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Wednesday, October 16

Memória litúrgica de Santa Margarida Maria Alacoque

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2661

Santa Margarida Maria Alacoque, Virgem

Nasceu em 1647 na diocese de Autun (França) no ano de 1647. Entrou no mosteiro da Visitação, em Paray-le-Monial, quando tinha 27 anos de idade, progrediu de modo admirável no caminho da perfeição. Na capela desse mosteiro teve revelações místicas, particularmente sobre a devoção ao Coração de Jesus, recebendo a missão de divulgar a devoção ao mesmo Sagrado Coração, com o apoio e a ajuda de São Cláudio de La Colombière e contribuiu muito para introduzir o seu culto na Igreja. Morreu a 17 de Outubro de 1690, sendo canonizada por Bento XV, em 1920. Santa Margarida Maria é um dos padroeiros da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus, Dehonianos.

Reflexão

Jesus interpela os fariseus porque se preocupam com minúcias e desprezam o principal. São escravos da vaidade e do orgulho, sepulcros caiados, repletos de hipocrisia e corrupção e, em vez de guias, converteram-se em ditadores da opressão. Jesus respeita a observância da Lei, mas diz que a primazia pertence à justiça e ao amor. Exemplo para os cristãos que devem libertar-se dos esquemas legalistas e procurar um clima filial de liberdade em Cristo. Para o cristão, a Lei é Cristo que se define por um total amor aos homens a quem fez irmãos.

Wednesday, March 7

Quarta-feira da Semana III da Quaresma


Reflexão
A Lei de Deus é Lei de vida. Cumpre os mandamentos e viverás. Jesus veio dar plenitude à Lei e aos Profetas, acentuou a sua importância e criticou a interpretação que dela fizeram as escolas rabínicas. A alternativa que Jesus propõe não é a abolição, mas uma maior perfeição e exigência. Essa será a nova justiça do Reino de Deus.
A Lei nova de Cristo é a Lei do Espírito e fundamenta uma nova moral. Cristo é o cumprimento pleno da Lei e dos Profetas da Antiga Aliança. A primeira Lei da Igreja e do cristão é o amor sem limites, à medida de Cristo.

Wednesday, March 22

Quarta-feira da Semana III da Quaresma



Reflexão
A Lei de Deus é Lei de vida. Cumpre os mandamentos e viverás. Jesus veio dar plenitude à Lei e aos Profetas, acentuou a sua importância e criticou a interpretação que dela fizeram as escolas rabínicas. A alternativa que Jesus propõe não é a abolição, mas uma maior perfeição e exigência. Essa será a nova justiça do Reino de Deus.
A Lei nova de Cristo é a Lei do Espírito e fundamenta uma nova moral. Cristo é o cumprimento pleno da Lei e dos Profetas da Antiga Aliança. A primeira Lei da Igreja e do cristão é o amor sem limites, à medida de Cristo.

Sunday, February 12

Domingo VI do Tempo Comum


A Palavra de Deus deste 6º Domingo do Tempo Comum convida-nos a reflectir sobre o projecto que Deus nos deu para assumirmos com convicção a vida cristã.
Apela-nos à vivência da perfeição e à radicalidade de vida, a irmos ao fundamental da Sua mensagem: o cumprimento da Lei de Deus, que não passa por um cumprimento à letra e rigoroso mas a sabermos ser verdadeiramente livres e sábios para descobrirmos o amor de Deus e a caridade para com os outros.
Jesus veio propor-nos a perfeição dos mandamentos e da Lei. Ele não veio para abolir a lei que Deus ofereceu ao Seu povo no Sinai.
A proposta de Jesus é ir mais além da lei e assumir uma atitude interior de compromisso e responsabilidade com Deus tendo cumprimento na vida concreta de cada dia. Significa levar às últimas consequências e o cumprimento da Lei exige uma justiça ainda maior: se a vossa justiça não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos Céus.
Jesus apresenta-nos quatro exemplos bem concretos desta nova maneira de perceber e viver a Lei de Deus: nas relações com os outros, no adultério, no divórcio e na questão do juramento. É preciso um clima de sinceridade, de confiança, de verdade, de lealdade. A vossa linguagem deve ser: Sim, sim; não, não. O que passa disto vem do Maligno. É necessário haver uma coerência de vida, banir a mentira e guiar-se pelo Espírito de verdade e da Lei.
Peçamos ao Senhor que nos faça compreender a lei do amor. A cada um de nós é dirigida a exortação de Paulo: Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem (Rm 12, 21). E ainda: Não nos cansemos de fazer o bem (Gal 6, 9). Como diz o Papa Francisco, na Evangelii Gaudium, Não deixemos que nos roubem o ideal do amor fraterno.

Wednesday, June 8

Quarta-feira da Semana X do Tempo Comum



A justificação opera-se pela Fé em Jesus Cristo
Toda a Lei e os Profetas têm pleno cumprimento em Cristo. Ele é a plenitude da Lei. Não veio revogar mas aperfeiçoar, levar à perfeição, que se cumpra a Lei na Nova Aliança, no seu mistério pascal. Sendo assim, a justificação plena vem-nos pela fé em Jesus Cristo, tal como sempre defendeu São Paulo, não bastando a mediação da Lei Antiga, nem as suas minuciosas explanações. É preciso, portanto, nesta Nova Aliança, a comunhão com Deus mediante a fé no seu Filho, Jesus Cristo, para se atingir a justificação plena.

