Friday, April 20

Sexta-feira da Semana III da Páscoa

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2025

Reflexão
Cristo declara-Se comida verdadeira... cujos efeitos são a vida e a plena comunhão com Ele... Cristo apresenta já a perspectiva eucarística da Ultima Ceia, nas expressões comer a minha carne e beber o meu sangue que traduzem a realidade sacramental autêntica da Eucaristia. A Comunhão e a Vida eterna são os frutos desse Pão. A Fé e a Eucaristia, duas realidades do mesmo sacramento, que é Cristo.

Thursday, April 19

Quinta-feira da Semana III da Páscoa


Reflexão
A Fé é um dom de Deus que o homem assume como seu, em resposta ao Pai que se lhe revela em Jesus. O tempo eterno entrou no tempo presente, para garantir o tempo futuro. Entretanto, o dom da fé está condicionado por uma atitude responsável: escutar o Pai. No constante peregrinar ao encontro de Deus, pelo deserto da vida. Cristo é a Palavra pessoal do Pai neste reencontro com o Criador.
Cristo interpela o homem sobre a necessidade de comer a sua carne feita pão, para manutenção da fé. Através deste pão, se estabelece uma comunhão constante com a divindade que desemboca necessariamente na comunhão fraterna.

Wednesday, April 18

Quarta-feira da Semana III da Páscoa


Reflexão
Depois do martírio de Estêvão, veio a perseguição da Igreja. Todos se dispersaram pelas terras da Judeia e da Samaria e assim difunde-se o Evangelho fora de Jerusalém. Começa assim uma nova fase na vida da comunidade cristã, porque a perseguição ajudou a Igreja a não adormecer e a reencontrar as suas raízes missionárias assentes no Evangelho de Jesus. Saulo devasta a Igreja e faz muitos prisioneiros. Mas ela expande-se entre aqueles que estão fora do judaísmo: Os que tinham sido dispersos foram de aldeia em aldeia, anunciando a Palavra da Boa Nova.
Eu sou o pão da vida. Jesus apresenta-se como o revelador da verdade, o mestre divino que veio para alimentar os homens. O pão e o maná são símbolo da Sua revelação e da Sua pessoa. Mas, a multidão não quer entender, não reconhece Jesus como Filho de Deus. Então Jesus denuncia a pouca fé das pessoas. Ele fez-se homem, não para fazer a sua vontade, mas a vontade d’Aquele que O enviou: que Eu não perca nenhum daqueles que Ele me deu, mas o ressuscite no último dia.

Tuesday, April 17

Terça-feira da Semana III da Páscoa


Reflexão
O Maná representa um alimento superior. Jesus usa a expressão do Antigo Testamento Eu sou, acrescentando o Pão da Vida.
O Pão da Vida é, portanto, a Pessoa de Jesus, que se revela e exige uma resposta de fé. Ele é a vida imortal prometida ao homem que por Ele vive e por ele morre. As situações de fome no mundo, só serão erradicadas, quando partilharmos uns com ou outros o pão da nossa vida. Crer é proclamar Jesus Cristo, o Ressuscitado de Deus. O que Deus quer é que o pecador se converta e viva. No que respeita à salvação, não pode haver monopólios nem privilégios. A bondade salvadora de Deus é para todos os homens, até aos confins da Terra.

Monday, April 16

Segunda-feira da Semana III da Páscoa


Reflexão
O que importa é aceitar o Enviado do Pai, crer no seu Filho e Messias, Jesus. Por isso, nem só de pão vive o homem. Além dos pães e dos peixes, está a Palavra do Mestre que nos convida a comer a sua carne e a beber o seu sangue. O pão material, é símbolo do pão espiritual. Ainda hoje há multidões que vêm em Cristo o malabarista do pão e dos peixes, pretendendo um Deus de consumo e mercantilista, feito à medida das suas conveniências, debilidade e vícios, como os pagãos que tinham um deus para cada vício. Em Estêvão, em quem os judeus concentram o ódio, a calúnia e logo a prisão, começa a reproduzir-se a Paixão e Morte de Jesus, que tem sido tantas vezes repetida através dos séculos.

