Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4655
Reflexão
Para a ortodoxia judaica, os publicanos eram ladrões oficiais e, como tais, pessoas a evitar social e religiosamente. Jesus prefere os marginalizados, os pecadores, porque são os que precisam de médico, porque são a razão de ser da sua encarnação. Não patrocina uma religião vazia, como seguro de vida, individualista, mercantilista, ritualista e desencarnada. Ao contrário: anseia que o pecador se converta e viva. Por isso e para isso prefere a misericórdia ao sacrifício.
Friday, July 5
Sexta-feira da Semana XIII do Tempo Comum
Monday, February 15
Segunda-feira da Semana VI do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3324
Reflexão
O pecado gera o pecado. Quem não respeita a Deus não vai respeitar o homem. E assim, o pecado dos primeiros pais começa a alastrar pelo mundo, e logo entre os seus filhos aparece o primeiro homicídio, que testemunha, desde o início, a progressão do mal.
Os fariseus aparecem, geralmente, no Evangelho, como seita de gente conservadora, incapaz de se abrir à novidade da mensagem de Jesus: por isso, sempre O espiam, O julgam e O condenam. Hoje pedem-lhe um sinal do Céu, um sinal espectacular; mas Jesus não pretende causar impressão por meio de atitudes espectaculares ou pela propaganda consumista. O que Ele quer é a fé, e esta só pode andar ligada à boa intenção e à caridade.
Thursday, January 3
Quinta-feira do Tempo do Natal
Thursday, October 15
Quinta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum
Tuesday, February 15
Memória litúrgica de São Cláudio de la Colombière
Leituras e Reflexão (Portal dos Dehonianos)
A narração do dilúvio poderá ter por origem a lembrança de determinadas inundações de especial importância de que o autor sagrado se serviu para dar um ensinamento sobre a justiça e a misericórdia de Deus e sobre o pecado do homem e a salvação oferecida pelo Senhor. De facto, o dilúvio é apresentado como sinal do juízo de Deus, que condena o pecado e salva o justo.
O pecado começa a alastrar no mundo e parece comprometer a bondade da criação realizada por Deus. Deus não se arrepende da criação em si mesma, mas do pecado dos homens que a inquina e corrompe. O arrependimento de Deus corresponde à atitude que os homens deveriam manifestar depois dos seus pecados, mas não manifestam. A intenção divina é de recriar o mundo, de renovar a face da terra. Os que sobrevivem ao dilúvio representam toda a humanidade salva das águas, os pais da nova família humana. Noé torna-se figura de Jesus; o dilúvio esboço do baptismo que nos salva.
O Senhor adverte os seus discípulos de que devem ir além da religião formalista dos fariseus e das preocupações materialistas e políticas para poderem compreender, à luz da fé, os seus milagres. Há coisas mais importantes do que o pão para a boca, e valores que estão antes das cautelas diplomáticas de Herodes. A pessoa de Jesus é suficiente para inspirar toda a confiança aos seus discípulos. O Reino era novidade com que Deus surpreendia a todos. Só os corações simples, abertos e disponíveis o podiam acolher. Por isso, era necessário não se deixar contaminar com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes, com o orgulho e com a soberba. A salvação que nos oferece será realizada na partilha que multiplica o pão e na carne que se torna fonte de vida eterna, na sua passagem pela morte. Será também esse o caminho dos discípulos e da Igreja, se quiserem ser fiéis aos ensinamentos e ao exemplo de Jesus.





