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Friday, July 5

Sexta-feira da Semana XIII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4655

Reflexão
Para a ortodoxia judaica, os publicanos eram ladrões oficiais e, como tais, pessoas a evitar social e religiosamente. Jesus prefere os marginalizados, os pecadores, porque são os que precisam de médico, porque são a razão de ser da sua encarnação. Não patrocina uma religião vazia, como seguro de vida, individualista, mercantilista, ritualista e desencarnada. Ao contrário: anseia que o pecador se converta e viva. Por isso e para isso prefere a misericórdia ao sacrifício.


Monday, February 15

Segunda-feira da Semana VI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3324

Reflexão
O pecado gera o pecado. Quem não respeita a Deus não vai respeitar o homem. E assim, o pecado dos primeiros pais começa a alastrar pelo mundo, e logo entre os seus filhos aparece o primeiro homicídio, que testemunha, desde o início, a progressão do mal.
Os fariseus aparecem, geralmente, no Evangelho, como seita de gente conservadora, incapaz de se abrir à novidade da mensagem de Jesus: por isso, sempre O espiam, O julgam e O condenam. Hoje pedem-lhe um sinal do Céu, um sinal espectacular; mas Jesus não pretende causar impressão por meio de atitudes espectaculares ou pela propaganda consumista. O que Ele quer é a fé, e esta só pode andar ligada à boa intenção e à caridade.

Thursday, January 3

Quinta-feira do Tempo do Natal

A liturgia de hoje é uma rotunda afirmação da nossa condição de Filhos de Deus. Deus ama-nos com o mesmo amor com que ama a Jesus. É desse amor de adopção que Ele nos faz verdadeiramente filhos e irmãos uns dos outros.
Graças a essa adopção, podemos chamar a Deus por Pai. Esta é uma novidade assombrosa. Os desuses das antigas mitologias jamais se preocupavam em partilhar a sua felicidade com os mortais. Esta, a nossa filiação divina, é a Boa Nova avalizada pelo testemunho da Pessoa de Jesus.
Todo o Evangelho, especialmente o do Tempo do Natal, é a alegre notícia do amor de Deus para connosco. A Encarnação de Cristo põe em acção a maior revolução da História.

Thursday, October 15

Quinta-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum



Santa Teresa de Ávila
Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, Espanha, no ano de 1515. Entrou no Carmelo da Incarnação em 1535. Depois de um longo período de tibieza, começou a sua “conversão”, com uma intensa vida mística em contato com Cristo, que a levou ao forte desejo de servir a Igreja do seu tempo, dilacerada pela Reforma protestante. Em 1562, fundou o Carmelo de S. José, em Ávila, onde deu início à reforma da Ordem. Seguiram-se diversas fundações de conventos reformados em Castela e na Andaluzia. A reforma estendeu-se também aos conventos carmelitas masculinos, graças à colaboração de S. João da Cruz, seu diretor espiritual, a partir de 1567. No leito de morte declarou-se feliz por morrer “filha da Igreja”. Faleceu a 4 de Outubro de 1582. Foi canonizada por Gregório XV, em 1623, e declarada Doutora da Igreja por Paulo VI, em 1970.

Tuesday, February 15

Memória litúrgica de São Cláudio de la Colombière

Leituras e Reflexão (Portal dos Dehonianos)

A narração do dilúvio poderá ter por origem a lembrança de determinadas inundações de especial importância de que o autor sagrado se serviu para dar um ensinamento sobre a justiça e a misericórdia de Deus e sobre o pecado do homem e a salvação oferecida pelo Senhor. De facto, o dilúvio é apresentado como sinal do juízo de Deus, que condena o pecado e salva o justo.
O pecado começa a alastrar no mundo e parece comprometer a bondade da criação realizada por Deus. Deus não se arrepende da criação em si mesma, mas do pecado dos homens que a inquina e corrompe. O arrependimento de Deus corresponde à atitude que os homens deveriam manifestar depois dos seus pecados, mas não manifestam. A intenção divina é de recriar o mundo, de renovar a face da terra. Os que sobrevivem ao dilúvio representam toda a humanidade salva das águas, os pais da nova família humana. Noé torna-se figura de Jesus; o dilúvio esboço do baptismo que nos salva.
O Senhor adverte os seus discípulos de que devem ir além da religião formalista dos fariseus e das preocupações materialistas e políticas para poderem compreender, à luz da fé, os seus milagres. Há coisas mais importantes do que o pão para a boca, e valores que estão antes das cautelas diplomáticas de Herodes. A pessoa de Jesus é suficiente para inspirar toda a confiança aos seus discípulos. O Reino era novidade com que Deus surpreendia a todos. Só os corações simples, abertos e disponíveis o podiam acolher. Por isso, era necessário não se deixar contaminar com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes, com o orgulho e com a soberba. A salvação que nos oferece será realizada na partilha que multiplica o pão e na carne que se torna fonte de vida eterna, na sua passagem pela morte. Será também esse o caminho dos discípulos e da Igreja, se quiserem ser fiéis aos ensinamentos e ao exemplo de Jesus.