Friday, July 21

Sexta-feira da Semana XV do Tempo Comum


Reflexão
A atitude de Jesus ante o sábado, mostra que uma lei positiva, pode ceder perante uma necessidade urgente. Jesus não nega a validez do sábado, senão que lhe veio dar plenitude, no domingo da ressurreição.
O domingo, em vez de ser o que por vezes parece - escravizante, - deverá passar a ser libertador. Urge, portanto, voltar a humanizar o domingo, o Dia do Senhor.

Wednesday, July 19

Quarta-feira da Semana XV do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1589

Reflexão
Os simples compreendem melhor a Jesus. Que contraste entre os sábios e poderosos e os pobres e humildes. Deus manifestou-se na Pessoa e obras de Jesus, mas só os simples de coração é que O entendem. Unidos, fé e ciência, seriam a situação ideal para conhecer e amar a Deus. A Deus chega-se melhor de joelhos do que estendendo a mão!

Monday, July 17

Segunda-feira da Semana XV do Tempo Comum


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1587

Reflexão
"Não vim trazer a paz, mas a espada". Estas palavras contradizem as esperanças de todos aqueles que trabalham e lutam pela paz, bem como as próprias palavras de Jesus, que declarou bem-aventurados os que trabalham pela paz. A luta não é dos discípulos contra os outros homens, mas dos outros homens contra os discípulos, contra os missionários do Reino. Mateus continua a tratar das exigências radicais da missão. Nada pode impedir o seguimento de Jesus, ainda que possa causar sofrimentos e provocar rupturas, mesmo dentro da própria família. Mas o seguimento e o amor a Cristo devem sobrepor-se a tudo e a todos. Jesus usa uma linguagem radical, sem limites. Ser cristão tem um preço. O Evangelho é incómodo. Mas existe uma recompensa para quem acolher os enviados.

Friday, July 14

Sexta-feira da Semana XIV do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1585

Reflexão

Jesus dá algumas instruções aos Apóstolos em ordem à sua actividade missionária, põe-os de sobreaviso em relação às perseguições futuras que virão a sofrer, como Ele as havia de sofrer também. Mas promete-lhes a sua presença junto deles até ao fim, depois de lhes fazer compreender que o testemunho que eles derem é já antecipação do último juízo de Deus. Não foi fácil a missão dos Apóstolos, como ainda hoje o não é a da Igreja. A palavra de Deus desencadeia sempre, ao lado do bom acolhimento de alguns, a indiferença, a irritação e até a perseguição de muitos. A mansidão e a não-violência do missionário não são fraqueza nem masoquismo, mas vivência de duas virtudes aparentemente opostas: a prudência da serpente, como exercício de inteligência vigilante, realista e crítica, que evita o engano; a simplicidade da pomba, como exercício de um procedimento límpido e confiante, próprio de quem sabe estar nas mãos de Deus-Pai, poderoso e bom. Nos tribunais, há que confiar na presença e na acção do Espírito. Quem suportar ser odiado, por causa de Cristo, será salvo.

Thursday, July 13

Quinta-feira da Semana XIV do Tempo Comum


Reflexão
Tudo o que Deus colocou na igreja, nos seus ministros, o em cada um de nós, em ordem à salvação dos homens é dom seu. Por vezes, chamamos-lhe poderes; mas, antes de mais, tudo é graça, tudo são dons, por isso mesmo mais eles exigem serem comunicados aos outros. Aqueles que Deus envia são portadores da Salvação de Deus o por isso acolhê-los ou rejeitá-los é acolher ou rejeitar Aquele de quem são mensageiros. Os discípulos devem anunciar a presença do Reino, tal como fizera João Baptista e Jesus. Quem acreditar que o Reino é o Senhor, e viver como Ele, torna-se sinal da sua presença e pode realizar curas, ressuscitar mortos, curar leprosos, expulsar demónios. O mais importante é estar conscientes das forças divinas que nos enchem, graças à paixão, morte e ressurreição de Cristo. O conteúdo da pregação dos discípulos está expresso nas afirmações relativas à paz. Anunciar a paz é anunciar a Cristo e tudo o que Ele significa.

Wednesday, July 12

Quarta-feira da Semana XIV do Tempo Comum


Reflexão
Cristo, novo Moisés, legislador e introdutor do Reino, é também o Fundador do novo Israel de Deus que é a Igreja. Como característica essencial deste novo Povo, Cristo deixa-lhe a missão de evangelizar. Primeiro para as ovelhas perdidas da casa de Israel, no contexto judaico e, depois do Pentecostes, a todos os povos. O conteúdo essencial da sua pregação é que o Reino de Deus está próximo.

