Friday, May 24

Sexta-feira da Semana V do Tempo Pascal

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2519

Reflexão
Um Novo Mandamento: A amizade de Jesus aos Seus discípulos, é forja de amor fraterno; Trata-se dum novo mandamento cuja medida é o próprio Cristo; O amor fraterno, sinal externo de identificação dos Seus discípulos.
Amai-vos como Eu vos amei: É um desejo-mandato do próprio Cristo; Porquê?!... Porque nos amou primeiro; Porque morreu pelos amigos, que somos todos nós; E Jesus não nos quer servos, mas amigos, filhos.
A Fraternidade como vocação e meta: amor, obediência e amizade são a expressão da comunhão de Jesus com os Seus; O amor mútuo dos Seus seguidores, tem como fruto o martírio; O amor de Deus é para todos sem discriminação; O amor principia e termina em Deus, passando pelo irmão. É um amor em estado de missão!

Thursday, May 23

Quinta-feira da Semana V do Tempo Pascal


Reflexão
A ideia central do Evangelho de hoje é a união permanente do discípulo com Jesus, mediante o amor que se prova na obediência da fé.
Amor e vida, duas realidades equivalentes no Evangelho de João. A permanência no amor de Cristo exige o cumprimento dos Seus mandamentos.
Jesus é Senhor da alegria, graças ao amor e fidelidade que Ele manifesta ao Pai. Faz falta ao mundo uma Igreja portadora da alegria pascal de Cristo, que saiba rir, porque ama, que saiba cantar, porque é fiel. A obediência no amor gera a alegria. O amor chora com os que choram e alegra-se com os que se alegram. A plenitude da alegria do cristão está em testemunhar na vida o pleno gozo pascal.

Wednesday, May 22

Quarta-feira da Semana V do Tempo Pascal


Reflexão
Grande dificuldade, na Igreja primitiva, foi a passagem do Antigo ao Novo Testamento, do judaísmo para o cristianismo. A novidade do cristianismo não era facilmente aceite pelos judeus tradicionalistas. Era a consequência de se confundir o espírito com a letra. A lei de Moisés era o guia para Cristo, e não a palavra definitiva. Para encontrar uma solução para tal questão, reúne-se em Jerusalém um concílio.
A comparação entre o povo de Deus e a vinha é tradicional na Sagrada Escritura. Mas aqui é o próprio Jesus que Se apresenta como a videira, e aos seus discípulos como as varas da mesma. Tal comparação sublinha a identidade de vida, que, procedendo de Jesus, vivifica os membros da sua Igreja. Não se trata apenas de união exterior, mas de comunhão de vida que d’Ele nos vem.

Tuesday, May 21

Terça-feira da Semana V do Tempo Pascal

Reflexão
Dou-vos a minha Paz: A paz como o conjunto dos bens messiânicos; A paz de Deus e a paz dos homens... que diferença?!; Glorificação do final de Jesus.
Os Mensageiros da Paz: O exemplo de Cristo e dos Apóstolos; A Igreja é quem envia sob o impulso do Espírito Santo; Anunciar a paz é fazer a paz; O Testemunho até ao sangue é a bagagem de todo o verdadeiro apóstolo.
Felizes os construtores da Paz: A paz de Deus nasce no coração e é fruto da comunhão com Ele; Da paz brota a unidade e a partilha com os irmãos; A paz é o dom mais precioso que Deus pode conceder aos homens! O mundo de hoje é todo ele um grito pela paz... Haja paz e nunca mais a guerra!

Monday, May 20

Segunda-feira da Semana V do Tempo Pascal

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2515

Reflexão
Estamos hoje durante o percurso da primeira viagem missionária de São Paulo, feita conjuntamente com São Barnabé, e estamos em plena Ásia Menor, a Turquia actual, e na cidade de Listra, terra de pagãos. O ponto de partida para os evangelizar foi uma cura miraculosa; mas essa evangelização não se ficou pelo extraordinário da cura, pelo milagre. A cura foi um sinal: a palavra dos Apóstolos fez a catequese a partir desse sinal. Os Apóstolos procuram ir até a anunciar-lhes o Deus verdadeiro, a partir da experiência que eles agora eram capazes de ter da acção de Deus no meio de si.
A união entre Jesus Cristo e os cristãos vai ser maior depois da sua morte do que o havia sido antes. Os cristãos mostrarão que O amam guardando os seus mandamentos, sobretudo o mandamento do amor fraterno; e o Senhor, que está agora no Pai, vai manifestar-Se-lhes na intimidade profunda do coração, na fé, na esperança e na caridade. Mas toda esta acção divina junto dos homens será fruto do Espírito Santo, o Defensor, o Paráclito, que os discípulos hão-de receber no Pentecostes.

