar no coração do homem, o tocar e o converter, não são as palavras que lhe saem da boca que o fazem entrar no reino de Deus. Mas, se o seu coração estiver convertido e voltado para Deus, então o Senhor o acolhe e o recebe.
Muitas vezes também podemos cair neste erro: participamos na Missa Dominical, fazemos as nossas orações, mas a nossa fé, a nossa celebração, não se nota na nossa vida de cada dia. Reduzimos a nossa identidade como cristãos numa série de práticas que realizamos pessoalmente e em determinados momentos da nossa vida. As nossas celebrações e orações devem também deixar uma marca nos nossos corações. Experimentar que Deus nos ama e que nos quer salvar é o melhor caminho para que a fé se converta realmente num modo de viver e de estar.
Nós que celebramos a Eucaristia, não devemos esquecer que ela termina com a frase: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. É o mesmo que dizer que o que ouvimos ou que aclamámos e o que celebrámos é para viver na nossa vida. Não devemos ter a tentação de na celebração da missa dizer sim, eu vou e na nossa vida quotidiana não haver a devida coerência.

Sunday, September 24

Domingo XXV do Tempo Comum


Reflexão
A liturgia do 25º Domingo do Tempo Comum convida-nos a descobrir um Deus que tem caminhos e pensamentos acima daqueles que orientam a lógica do homem. O homem deve renunciar aos esquemas que seguem o mundo e converter-se aos esquemas de Deus.
No Evangelho de Mateus, Jesus continua a ensinar os Seus discípulos acerca do que é o Reino de Deus e da melhor maneira de o compreender e testemunhar. Para isso, conta a parábola daquele senhor que vai contratar trabalhadores para a sua vinha ao longo do dia e que dá como recompensa um denário para todos eles, tanto para quem trabalhou todo o dia como também para quem trabalhou apenas uma hora.
Se pensarmos bem e honestamente, nós muitas vezes somos muito mesquinhos, pouco generosos e muito calculistas. Para nós, a justiça é dar a cada um o que lhe pertence e até a representamos com a imagem de uma mulher, com a balança na mão e de olhos vendados. E podemos concluir desta maneira de pensar: “quem trabalhou mais, merece receber mais”.
A Palavra de Deus deste domingo vem dizer-nos que Ele não tem balança, não pesa as nossas boas obras, não conta os nossos méritos nem usa medida. Tem os olhos muito abertos para atender as necessidades dos Seus filhos, Ele é simplesmente bom, o Seu amor é gratuito e livre e torna iguais todos os homens. Aos últimos Ele dá a recompensa mesmo do pouco que fizeram e dos primeiros liberta-os da inveja e do ciúme por se julgarem mais merecedores que os outros. Deus dá-se a todos de igual modo e vai além de toda a justiça e de todo o mérito. Ele pede-nos uma transformação da nossa mentalidade, para que a nossa relação com Ele não seja marcada apenas pelo interesse, mas pelo amor e pela gratuitidade que Ele quiser nos dar.
A parábola convida-nos a perceber que Deus oferece a salvação a todos nós de uma maneira gratuita, e não por qualidades e comportamentos que tenhamos. Devemos fazer o bem e proceder de maneira recta para encontrarmos com ajuda de Cristo a felicidade e a vida eterna.