Friday, July 7

Sexta-feira da Semana XIII do Tempo Comum


Reflexão
A misericórdia de Deus é a grande revelação que Jesus nos veio fazer, mas é esta a revelação que temos maior dificuldade em compreender. O ser misericordiosos é também a atitude que temos mais dificuldade em manifestar para com os nossos irmãos e somos mais justiceiros do que misericordiosos.
A vocação de Mateus é apresentada: estava sentado à mesa dos impostos e depois obedece à palavra de Jesus que o manda seguir: Segue-me. O chamamento feito por Jesus era indiscutível e irrecusável e Mateus responde generosamente com plena liberdade e obediência da fé.
A pergunta dos fariseus aos discípulos traduzia o escândalo e o descrédito que as más companhias de Jesus suscitavam nos bem-pensantes. A resposta de Jesus é desconcertante. Ele não glorifica o pecado nem o pecador mas quer libertar, perdoar e quer reintegrá-lo na comunidade dos homens e na amizade de Deus.

Thursday, July 6

Quinta-feira da Semana XIII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1578

Reflexão
Ao mesmo tempo que revela o seu poder sobre as próprias leis da natureza, Jesus mostra que também tem o poder de perdoar os pecados. E é sempre em seu nome que a Igreja os continuará a perdoar, ela que é o sacramento universal da salvação, como disse o Concílio, que torna presente, no meio dos homens, a obra da salvação realizada pelo Senhor.
Vendo Jesus a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem confiança, os teus pecados estão perdoados. Jesus tem poder para perdoar os pecados. A cura do paralítico prova-o e sabe o que os escribas estavam a pensar, sem que ninguém lho tivesse dito. O poder Jesus para perdoar pecados foi comunicado à Igreja e aos homens escolhidos por Ele para desempenharem directamente essa missão.

Wednesday, July 5

Quarta-feira da Semana XIII do Tempo Comum



Reflexão
O importante do Evangelho é o triunfo de Jesus sobre os demónios. Realizando este exorcismo em terra pagã, Jesus antecipa a vitória do seu Mistério Pascal do fim dos tempos, que há-de pôr termo a toda a acção demoníaca sobre os homens remidos com o seu sangue.
Pretende descrever um encontro de Jesus com os pagãos, dominados pelas forças do mal, mas enquanto o centurião acreditou e aceitou Jesus, os habitantes de Gádara não crêem e rejeitam-no.

Tuesday, July 4

Terça-feira da Semana XIII do Tempo Comum


Reflexão
São normais as tempestades fortes naquele mar. Jesus parece dormir! Os discípulos, principiantes na fé em Jesus, acordam-no, suplicando que os salve. Uma vez amainado o mar, interrogam-se sobre a identidade deste homem a quem até os ventos e o mar obedecem! As tempestades são muitas, no mar da vida! Deus parece dormir, parece estar ausente! Mas afinal, quem é que está a dormir? Quem é que está ausente? A fé dos discípulos era mesmo principiante. A fé adulta supõe uma confiança incondicional e absolutamente sem limites! Esta deve ser a nossa.

Monday, July 3

Festa de São Tomé, Apóstolo


Reflexão
O martirológio jeronimiano do século VI coloca no dia 3 de Julho a transladação do corpo de São Tomé para Edessa, na actual Turquia. Este apóstolo, também chamado Dídimo, é-nos dado a conhecer sobretudo por São João evangelista. É Tomé que convida os outros apóstolos a acompanharem Jesus para a Judeia, para morrerem com Ele. É a pergunta de Tomé que leva Jesus a definir-se: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Finalmente, Tomé, com a sua incredulidade, que se desvaneceu na presença de Cristo ressuscitado, ajuda-nos a fortalecer a nossa adesão a Jesus, por meio de uma profissão de fé muito clara, a fé pascal da Igreja: Meu Senhor e meu Deus! Temperamento audacioso e cheio de generosidade, percorreu as etapas da fé e professou que Jesus era realmente Deus e Senhor. Como escreve São Gregório Magno, a incredulidade de Tomé foi mais útil à nossa fé do que a fé dos discípulos crentes. Após o Pentecostes, partiu em missão. Sobre a sua vida nada se sabe ao certo, além dos pormenores contidos no Evangelho. Diz-se que pregou o Evangelho na Índia.