Friday, May 17

Sexta-feira da Semana IV do Tempo Pascal

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2513

Reflexão
O caminho para o Pai: após o anúncio da traição, o ambiente é de desânimo; Jesus fala da casa do Pai e diz-Se o caminho que leva indefectivelmente a ela; é um caminho que evoca o Êxodo do desterro e a peregrinação pelo deserto.
Jesus é Caminho, Verdade e Vida: Casa e Caminho que levam à experiência de comunhão com Deus; Jesus é a verdade no mundo da mentira, a Vida num mundo de morte e destruição. Caminho porque em Si mesmo nos revela Deus; guiado pelo Espírito, o Povo de Deus caminha em direcção ao Pai; Cristo é o amor do Pai ao homem, a imagem visível do Seu Ser invisível.

Wednesday, May 15

Quarta-feira da Semana IV do Tempo Pascal

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2511

Reflexão
Jesus assume uma nova identificação: a Luz. São João no seu Evangelho - o Livro dos Sinais - constata a incredulidade dos judeus. Jesus confia o juízo definitivo à Luz do Mundo e à Palavra do Pai, que é Ele mesmo. Cristo é a Palavra pessoal do Pai, feita Homem: Escutá-Lo, é chegar à Luz e caminhar na Luz; Crer em Cristo é um movimento de adesão e entrega à Sua pessoa; Ele é para nós, princípio de vida e comunhão de amor com Ele.
Enviados para cumprir a missão: Cristo, como Enviado do Pai, transmite fielmente a mensagem dele recebida; A fidelidade à missão exige pregar Cristo e não as próprias ideias; O contexto litúrgico do envio missionário, tal como em Antioquia.

Pensamento do dia: 15-05-2019

Há duas coisas em mim: a gratidão e a incapacidade de deixar de elogiar o que é bem feito. (São Vicente de Paulo)

Tuesday, May 14

Festa litúrgica de São Matias

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=376

Reflexão
Matias ocupa um lugar deixado vazio por Judas. Escolhido pelo Espírito Santo. Os Apóstolos retomam a tarefa apostólica para que se cumpram os planos de Deus; é o Espírito que governa a Igreja e que suscita nela os instrumentos de evangelização necessários; a missão apostólica só será eficaz quando deixar transparecer o amor d'Aquele que os enviou.
Fui Eu que vos escolhi a vós: de servos, passámos a amigos íntimos de Jesus; escolhidos para realizar os desígnios salvadores de Deus; numa abertura de total dedicação e compromisso com os mais carenciados.

Friday, May 10

Sexta-feira da Semana III do Tempo Pascal


Reflexão
Cristo declara-Se comida verdadeira... cujos efeitos são a vida e a plena comunhão com Ele... Cristo apresenta já a perspectiva eucarística da Ultima Ceia, nas expressões comer a minha carne e beber o meu sangue que traduzem a realidade sacramental autêntica da Eucaristia. A Comunhão e a Vida eterna são os frutos desse Pão. A Fé e a Eucaristia, duas realidades do mesmo sacramento, que é Cristo.

Wednesday, May 8

Quarta-feira da Semana III do Tempo Pascal


Reflexão
Eu sou o pão da vida. Jesus apresenta-se como o revelador da verdade, o mestre divino que veio para alimentar os homens. O pão e o maná são símbolo da Sua revelação e da Sua pessoa. Mas, a multidão não quer entender, não reconhece Jesus como Filho de Deus. Então Jesus denuncia a pouca fé das pessoas. Ele fez-se homem, não para fazer a sua vontade, mas a vontade d’Aquele que O enviou: que Eu não perca nenhum daqueles que Ele me deu, mas o ressuscite no último dia.
Ao dar-nos o seu Corpo na Eucaristia, Jesus comunica-nos a sua vida de ressuscitado e alimenta-a em nós. A Eucaristia é penhor de ressurreição. Jesus abriu-nos o caminho da vida eterna porque se entregou à morte por nosso amor. Na Eucaristia, Jesus renova o dom de Si mesmo. Receber a Eucaristia é receber Aquele que se ofereceu por nós até à morte e receber a força para percorrer o mesmo caminho. E, quando surgirem as dificuldades e as perseguições, é o Pão que nos dará força e coragem.

Tuesday, May 7

Terça-feira da Semana III do Tempo Pascal


Reflexão
O Maná representa um alimento superior. Jesus usa a expressão do Antigo Testamento Eu sou, acrescentando o Pão da Vida.
O Pão da Vida é, portanto, a Pessoa de Jesus, que se revela e exige uma resposta de fé. Ele é a vida imortal prometida ao homem que por Ele vive e por ele morre. As situações de fome no mundo, só serão erradicadas, quando partilharmos uns com ou outros o pão da nossa vida. Crer é proclamar Jesus Cristo, o Ressuscitado de Deus. O que Deus quer é que o pecador se converta e viva. No que respeita à salvação, não pode haver monopólios nem privilégios. A bondade salvadora de Deus é para todos os homens, até aos confins da Terra.