Friday, August 21

Sexta-feira da Semana XX do Tempo Comum



Reflexão
Rute, estrangeira ao povo de Deus por sua origem, nele entrou pelo casamento com um filho de israelitas enviuvou, mas, depois de enviuvar, não quis voltar para o seu povo de origem, os moabitas, como podia ter feito, mas preferiu voltar com a sogra para a terra desta, Belém. Aí casou de novo com outro israelita, Booz, e assim veio a tornar-se uma das ascendentes do rei David, e, por este, do Messias.
Não deixa de ser muito impressionante que toda a Lei de Deus se venha a resumir no amor a Deus e ao próximo, realizando assim a aliança mais perfeita que jamais existiu, e que é afinal todo o desígnio de Deus sobre o mundo: uma Aliança de amor perfeita e eterna.

Thursday, August 7

Quinta-feira da Semana XVIII do Tempo Comum


Liturgia da Palavra

Leitura do Livro de Jeremias
Dias virão, diz o Senhor, em que estabelecerei com a casa de Israel e com a casa de Judá uma aliança nova. Não será como a aliança que firmei com os seus pais, no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egipto, aliança que eles violaram, embora Eu exercesse o meu domínio sobre eles, diz o Senhor. Esta é a aliança que estabelecerei com a casa de Israel, naqueles dias, diz o Senhor: Hei-de imprimir a minha lei no íntimo da sua alma e gravá-la-ei no seu coração. Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Já não terão de se instruir uns aos outros, nem de dizer cada um a seu irmão: «Aprendei a conhecer o Senhor». Todos eles Me conhecerão, desde o maior ao mais pequeno, diz o Senhor. Porque vou perdoar os seus pecados e não mais recordarei as suas faltas.


Salmo 50 (51)
Refrão: Dai-me, Senhor, um coração puro.

Criai em mim, ó Deus, um coração puro
e fazei nascer dentro de mim um espírito firme.
Não queirais repelir-me da vossa presença
e não retireis de mim o vosso espírito de santidade.

Dai-me de novo a alegria da vossa salvação
e sustentai-me com espírito generoso.
Ensinarei aos pecadores os vossos caminhos
e os transviados hão-de voltar para Vós.

Não é do sacrifício que Vos agradais
e, se eu oferecer um holocausto, não o aceitareis.
Sacrifício agradável a Deus é o espírito arrependido:
não desprezeis, Senhor,
um espírito humilhado e contrito.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 16, 13-23)
Naquele tempo, Jesus foi para os lados de Cesareia de Filipe e perguntou aos seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do homem?». Eles responderam: «Uns dizem que é João Baptista, outros que é Elias, outros que é Jeremias ou algum dos profetas». Jesus perguntou: «E vós, quem dizeis que Eu sou?». Então, Simão Pedro tomou a palavra e disse: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo». Jesus respondeu-lhe: «Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai que está nos Céus. Também Eu te digo: Tu és Pedro; sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos Céus». Então, Jesus ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que Ele era o Messias. E começou a explicar aos seus discípulos que tinha de ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas; que tinha de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia. Pedro, tomando-O à parte, começou a contestá-l’O, dizendo: «Deus Te livre de tal, Senhor! Isso não há-de acontecer!» Jesus voltou-Se para Pedro e disse-lhe: «Vai-te daqui, Satanás. Tu és para mim uma ocasião de escândalo, pois não tens em vista as coisas de Deus, mas dos homens».


Reflexão
O texto que hoje escutamos é o testemunho espiritual de Jeremias, síntese do seu pensamento e da sua obra e síntese de toda a literatura profética: o oráculo da nova Aliança, no Livro da Consolação de Jeremias.
Esta nova Aliança será diferente da primeira, a do Sinai: Não será como a aliança que estabeleci com seus pais, quando os tomei pela mão para os fazer sair da terra do Egipto. Enquanto no Sinai as leis foram escritas em tábuas de pedra, eram leis exteriores, que não mudavam o coração do homem, agora são escritas no coração da pessoa, são leis interiores: Imprimirei a minha lei no seu íntimo e gravá-la-ei no seu coração.
Antes de anunciar aos discípulos a sua morte, Jesus pede-lhes um acto de fé n’Ele. É Pedro quem o faz. A este acto de fé, em que Pedro declara: “Tu és o Messias...”, Jesus responde imediata e directamente: Tu és Pedro, recebe de Jesus plena autoridade sobre a comunidade dos discípulos. A Igreja será edificada, como sobre uma rocha, sobre este acto de fé de Pedro. Mas, se Pedro professa a fé no Filho de Deus também recusa que Ele seja o Servo Sofredor porque o seu ponto de vista se opõe ao de Deus, e é obstáculo para Jesus cumprir a vontade do Pai.

Monday, August 20

Pensamento do dia: 20-08-2012

A lei é a razão humana, enquanto governa todos os povos da terra, e as leis politicas e civis de cada nação não devem ser senão os casos particulares em que se aplica esta razão humana. (Montesquieu)

Thursday, January 22

Pensamento do dia: 22-01-2009

É a lei da vida: aquele que quiser ganhar tem de arriscar-se a perder.