Friday, April 13

Sexta-feira da Semana II da Páscoa


Reflexão
Os apóstolos interpretaram os seus sofrimentos como honrarias concedidas por Deus. Tinham-se realizado neles as perseguições anunciadas por Jesus; tinham sido objecto de uma das bem-aventuranças de Jesus; tinham sido equiparados a Jesus. Por isso, puseram-se a pregar, com novo ânimo, a Jesus como Messias e assim cumpriam a vontade de Deus.
A multiplicação dos pães situa-se próximo da Páscoa e é apresentada nos termos da celebração eucarística. Estamos no ambiente da catequese sobre a iniciação cristã celebrada na Vigília pascal. O milagre da multiplicação dos pães introduz simbolicamente o Discurso sobre o pão da vida. Trata-se de um dos sinais realizados por Jesus para revelar a sua identidade, é-nos apresentado como o novo Moisés, guia de um novo êxodo. A multiplicação dos pães também é sinal da Eucaristia.

Thursday, April 12

Quinta-feira da Semana II da Páscoa


Reflexão
Os sanedritas opõem-se ao anúncio pascal dos Apóstolos e prendem-nos de novo. São libertos e anunciam uma vez mais a Cristo ressuscitado.
Crer ou não crer é o dilema radical. Viver ou não viver o Evangelho, é o desafio, cujo resultado está à vista. Jesus é o Filho de Deus, é o seu porta-voz. Só quem acredita nele, tem a vida eterna. Como os apóstolos, também nós recebemos o Espírito Santo, para dar testemunho, para anunciar a Cristo até ao fim do mundo!

Wednesday, April 11

Quarta-feira da Semana II da Páscoa

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2018

Reflexão
Cristo é o grande Sacramento do amor do Pai pelo homem. Toda a sua vida é um percurso pascal de amor ao homem. Uma definição chave que tudo explica: Deus é Amor. Por isso entregou o seu Filho como oferta perene de salvação.
O pecado é a ruptura do Amor de Deus ao homem. Se Cristo veio salvar o mundo, a nossa vocação é salvadora.
O amor é a única resposta à loucura de Deus, de um Deus enamorado dos homens, a ponto de lhes entregar o Seu Filho único!

Tuesday, April 10

Terça-feira da Semana II da Páscoa


Reflexão
Os Actos dos Apóstolos dão-nos um quadro síntese do que eram e como viviam as primeiras comunidades cristãs. Uma fé vivida a sério, que se traduzia na partilha de bens e total ajuda mútua.
Uma Comunidade Sacramento sinal visível da fé no anúncio de Cristo, como centro vital da sua vida; de vida e de amor, aceitando-se alegremente na comunhão da partilha mútua; de oração e comunhão eucarística; do sentido do envio e de missão.
A fé vivida a sério tem de nos levar à comunhão total no amor fraterno.

Monday, April 9

Solenidade da Anunciação do Senhor


Reflexão
A hora da salvação chegou. Os tempos do antigo testamento deram lugar ao Tempo definitivo na hora de Deus. Maria aceita livremente os planos salvadores de Deus.
Graças ao seu sim, o Filho de Deus fêz-se Filho do Homem. Deus torna-se Deus connosco, no silêncio de nove meses em gestação. As profecias tornaram-se realidade no seio de Maria. É o mesmo corpo que se imolará na Cruz e se nos dará na Eucaristia. A Anunciação é Festa de Maria, de Cristo e sobretudo a grande Festa da Humanidade.

Monday, April 2

Segunda-feira da Oitava da Páscoa


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2006

Reflexão
A Ressurreição de Jesus, momento cume da História, é o mistério central da nossa fé. Inaugura uma nova era e um mundo novo, onde a vida e não a morte, tem a última palavra.
Ilumina o problema da vida e morte do homem. O Sepulcro está vazio. Jesus aparece às duas Marias e aos discípulos. Os guardas são subornados pelos Sumos Sacerdotes. O suborno é coisa antiga, e a mentira também. Por isso diz o Apóstolo, celebremos a Festa com o pão ázimo da pureza e da verdade. Aleluia.

Friday, March 23

Sexta-feira da Semana V da Quaresma


Reflexão
A verdade é incómoda. Os judeus não querem aceitar que Jesus é o Filho de Deus. Por isso o repelem. A história repete-se. Os homens de hoje também julgam bastar-se a si mesmos, e julgam não precisar de Deus para nada. A Humanidade do Filho de Deus torna-o semelhante a qualquer um de nós. Por isso a dificuldade de o identificar. Só pela Fé, dom de Deus, se pode aceitar e compreender esse mistério.