Pensamento do dia: 07-05-2019

A rede digital pode ser um lugar rico em humanidade: não é uma rede de cabos, mas de pessoas humanas. (Papa Francisco)

Friday, May 3

Festa litúrgica de São Filipe e São Tiago, Apóstolos

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=387

São Filipe e São Tiago, Apóstolos
Como São Pedro e Santo André, Filipe era natural de Betsaida. O seu nome grego deixa supor que pertencia à comunidade helenista. Foi dos primeiros discípulos a ouvir o chamamento do Senhor: Segue-me. Pôs-se imediatamente ao serviço do Senhor e começou a dedicar-se à missão. Segundo a tradição, São Filipe evangelizou a Turquia, onde morreu mártir.
São Tiago, o Menor, filho de Alfeu, era primo de Jesus e escreveu a Carta de Tiago. Foi testemunha privilegiada da ressurreição do Senhor, ocupando um lugar proeminente na comunidade de Jerusalém. Depois da dispersão dos Apóstolos, nos anos 36-37, aparece como chefe da igreja-mãe. Morreu mártir por volta do ano 62, sendo precipitado pelos Judeus do Templo e lapidado como Estêvão. Na sua carta, deixou-nos o testemunho da prática da Unção dos Enfermos já nos tempos apostólicos.

Reflexão
Cristo é a Palavra do Pai em carne humana: trata-se de um viver e um conhecer pela força da fé; em São João, ver, conhecer e crer, são praticamente sinónimos. Supõem a experiência íntima e pessoal com Deus; Jesus remete às Suas palavras e obras, a prova da Sua união com o Pai.
A contemplação do Pai em Jesus, faz-se extensiva a todos os cristãos que se convertem em sinal da Sua presença no mundo; a fé, unida à oração humilde, tudo acalma; a difusão do Evangelho, acaba muitas vezes em perseguições e sofrimentos; a Palavra de Deus é um desafio constante à liberdade das nossas opções.

Thursday, May 2

Quinta-feira da Semana II do Tempo Pascal

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2500

Reflexão
Os sanedritas opõem-se ao anúncio pascal dos Apóstolos e prendem-nos de novo. São libertos e anunciam uma vez mais a Cristo ressuscitado. Crer ou não crer é o dilema radical. Viver ou não viver o Evangelho, é o desafio. Jesus é o Filho de Deus, é o seu porta-voz. Só quem acredita nele, tem a vida eterna. Como os apóstolos, também nós recebemos o Espírito Santo, para dar testemunho, para anunciar a Cristo até ao fim do mundo!

Wednesday, May 1

Memória litúrgica de São José, Operário


Reflexão
O primeiro de Maio, considerado hoje na Europa o dia da Festa do trabalho, foi, durante muitos anos, nos fins do século XIX e princípios do século XX, um dia de reivindicações e mesmo de lutas violentas pela promoção da classe operária.
A Igreja que se mostrou sempre sensível aos problemas do mundo do trabalho, quis dar uma dimensão cristã a este dia. Nesse sentido, Pio XII, em 1955, colocava a Festa do trabalho sob a protecção de São José, na certeza de que ninguém melhor do que este trabalhador poderia ensinar aos outros trabalhadores a dignidade sublime do trabalho.
Operário durante toda a sua vida, São José teve como companheiro de trabalho, na oficina de Nazaré, o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo.
E foi, na verdade, Jesus que lhe ensinou que o trabalho nos associa ao Criador, dando-nos a possibilidade de aperfeiçoar a natureza, de acabar a criação divina. O trabalho é um serviço prestado aos irmãos. O trabalho é um meio de nos associarmos à obra redentora de Cristo. (Gaudium et Spes, 67).

Tuesday, April 30

Terça-feira da Semana II do Tempo Pascal


Reflexão
Os Actos dos Apóstolos dão-nos um quadro síntese do que eram e como viviam as primeiras comunidades cristãs. Uma fé vivida a sério, que se traduzia na partilha de bens e total ajuda mútua.
Uma Comunidade Sacramento sinal visível da fé no anúncio de Cristo, como centro vital da sua vida; de vida e de amor, aceitando-se alegremente na comunhão da partilha mútua; de oração e comunhão eucarística; do sentido do envio e de missão.
A fé vivida a sério tem de nos levar à comunhão total no amor fraterno.

Monday, April 29

Cassete 80: Stéphanie de Monaco - Irresistible

Artista: Stéphanie de Mônaco
Álbum: Besoin
Data de lançamento: 1986
Gênero: Pop

A princesa Stéphanie aventurou-se como cantora e em 1986, obteve um sucesso inesperado com o tema "Ouragan", que com "Joe Le Taxi" de Vanessa Paradis e "Voyage Voyage" de Desireless, acabaria por formar a trilogia dos hits internacionais da década cantados em francês. A canção tinha sido escrita para Jeanne Mas, uma das principais cantoras francesas da década, mas perante a recusa desta, o compositor Romano Musumarra resolveu oferecê-la a Stéphanie. O lado B do single era a versão em inglês: "Irresistible" (que foi a versão editada em Inglaterra, Alemanha e Áustria).
Inicialmente não havia videoclip da canção, apenas imagens da princesa a gravar a canção, mas quando o tema chegou ao n.º 1 em França, foi feito um videoclip que alterna as versões francesa e inglesa, onde Stéphanie atravessa vários cenários exóticos perseguindo um misterioso homem de chapéu.
"Ouragan" ficaria 10 semanas em n.º 1 no top francês e o segundo single mais vendido de 1986 em terras gaulesas. Obteve também assinalável sucesso em Alemanha, Itália, Suíça, Holanda, Áustria e Portugal.
Fonte: http://enciclopediadecromos.blogspot.com/2012/12/stephanie-do-monaco-ouragan.html

