Tuesday, April 23

Terça-feira da Oitava da Páscoa


Reflexão
O eco das palavras de Pedro chega até nós: salvai-vos desta sociedade corrompida, aquela que deu morte a Jesus! Ao discurso de Pedro, responderam cerca de três mil fiéis, convertendo-se ao Senhor Jesus Cristo e baptizando-se.
É inútil procurar entre os mortos Aquele que vive! O amor provoca a fé viva no ressuscitado. Lágrimas de dor e sofrimento abrem caminho para ver e reconhecer o Senhor. Onde há dois ou três reunidos em Seu nome, aí se celebra o mistério pascal de Cristo!

Wednesday, April 17

Quarta-feira da Semana Santa


Reflexão
O servo de Yhavé antecipa a Paixão do Messias que, no meio dos sofrimentos, não perde a confiança no Senhor. Assim é todo o justo, quando perseguido e traído. Os planos homicidas dos judeus compram a consciência de Judas por trinta moedas de prata, o preço dum escravo, o preço da traição. Também hoje, muitos perguntam: Quanto há para isso?, vendendo a consciência ao diabo! É assim o mistério do coração humano, capaz do mais nobre e também do mais vil!...

Tuesday, April 16

Terça-feira da Semana Santa


Reflexão
A missão do servo de Yhavé é proclamar a Palavra do Senhor, reunir os sobreviventes de Israel, e ser luz das nações. Tarefa de salvação universal que Jesus realiza em plenitude.
Na mesa da última Ceia, presencia-se um drama de amor, ressentimentos, ambições, traição e negação. A morte de Cristo inclui já a glória da ressurreição. A teologia da cruz e da glória são duas faces da mesma moeda.

Monday, April 15

Segunda-feira da Semana Santa


Reflexão
O servo de Yhavé é a figura do povo de Israel e também do próprio Cristo. Trata-se dum servo compassivo e manso, ungido para proclamar a justiça e libertação dos oprimidos. Cristo é, de facto, o Servo que Deus ungiu e fez aliança com o Seu Povo, a Igreja.
Jesus descansa em casa de seus amigos, Lázaro, Marta e Maria. O ódio a Jesus também se estende a Lázaro, a quem pretendem matar. O gesto de Maria enche de fragrância aquela casa. Judas finge ser amigo dos pobres.

Friday, April 12

Sexta-feira da Semana V da Quaresma



Reflexão
A verdade é incómoda. Os judeus não querem aceitar que Jesus é o Filho de Deus. Por isso o repelem. A história repete-se. Os homens de hoje também julgam bastar-se a si mesmos, e julgam não precisar de Deus para nada. A Humanidade do Filho de Deus torna-o semelhante a qualquer um de nós. Por isso a dificuldade de o identificar. Só pela Fé, dom de Deus, se pode aceitar e compreender esse mistério.

Tuesday, April 9

Terça-feira da Semana V da Quaresma


Reflexão
A serpente de bronze é sinal da cruz de Cristo, Mediador mais excelso que Moisés.
Jesus revela a sua origem, a sua condição divina e a sua próxima morte. Cristo é sinal de contradição; há que optar a favor ou contra Cristo.

Wednesday, April 3

Quarta-feira da Semana IV da Quaresma


Reflexão
A 1ª leitura anuncia o regresso do exílio, utilizando até linguagem que já se tinha referido à saída do Egipto. De facto, a história do povo de Deus é toda ela uma história pascal que deste mundo, a partir de todos os recantos da terra, nos leva ao Pai. A Quaresma é um tempo oportuno para tomar consciência deste regresso a Deus, de quem o pecado nos afastou.
Jesus continua a manifestar-Se como Aquele que é a Vida e que dá a Vida. Tal como o Pai! E tal como o Pai, segundo a poética descrição do Génesis, faz a criação em seis dias e, no último, dá a vida ao homem, assim Jesus ressuscita e dá a Vida no último dia. Mas esse dia é para já aquele que se inaugura na sua ressurreição, e, para cada um de nós, no Baptismo. Nele se exerce o juízo de Deus, condenando o pecado e chamando à graça, destruindo a morte e dando a Vida. Assim se revela a compaixão, o amor de Deus por nós!

Monday, April 1

Segunda-feira da Semana IV da Quaresma


Reflexão
Aproxima-se a Páscoa. O triunfo de Jesus sobre a morte, é também o nosso, desde que vivamos a nossa opção baptismal. O funcionário é exemplo de fé: fé no poder de Jesus, fé na sua palavra e fé na sua Pessoa.
O contacto com Cristo é fonte de vida e nova criação. A oração de petição, como a do funcionário, é o reconhecimento humilde das nossas carências. A oração de louvor e acção de graças deve ser o clima normal da nossa vida.

Friday, March 29

Sexta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
Amar acima de tudo, é o resumo de todos os mandamentos.
Amar a Deus e ao próximo vale mais que todos os holocaustos e sacrifícios.
Ao nível institucional, a estrutura eclesial poderá parecer um emaranhado de preceitos. Mas sob essa estrutura corre a vida: é o amor que devemos a Deus e ao próximo.

Thursday, March 28

Quinta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
Para o profeta Jeremias, o pecado do povo é, sobretudo, a desobediência e obstinação nos seus erros. É a negação da Aliança que leva consigo a ruína. (a 1ª deportação para Babilónia no ano 597 a. C.)
Cristo encontra a mesma obstinação, a mesma cegueira voluntária ante os seus milagres e sinais messiânicos.
A opção é por Cristo ou contra Cristo, pedra de escândalo e sinal de contradição. Não há lugar para titubeio ou divisões.