Thursday, March 22

Quinta-feira da Semana V da Quaresma


Reflexão
Toda a obra de Jesus é o que é e tem o valor que tem por Ele ser quem é: o Filho de Deus, imagem do Pai. Aquele que estabelece a aliança entre o Pai e os homens. Esta aliança já vem de longe: um dos seus grandes momentos foi quando Deus a fez com Abraão. Mas Jesus é maior do que Abraão, e é antes dele e será depois dele. Por isso, a aliança selada no sangue da sua cruz é aliança eterna, que havemos de recordar perpetuamente, como também Ele jamais a esquecerá.

Tuesday, March 20

Terça-feira da Semana V da Quaresma


Reflexão
A serpente de bronze é sinal da cruz de Cristo, Mediador mais excelso que Moisés.
Jesus revela a sua origem, a sua condição divina e a sua próxima morte. Cristo é sinal de contradição; há que optar a favor ou contra Cristo.

Friday, March 16

Sexta-feira da Semana IV da Quaresma


Reflexão
A pessoa de Jesus suscita interrogações e inquietações crescentes nos seus contemporâneos, enquanto os chefes Judeus, movidos pela sua aversão, decidem rnatá-lO. Jesus aguarda serenamente a hora do Pai. Ele sabia bem donde vinha: Eu não venho de mim mesmo; há um outro, verdadeiro, que me enviou, e que vós não conheceis. Eu é que o conheço, porque procedo dele e foi Ele que me enviou. Com subtil ironia, afirma que a sua origem é efectivamente desconhecida dos que julgam saber muito e, por isso, não o reconhecem como enviado de Deus. Estas palavras ecoam nos ouvidos dos adversários como ironia, insulto e blasfémia. Tentam apoderar-se dEle, mas não conseguem, pois é Ele o Senhor do tempo e das circunstâncias. Submeteu-se totalmente aos desígnios do Pai, e a sua hora ainda não tinha chegado.

Thursday, March 15

Quinta-feira da Semana IV da Quaresma


Reflexão
A Quaresma é tempo particularmente oportuno para nos encontrarmos em Cristo e por Ele sermos levados ao Pai. Jesus apresenta-nos quatro testemunhos que deveriam levar os seus ouvintes a reconhecê-lo como Messias, enviado pelo Pai, como Filho de Deus: as palavras de João Baptista, homem enviado por Deus; as obras que ele mesmo realizou por mandado de Deus; a voz do Pai; e, finalmente, as Escrituras. Estes testemunhos têm duas características que os unem: remetem para o agir salvífico de Deus e não dizem nada de realmente novo.

Tuesday, March 13

Terça-feira da Semana IV da Quaresma


Reflexão
No Antigo Testamento a água é sinal da bênção de Deus e da sua presença salvadora, ou então dos bens messiânicos e da sabedoria, como sucede nos livros proféticos e sapienciais. No Novo testamento a água é o símbolo de vida, ressurreição e anúncio baptismal. O paralítico é imagem da humanidade doente, que aspira pela água da salvação. Também hoje Cristo pergunta-nos se queremos curar-nos das nossas doenças!
Para isso urge rever a nossa opção baptismal, viver de novo o caminho da água e da fé recebida no baptismo.

Monday, March 12

Segunda-feira da Semana IV da Quaresma

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1964

Reflexão
Aproxima-se a Páscoa. O triunfo de Jesus sobre a morte, é também o nosso, desde que vivamos a nossa opção baptismal. O funcionário é exemplo de fé: fé no poder de Jesus, fé na sua palavra e fé na sua Pessoa.
O contacto com Cristo é fonte de vida e nova criação. A oração de petição, como a do funcionário, é o reconhecimento humilde das nossas carências. A oração de louvor e acção de graças deve ser o clima normal da nossa vida.

Friday, March 9

Sexta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
Amar acima de tudo, é o resumo de todos os mandamentos.
Amar a Deus e ao próximo vale mais que todos os holocaustos e sacrifícios.
Ao nível institucional, a estrutura eclesial poderá parecer um emaranhado de preceitos. Mas sob essa estrutura corre a vida: é o amor que devemos a Deus e ao próximo.

Thursday, March 8

Quinta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
Para o profeta Jeremias, o pecado do povo é, sobretudo, a desobediência e obstinação nos seus erros. É a negação da Aliança que leva consigo a ruína. (a 1ª deportação para Babilónia no ano 597 a. C.)
Cristo encontra a mesma obstinação, a mesma cegueira voluntária ante os seus milagres e sinais messiânicos.
A opção é por Cristo ou contra Cristo, pedra de escândalo e sinal de contradição. Não há lugar para titubeio ou divisões.