Thursday, April 25

Quinta-feira da Oitava da Páscoa

Os Apóstolos nem queriam acreditar. Imaginavam ver um fantasma. A narração desta aparição aos Onze está na linha da aparição aos discípulos de Emaús. Ante o assombro, Jesus dá provas físicas da sua identidade e explica-lhes a necessidade de que tudo quanto estava escrito a seu respeito, tinha de cumprir-se, como de facto se cumpriu. Jesus abre-lhes a inteligência à compreensão plena das Escrituras.

Wednesday, April 24

Quarta-feira da Oitava da Páscoa


Reflexão
Dois homens, fracassados na fé, caminham para Emaús. Esperavam a libertação do seu povo, e o seu Messias resultou num fracasso. Crucificado, morto e sepultado há três dias, sem nova nem mandato. O Senhor acompanha-os, ainda que não o reconheçam, embora já sintam o seu coração a aquecer-se.
Quando O reconhecem, no partir do pão, voltam para Jerusalém, entusiasmados. Agora acreditam.

Tuesday, April 23

Terça-feira da Oitava da Páscoa


Reflexão
O eco das palavras de Pedro chega até nós: salvai-vos desta sociedade corrompida, aquela que deu morte a Jesus! Ao discurso de Pedro, responderam cerca de três mil fiéis, convertendo-se ao Senhor Jesus Cristo e baptizando-se.
É inútil procurar entre os mortos Aquele que vive! O amor provoca a fé viva no ressuscitado. Lágrimas de dor e sofrimento abrem caminho para ver e reconhecer o Senhor. Onde há dois ou três reunidos em Seu nome, aí se celebra o mistério pascal de Cristo!

Wednesday, April 17

Quarta-feira da Semana Santa


Reflexão
O servo de Yhavé antecipa a Paixão do Messias que, no meio dos sofrimentos, não perde a confiança no Senhor. Assim é todo o justo, quando perseguido e traído. Os planos homicidas dos judeus compram a consciência de Judas por trinta moedas de prata, o preço dum escravo, o preço da traição. Também hoje, muitos perguntam: Quanto há para isso?, vendendo a consciência ao diabo! É assim o mistério do coração humano, capaz do mais nobre e também do mais vil!...

Tuesday, April 16

Terça-feira da Semana Santa


Reflexão
A missão do servo de Yhavé é proclamar a Palavra do Senhor, reunir os sobreviventes de Israel, e ser luz das nações. Tarefa de salvação universal que Jesus realiza em plenitude.
Na mesa da última Ceia, presencia-se um drama de amor, ressentimentos, ambições, traição e negação. A morte de Cristo inclui já a glória da ressurreição. A teologia da cruz e da glória são duas faces da mesma moeda.

Monday, April 15

Segunda-feira da Semana Santa


Reflexão
O servo de Yhavé é a figura do povo de Israel e também do próprio Cristo. Trata-se dum servo compassivo e manso, ungido para proclamar a justiça e libertação dos oprimidos. Cristo é, de facto, o Servo que Deus ungiu e fez aliança com o Seu Povo, a Igreja.
Jesus descansa em casa de seus amigos, Lázaro, Marta e Maria. O ódio a Jesus também se estende a Lázaro, a quem pretendem matar. O gesto de Maria enche de fragrância aquela casa. Judas finge ser amigo dos pobres.

Friday, April 12

Sexta-feira da Semana V da Quaresma



Reflexão
A verdade é incómoda. Os judeus não querem aceitar que Jesus é o Filho de Deus. Por isso o repelem. A história repete-se. Os homens de hoje também julgam bastar-se a si mesmos, e julgam não precisar de Deus para nada. A Humanidade do Filho de Deus torna-o semelhante a qualquer um de nós. Por isso a dificuldade de o identificar. Só pela Fé, dom de Deus, se pode aceitar e compreender esse mistério.

Tuesday, April 9

Terça-feira da Semana V da Quaresma


Reflexão
A serpente de bronze é sinal da cruz de Cristo, Mediador mais excelso que Moisés.
Jesus revela a sua origem, a sua condição divina e a sua próxima morte. Cristo é sinal de contradição; há que optar a favor ou contra Cristo.