Wednesday, March 27

Quarta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
A Lei de Deus é Lei de vida. Cumpre os mandamentos e viverás. Jesus veio dar plenitude à Lei e aos Profetas, acentuou a sua importância e criticou a interpretação que dela fizeram as escolas rabínicas. A alternativa que Jesus propõe não é a abolição, mas uma maior perfeição e exigência. Essa será a nova justiça do Reino de Deus.
A Lei nova de Cristo é a Lei do Espírito e fundamenta uma nova moral. Cristo é o cumprimento pleno da Lei e dos Profetas da Antiga Aliança. A primeira Lei da Igreja e do cristão é o amor sem limites, à medida de Cristo.

Tuesday, March 26

Terça-feira da Semana III da Quaresma

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2445
 

Reflexão
O sacrifício que agrada a Deus é a imolação espiritual de cada um de nós. O perdão de Deus é conseguido não através de sacrifícios de carneiros ou de touros, mas sim o sacrifício espiritual da própria vida de cada um de nós. O perdão concedido aos irmãos é condição e medida do perdão que Deus nos concede. Um perdão fraterno e universal.


Monday, March 25

Solenidade litúrgica da Anunciação do Senhor


Reflexão
A hora da salvação chegou. Os tempos do antigo testamento deram lugar ao Tempo definitivo na hora de Deus. Maria aceita livremente os planos salvadores de Deus.
Graças ao seu sim, o Filho de Deus fêz-se Filho do Homem. Deus torna-se Deus connosco, no silêncio de nove meses em gestação. As profecias tornaram-se realidade no seio de Maria. É o mesmo corpo que se imolará na Cruz e se nos dará na Eucaristia. A Anunciação é Festa de Maria, de Cristo e sobretudo a grande Festa da Humanidade.

Friday, March 22

Sexta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
Estamos ante uma parábola-compêndio: a vinha, o dono, os agricultores, os criados, o filho morto e o castigo. Quem é quem nesta parábola? Este é realmente um compêndio da História da salvação, onde está patente o mistério pascal de Cristo. A vinha significa tanto o novo Israel, como o Reino de Deus. Todos os que nele estamos, temos a responsabilidade de produzir frutos de conversão e de boas obras.

Thursday, March 21

Quinta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
A riqueza tem os seus perigos. No Antigo Testamento, a riqueza de bens materiais era um sinal das bênçãos de Deus. O profeta, porém, distingue duas atitudes, dois caminhos e duas consequências: a maldição e a bênção: Deus é que retribui segundo o fruto das próprias obras.
O rico avarento e o pobre Lázaro: duas vidas diferentes e duas sortes finais distintas. A sorte final é consequência do estilo de vida levado nesta vida.
A surdez à palavra de Deus e a cegueira à insensibilidade perante as carências dos irmãos, é um perigo da riqueza. O rico é condenado não por ser rico, mas por ser egoísta. A parábola é para todos: ricos e pobres. Todos temos ao nosso lado algum Lázaro mais pobre do que nós. Só o amor partilhado leva à mudança de estruturas, segundo a justiça.

Wednesday, March 20

Quarta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
As lamentações de Jeremias expressam uma dolorosa experiência de sofrimento. Trata-se de um autêntico relato da Paixão de ou segundo Jeremias sete séculos antes da Paixão de Cristo.
Jesus sobe a Jerusalém consciente daquilo que lá O espera. Pela terceira, vez fala aos discípulos da sua paixão. Os discípulos não conseguem compreender e aceitar tais perspectivas e preferem cultivar as de sucesso e poder e Jesus explica-lhes o sentido da sua missão e o sentido do seguimento que lhes propõe. Quem aspira aos lugares mais elevados no Reino, terá que, como Ele, estar pronto a expiar o pecado do mundo. Ele é o Filho de Deus, veio para servir como o Servo de Deus, oferecendo a sua vida em resgate para que os homens, escravos do pecado e sujeitos à morte, sejam libertados.

Tuesday, March 19

Solenidade litúrgica de São José, esposo de Maria


Reflexão
José de Nazaré, um símbolo do trabalho. Testemunho vivo e actual para o mundo do trabalho. Amor e família, profissão e trabalho, são as duas facetas fundamentais da vida do homem neste mundo. O trabalho não é um fim em si mesmo, mas um meio de realização pessoal, um instrumento ao serviço da pessoa humana.
Dimensões do trabalho: Primazia da dimensão pessoal, com base ética dum justo ordenamento da sociedade. Urge eliminar a exploração do homem pelo homem; a escravização do homem ao trabalho; e urge ainda uma justa retribuição salarial. São José foi modelo de homem justo e trabalhador honrado.

Friday, March 15

Sexta-feira da Semana I da Quaresma

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2421

Reflexão
Deus aposta sempre na vida. Ele não quer a morte de ninguém; só quer que o pecador se converta e viva, e dá sempre uma segunda oportunidade. A nova justiça do Reino de Deus ultrapassa todo o formalismo exterior e atinge o mais profundo do ser humano.

Thursday, March 14

Andar de beiças

Estar amuado com alguém

Quinta-feira da Semana I da Quaresma


Reflexão
A eficácia da oração tem a sua raiz na bondade paternal de Deus. Na oração devemos pedir apenas e só o que Deus quer que peçamos. Rezar sempre, tem de ser o clima habitual de quem se sabe filho de Deus. Assim o têm feito legiões de santos de todos os tempos. A crise de todas as coisas não será uma crise de oração?!
A oração deve atingir toda a vida pessoal do crente, e tal como em Jesus, a oração é vivência pessoal, e só se compreende cabalmente se for vivida em profundidade.