Wednesday, April 3

Quarta-feira da Semana IV da Quaresma


Reflexão
A 1ª leitura anuncia o regresso do exílio, utilizando até linguagem que já se tinha referido à saída do Egipto. De facto, a história do povo de Deus é toda ela uma história pascal que deste mundo, a partir de todos os recantos da terra, nos leva ao Pai. A Quaresma é um tempo oportuno para tomar consciência deste regresso a Deus, de quem o pecado nos afastou.
Jesus continua a manifestar-Se como Aquele que é a Vida e que dá a Vida. Tal como o Pai! E tal como o Pai, segundo a poética descrição do Génesis, faz a criação em seis dias e, no último, dá a vida ao homem, assim Jesus ressuscita e dá a Vida no último dia. Mas esse dia é para já aquele que se inaugura na sua ressurreição, e, para cada um de nós, no Baptismo. Nele se exerce o juízo de Deus, condenando o pecado e chamando à graça, destruindo a morte e dando a Vida. Assim se revela a compaixão, o amor de Deus por nós!

Monday, April 1

Segunda-feira da Semana IV da Quaresma


Reflexão
Aproxima-se a Páscoa. O triunfo de Jesus sobre a morte, é também o nosso, desde que vivamos a nossa opção baptismal. O funcionário é exemplo de fé: fé no poder de Jesus, fé na sua palavra e fé na sua Pessoa.
O contacto com Cristo é fonte de vida e nova criação. A oração de petição, como a do funcionário, é o reconhecimento humilde das nossas carências. A oração de louvor e acção de graças deve ser o clima normal da nossa vida.

Friday, March 29

Sexta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
Amar acima de tudo, é o resumo de todos os mandamentos.
Amar a Deus e ao próximo vale mais que todos os holocaustos e sacrifícios.
Ao nível institucional, a estrutura eclesial poderá parecer um emaranhado de preceitos. Mas sob essa estrutura corre a vida: é o amor que devemos a Deus e ao próximo.

Thursday, March 28

Quinta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
Para o profeta Jeremias, o pecado do povo é, sobretudo, a desobediência e obstinação nos seus erros. É a negação da Aliança que leva consigo a ruína. (a 1ª deportação para Babilónia no ano 597 a. C.)
Cristo encontra a mesma obstinação, a mesma cegueira voluntária ante os seus milagres e sinais messiânicos.
A opção é por Cristo ou contra Cristo, pedra de escândalo e sinal de contradição. Não há lugar para titubeio ou divisões.

Wednesday, March 27

Quarta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
A Lei de Deus é Lei de vida. Cumpre os mandamentos e viverás. Jesus veio dar plenitude à Lei e aos Profetas, acentuou a sua importância e criticou a interpretação que dela fizeram as escolas rabínicas. A alternativa que Jesus propõe não é a abolição, mas uma maior perfeição e exigência. Essa será a nova justiça do Reino de Deus.
A Lei nova de Cristo é a Lei do Espírito e fundamenta uma nova moral. Cristo é o cumprimento pleno da Lei e dos Profetas da Antiga Aliança. A primeira Lei da Igreja e do cristão é o amor sem limites, à medida de Cristo.

Tuesday, March 26

Terça-feira da Semana III da Quaresma

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2445
 

Reflexão
O sacrifício que agrada a Deus é a imolação espiritual de cada um de nós. O perdão de Deus é conseguido não através de sacrifícios de carneiros ou de touros, mas sim o sacrifício espiritual da própria vida de cada um de nós. O perdão concedido aos irmãos é condição e medida do perdão que Deus nos concede. Um perdão fraterno e universal.


Monday, March 25

Solenidade litúrgica da Anunciação do Senhor


Reflexão
A hora da salvação chegou. Os tempos do antigo testamento deram lugar ao Tempo definitivo na hora de Deus. Maria aceita livremente os planos salvadores de Deus.
Graças ao seu sim, o Filho de Deus fêz-se Filho do Homem. Deus torna-se Deus connosco, no silêncio de nove meses em gestação. As profecias tornaram-se realidade no seio de Maria. É o mesmo corpo que se imolará na Cruz e se nos dará na Eucaristia. A Anunciação é Festa de Maria, de Cristo e sobretudo a grande Festa da Humanidade.

Friday, March 22

Sexta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
Estamos ante uma parábola-compêndio: a vinha, o dono, os agricultores, os criados, o filho morto e o castigo. Quem é quem nesta parábola? Este é realmente um compêndio da História da salvação, onde está patente o mistério pascal de Cristo. A vinha significa tanto o novo Israel, como o Reino de Deus. Todos os que nele estamos, temos a responsabilidade de produzir frutos de conversão e de boas obras.

Thursday, March 21

Quinta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
A riqueza tem os seus perigos. No Antigo Testamento, a riqueza de bens materiais era um sinal das bênçãos de Deus. O profeta, porém, distingue duas atitudes, dois caminhos e duas consequências: a maldição e a bênção: Deus é que retribui segundo o fruto das próprias obras.
O rico avarento e o pobre Lázaro: duas vidas diferentes e duas sortes finais distintas. A sorte final é consequência do estilo de vida levado nesta vida.
A surdez à palavra de Deus e a cegueira à insensibilidade perante as carências dos irmãos, é um perigo da riqueza. O rico é condenado não por ser rico, mas por ser egoísta. A parábola é para todos: ricos e pobres. Todos temos ao nosso lado algum Lázaro mais pobre do que nós. Só o amor partilhado leva à mudança de estruturas, segundo a justiça.

Wednesday, March 20

Quarta-feira da Semana II da Quaresma


Reflexão
As lamentações de Jeremias expressam uma dolorosa experiência de sofrimento. Trata-se de um autêntico relato da Paixão de ou segundo Jeremias sete séculos antes da Paixão de Cristo.
Jesus sobe a Jerusalém consciente daquilo que lá O espera. Pela terceira, vez fala aos discípulos da sua paixão. Os discípulos não conseguem compreender e aceitar tais perspectivas e preferem cultivar as de sucesso e poder e Jesus explica-lhes o sentido da sua missão e o sentido do seguimento que lhes propõe. Quem aspira aos lugares mais elevados no Reino, terá que, como Ele, estar pronto a expiar o pecado do mundo. Ele é o Filho de Deus, veio para servir como o Servo de Deus, oferecendo a sua vida em resgate para que os homens, escravos do pecado e sujeitos à morte, sejam libertados.

Tuesday, March 19

Solenidade litúrgica de São José, esposo de Maria


Reflexão
José de Nazaré, um símbolo do trabalho. Testemunho vivo e actual para o mundo do trabalho. Amor e família, profissão e trabalho, são as duas facetas fundamentais da vida do homem neste mundo. O trabalho não é um fim em si mesmo, mas um meio de realização pessoal, um instrumento ao serviço da pessoa humana.
Dimensões do trabalho: Primazia da dimensão pessoal, com base ética dum justo ordenamento da sociedade. Urge eliminar a exploração do homem pelo homem; a escravização do homem ao trabalho; e urge ainda uma justa retribuição salarial. São José foi modelo de homem justo e trabalhador honrado.

Friday, March 15

Sexta-feira da Semana I da Quaresma

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2421

Reflexão
Deus aposta sempre na vida. Ele não quer a morte de ninguém; só quer que o pecador se converta e viva, e dá sempre uma segunda oportunidade. A nova justiça do Reino de Deus ultrapassa todo o formalismo exterior e atinge o mais profundo do ser humano.

Thursday, March 14

Andar de beiças

Estar amuado com alguém

Quinta-feira da Semana I da Quaresma


Reflexão
A eficácia da oração tem a sua raiz na bondade paternal de Deus. Na oração devemos pedir apenas e só o que Deus quer que peçamos. Rezar sempre, tem de ser o clima habitual de quem se sabe filho de Deus. Assim o têm feito legiões de santos de todos os tempos. A crise de todas as coisas não será uma crise de oração?!
A oração deve atingir toda a vida pessoal do crente, e tal como em Jesus, a oração é vivência pessoal, e só se compreende cabalmente se for vivida em profundidade.

Wednesday, March 13

Quarta-feira da Semana I da Quaresma


Reflexão
Os conterrâneos de Jesus fogem à conversão; por isso Jesus põe em confronto a sua atitude com a atitude dos que ouviram a pregação de Jonas e converteram-se. Urge acolher com ânimo contrito e humilde o convite de Deus à conversão. Esta não se baseia em milagres publicitários, mas na aceitação do grande sinal de Deus que é Jesus. Deus respeita a liberdade humana. Ele quer opções livres e não servilismo de escravos! Os sinais da conversão evangélica são: aceitação serena da cruz de cada dia; coerência com a nossa opção baptismal; ruptura com tudo o que é contrário aos critérios do Evangelho; a prova duma vida de testemunho, de comunhão com Deus e com os irmãos.

Tuesday, March 12

Terça-feira da Semana I da Quaresma


Reflexão
O perdão é resposta concreta à Palavra da Deus. A oração não é palavreado barato e sem sentido. Jesus apresenta o Pai-nosso como o modelo de oração partilhada. É resposta de fé ao Deus que nos fala por Cristo. O perdão das ofensas é caminho de Quaresma. Deus é nosso Pai. O Pai de todos, por adopção. Somos filhos pela fé, pelo baptismo e pelo espírito de filiação. A fraternidade universal fundamenta-se na Paternidade de Deus. Daí, as condições essenciais para a reza do Pai Nosso.

Friday, March 8

Sexta-feira depois das Cinzas


Reflexão
O formulismo religioso e hipócrita é alvo de denúncia. Jejuns e ritos sem justiça, são pura magia. A prática religiosa deve supor, como conteúdo, as disposições do coração.
A Igreja mantém o jejum apenas duas vezes ao ano: na Quarta-feira de Cinzas e na sexta-feira Santa.
É preciso fazer jejum no egoísmo, na auto-suficiência, na intolerância, no consumismo, no ódio, para dar passo ao amor e à confraternidade universal. A penitência quaresmal é sobretudo partilha dos bens materiais e espirituais, com os mais pobres!

Thursday, March 7

Quinta-feira depois das Cinzas


Reflexão
Israel encontra-se ante o dilema: servir o Senhor ou servir a idolatria. Tal alternativa supõe liberdade e opção amadurecida e tem consequências diferentes. A condição para seguir a Cristo é perder a vida para a poder ganhar. O ponto de referência na caminhada da conversão, é a Páscoa. O caminho da Quaresma tem importância vital na conversão pessoal, numa dimensão comunitária. Entregar-se a Cristo é salvar a Vida.

Wednesday, March 6

Quarta-feira de Cinzas


Reflexão
Quatrocentos anos antes de Cristo, já o profeta Joel apela dramaticamente ao seu povo: Convertei-vos ao Senhor, vosso Deus. A conversão do coração é, portanto, fundamental e urgente. A Quaresma é um tempo favorável para a reconciliação com Deus e com os irmãos. Essa fidelidade a Deus exprime-se também pela esmola, a oração e o jejum.

Tuesday, March 5

Terça-feira da Semana VIII do Tempo Comum


Reflexão
Jesus esclarece a Pedro e a todos os que o seguirem, que a recompensa já aqui na terra, será de cem vezes mais. Certamente não na quantidade, mas sobretudo na qualidade. Deixando tudo, o discípulo encontrará na Comunidade do Reino, maior felicidade que toda a que deixou!... Felicidade que não exclui a cruz, por que esta é consubstancial ao seguimento de Cristo e garantia duma felicidade eterna incomparável. O desprendimento e o espírito de pobreza, livremente abraçados, são já uma antecipação da libertação futura.

Thursday, February 28

Quinta-feira da Semana VII do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2409

Reflexão
Jesus condena o escândalo, sobretudo se praticado junto das crianças. Tal como as riquezas, há também outras forças que dificultam a entrada no Reino. O Reino deverá estar acima de tudo, como um bem supremo que exige toda a espécie de sacrifício. O escândalo é provocar, seduzir, incitar, e estimular ao mal.

Friday, February 22

Festa litúrgica da Cadeira de São Pedro, Apóstolo


Reflexão
Pedro é Cabeça do Colégio Apostólico e Mestre supremo da verdade. O papa, sucessor de Pedro, é o fundamento perpétuo e visível da unidade da Igreja, o sacramento perene dessa unidade.
Foi essa a vontade de Cristo, e para isso deu-lhe a Sua própria autoridade e segurança. Aceitar o ensinamento do Papa é a melhor maneira de honrar a Cátedra de Pedro. A sua missão, cuidar do Rebanho.
Esta Festa de São Pedro significa a Unidade da Igreja. Cristo, pedra viva, garante à sua Igreja, edificada sobre Pedro, a vitória sobre os poderes da morte.

Thursday, February 21

Quinta-feira da Semana VI do Tempo Comum


Reflexão
Como quando da criação, também depois do dilúvio, é um mundo que surge das mãos de Deus. Deus conclui uma aliança com Noé e seus descendentes. As alianças são geralmente acompanhadas de um sinal que, sempre que venha a repetir-se, recordará e como que manterá viva essa aliança. Assim, os nossos antepassados viram no arco-íris, que surgiu depois do dilúvio e que era para eles tão misterioso, o sinal bem visível e tão belo dessa aliança, então ainda a Velha Aliança. Daí que a tradição o designou por Arco da Velha, da Velha Aliança.
A pessoa de Jesus é grande mistério que só a luz de Deus pode desvendar. Foi esta luz que abriu os olhos a Pedro e o levou direito ao essencial: Tu és o Messias, o Cristo, o Ungido de Deus. E foi esta revelação que lhe mereceu ser depois enviado por Jesus ao meio dos homens para os reconduzir a Deus, e finalmente lhe mereceu a graça suprema do testemunho até ao sangue, no seguimento do seu Senhor, que, primeiro do que ele, foi imolado na Cruz. Mas quem poderia desde já acreditá-lo? Nem Pedro; para ele, o Messias não poderia vir a sofrer e, muito menos, a ser morto pelos homens. Faltava-lhe ainda longo caminho de fé. Não tinha ainda em vista os caminhos de Deus, mas apenas os dos homens. Faltava-lhe subir do homem até Deus; isso, só a ressurreição o viria a realizar.

Wednesday, February 20

Quarta-feira da Semana VI do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2400

Reflexão
Noé, o que foi salvo do dilúvio, é a personagem principal desta narração. Narrações como esta não são para se tomarem à letra; trata-se de narrativas poéticas, cujo sentido se há-de procurar através da sua linguagem simbólica. Aqui o importante é que a aliança de Deus será sempre mais forte que a desunião e a maldade dos homens. A catástrofe passa gigantesca, mas imediatamente dela nasce uma nova ordem para o mundo, marcada pelo selo da Aliança. É já uma figura antecipada do Mistério Pascal do Senhor.
A cura dos cegos realiza à letra a palavra dos profetas, que apresentam tais prodígios como sinais dos tempos messiânicos. A cura deste cego aparece como qualquer coisa que se realiza de maneira progressiva e aparentemente difícil. Talvez o Evangelho, que a apresenta imediatamente antes da confissão de fé de Pedro, queira referir-se aos esforços de Jesus por abrir os olhos dos discípulos para que estes compreendam o que Ele lhes faz e lhes diz.

Monday, February 18

Memória litúrgica de São Teotónio, presbítero

São Teotónio
Segundo a tradição, São Teotónio nasceu em Ganfei, concelho de Valença, no Minho, em 1082. Foi confiado aos cuidados de seu tio, Crescêncio, bispo de Coimbra. Em Viseu, foi ordenado presbítero onde foi prior da Sé. Neste cargo, usou de grande influência a favor do infante Afonso Henriques na luta pela independência contra sua mãe D. Teresa. Duas vezes foi a Jerusalém e aí aprendeu o desapego pelas coisas do mundo. Quiseram que ele fosse superior da comunidade dos cónegos regrantes de Santo Agostinho em Jerusalém mas ele recusou, regressando a Portugal
Foi convidado pelo arcebispo de Coimbra a fundar naquela cidade uma nova congregação de frades agostinhos, aquilo que se veio a tornar o mosteiro de Santa Cruz, do qual Teotónio foi eleito primeiro prior. Exerceu as suas funções, dando exemplo grandioso de virtudes, entre as quais sobressaía o sua humildade, austeridade e caridade para com os pobres. Por sua intercessão, o Senhor operava um grande número de prodígios. A sua proximidade com D. Afonso Henriques tornou-o conselheiro espiritual do rei e da rainha, exortando-os à prática da caridade para com os vencidos nas batalhas e nos ataques aos castelos. Entre os seus amigos pessoais contava-se S. Bernardo de Claraval.
Em 1152 renunciou ao priorado de Santa Cruz e, em 1153, ao bispado de Coimbra, para que tinha sido convidado pelo Papa. Morreu em 1162 e a sua partida para a casa do Pai foi acompanhada, segundo a tradição, de sinais no céu e de prodigiosos milagres. Foi canonizado um ano após a sua morte.


Reflexão
O pecado gera o pecado. Quem não respeita a Deus não vai respeitar o homem. E assim, o pecado dos primeiros pais começa a alastrar pelo mundo, e logo entre os seus filhos aparece o primeiro homicídio, que testemunha, desde o início, a progressão do mal.
Os fariseus aparecem, geralmente, no Evangelho, como seita de gente conservadora, incapaz de se abrir à novidade da mensagem de Jesus: por isso, sempre O espiam, O julgam e O condenam. Hoje pedem-lhe um sinal do Céu, um sinal espectacular; mas Jesus não pretende causar impressão por meio de atitudes espectaculares ou pela propaganda consumista. O que Ele quer é a fé, e esta só pode andar ligada à boa intenção e à caridade.

Friday, February 15

Sexta-feira da Semana V do Tempo Comum


Reflexão
O primeiro acto de orgulho do homem é também o seu primeiro pecado, um atentado à soberania de Deus, uma afirmação de independência em relação ao Senhor, quando o homem é a mais bela criatura deste mundo, mas criatura. O homem tanto mais se terá realizado, quanto mais se mantiver no caminho que leva a Deus.
Jesus, ao dar vista aos cegos, ouvido aos surdos e voz aos mudos, está a dar cumprimento ao que os profetas tinham anunciado. Deste modo, ao mostrar compaixão para com os doentes e infelizes, Jesus revela-Se, ao mesmo tempo e por esse mesmo processo, o Messias, o Enviado, o Ungido de Deus. E o que se passa na ordem corporal, passa-se, ainda mais, na ordem espiritual. Quando o homem se aproxima de Jesus Cristo, Ele faz com que se possa ouvir a palavra de Deus e professar a fé que por ela nos vem. É assim que o Ritual do Baptismo o entende, quando logo depois do banho da regeneração, põe quase estas mesmas palavras na boca do ministro que baptiza.

Thursday, February 14

Festa litúrgica de São Cirilo, monge, e São Metódio, bispo, Padroeiros da Europa




Reflexão
A seara do mundo é o vasto campo de trabalho do apóstolo evangelizador, tão necessário para a Igreja de hoje.
Para que haja mais trabalhadores disponíveis, Jesus recomenda a oração insistente ao Dono da seara.
Cirilo e Metódio, os missionários da Morávia e da Croácia, são exemplo e modelo de fidelidade ao mandato missionário do Senhor. João Paulo II declarou-os co-patronos da Europa.
Conjuntamente com São Bento, constituem a origem cristã do velho continente europeu, ainda que os políticos prefiram não falar dela.

Wednesday, February 13

Quarta-feira da Semana V do Tempo Comum

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2392

Reflexão
Na 1ª leitura de hoje apresenta-se a criação do homem, sem referência à criação do mundo. É uma narrativa de origem diferente da do 1º capítulo. Deus é representado como o oleiro que modela o barro e depois lhe dá a vida. O homem deve agora reconhecer Deus como sua origem, seu Criador. O fruto proibido é outra maneira poética de apresentar a soberania de Deus e a faculdade de decisão de que o homem deve usar para se conduzir, reconhecendo a sua situação em relação a Deus. E não há outra maneira de ele se realizar.