Wednesday, May 31

Festa da Visitação da Virgem Santa Maria








Reflexão
O último dia do mês de Maio, popularmente apelidado de Mês de Maria, convida-nos a celebrar a visita de Maria à sua prima Isabel, que se prepara para ser mãe de João Baptista. Podemos rever neste episódio toda a vida a Maria: a atitude de serviço expressa na visita de Maria à sua prima Isabel e o belo hino de acção de graças entoado por Maria, aquando do encontro com Isabel. A primeira reacção da proximidade de Jesus, transportado no seio de Maria, é a alegria do outro menino, também ele no seio de sua mãe. A alegria é um sinal da proximidade de Jesus Cristo. Maria é a serva da alegria, é a serva da Palavra e isso concretiza-se no acolhimento da Palavra de Deus e no serviço atento e activo aos outros. Daqui brota a alegria que preenche tudo e todos os que estão próximos. Por isso, Maria vive e testemunha um Deus alegre, um Deus misericordioso, um Deus que quer mudar totalmente as situações sociais ou económicas. Mas parece que nós não estamos dispostos a colaborar com o projecto de Deus e fazemos com frequência o contrário. Por isso, os poderosos continuam a ocupar os seus tronos; e os famintos continuam a aumentar.

Monday, May 29

Segunda-feira da Semana VII da Páscoa



Reflexão
O Espírito Santo, um ilustre desconhecido: O Espírito Santo, o grande desconhecido na vida dos cristãos; Falta de formação catequética e sacramental, sobre a vida e acção do Espírito Santo na Igreja; A inexperiência vivencial da Sua presença amorosa, na vida pessoal e comunitária; Abuso das explicações da Sua actuação quase mágica nos sacramentos, e normal dificuldade na captação dos símbolos. O Templo do Espírito Santo: Ele é o suporte da Igreja, com a Sua acção eficaz na vida da Comunidade eclesial; O Espírito Santo define-Se pela Sua presença e acção libertadora; Assim O descobrimos na vida de Jesus e na vida da Igreja.

Friday, May 26

Sexta-feira da Semana VI da Páscoa


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1450

Reflexão
A vida que nasce traz sempre gozo e alegria. Depois do sofrimento, vem a alegria. É esta a tristeza e a alegria dos discípulos de Cristo. A morte de Cristo foi o doloroso parto duma humanidade nova!
Tudo sob a acção do Espírito Santo: Assim foi a vida de Cristo; assim é a vida da Igreja; o Baptismo é o ponto de partida, da caminhada do Espírito Santo; deixando-nos guiar por Ele, abrimo-nos a Deus e aos irmãos. Pois o serviço do Reino de Deus, é um serviço de verdade, amor e fraternidade. É um serviço pela libertação integral do homem!

Thursday, May 25

Quinta-feira da Semana VI da Páscoa


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1449

Reflexão
Jesus anuncia a sua eminente partida e o seu regresso, dizendo um até logo. Por isso a tristeza vai converter-se em júbilo. Assim é o caminho da fé: momentos de luz alternam-se com outros de sombra.
Viver na fé é viver na penumbra. Cristo caminha disfarçado entre nós. O Espírito da Verdade é também o Espírito da alegria profunda dos crentes. O Espírito do Senhor ressuscitado vive em nós, como fonte perene da alegria.

Wednesday, May 24

Quarta-feira da Semana VI da Páscoa



Reflexão
O Espírito Santo não veio revelar verdades novas, senão somente confirmar a verdade de Jesus. Ele guiará para a Verdade total no sentido quantitativo e qualitativo. Essa é a tarefa perene do Espírito na Comunidade eclesial.
A Igreja é a Comunidade do Espírito Santo. Ele acompanha-a sempre na ausência física de Jesus; recorda-lhe as suas palavras e dá testemunho d'Ele; julga as injustiças do mundo e guia os discípulos de Cristo para a Verdade total; num mundo vazio de Espírito, a Igreja é o seu espaço natural de acção entre os homens.

Tuesday, May 23

Terça-feira da Semana VI da Páscoa



Reflexão
Deus tem os seus planos sobre o mundo. Não estaremos sós, apesar da tristeza que invade o coração dos discípulos; Jesus estabelece um novo tipo de presença; Pelo caminho paradoxal do fracasso, Jesus ressuscitado confirmará a fé dos discípulos; Ele parte, mas o Espírito fa-Lo-á presente entre os seus, sobretudo no momento da perseguição.
A presença de Cristo na sua Igreja é o culminar do processo da vida de Jesus; Ela é julgada com Jesus, no foro deste mundo; Mas o Pai reabilita-a, graças à intervenção do Espírito que põe claro o pecado deste mundo.
Graças ao Dom do Espírito Santo: graças a Ele, Jesus ressuscitado está vivo e operante na nossa vida pessoal e no coração da comunidade; Ele manifesta-se na nossa abertura à vida, ao amor, à paz e ao perdão fraterno; O Espírito Consolador é o melhor antídoto contra a tristeza deste mundo.

Friday, May 19

Sexta-feira da Semana V da Páscoa


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1444

Reflexão
Um Novo Mandamento: A amizade de Jesus aos Seus discípulos, é forja de amor fraterno; Trata-se dum novo mandamento cuja medida é o próprio Cristo; O amor fraterno, sinal externo de identificação dos Seus discípulos.
Amai-vos como Eu vos amei: É um desejo-mandato do próprio Cristo; Porquê?!... Porque nos amou primeiro; Porque morreu pelos amigos, que somos todos nós; E Jesus não nos quer servos, mas amigos, filhos.
A Fraternidade como vocação e meta: amor, obediência e amizade são a expressão da comunhão de Jesus com os Seus; O amor mútuo dos Seus seguidores, tem como fruto o martírio; O amor de Deus é para todos sem discriminação; O amor principia e termina em Deus, passando pelo irmão. É um amor em estado de missão!

Thursday, May 18

Quinta-feira da Semana V da Páscoa


Reflexão
Amor e vida, duas realidades equivalentes no Evangelho de João. A permanência no amor de Cristo exige o cumprimento dos Seus mandamentos.
Jesus é Senhor da alegria, graças ao amor e fidelidade que Ele manifesta ao Pai. Faz falta ao mundo uma Igreja portadora da alegria pascal de Cristo, que saiba rir, porque ama, que saiba cantar, porque é fiel. A obediência no amor gera a alegria. O amor chora com os que choram e alegra-se com os que se alegram. A plenitude da alegria do cristão está em testemunhar na vida o pleno gozo pascal.

Tuesday, May 16

Terça-feira da Semana V da Páscoa


Reflexão
Dou-vos a minha Paz: A paz como o conjunto dos bens messiânicos; A paz de Deus e a paz dos homens... que diferença?!; Glorificação do final de Jesus.
Os Mensageiros da Paz: O exemplo de Cristo e dos Apóstolos; A Igreja é quem envia sob o impulso do Espírito Santo; Anunciar a paz é fazer a paz; O Testemunho até ao sangue é a bagagem de todo o verdadeiro apóstolo.
Felizes os construtores da Paz: A paz de Deus nasce no coração e é fruto da comunhão com Ele; Da paz brota a unidade e a partilha com os irmãos; A paz é o dom mais precioso que Deus pode conceder aos homens! O mundo de hoje é todo ele um grito pela paz... Haja paz e nunca mais a guerra!

Monday, May 15

Segunda-feira da Semana V da Páscoa



Reflexão
Estamos hoje durante o percurso da primeira viagem missionária de São Paulo, feita conjuntamente com São Barnabé, e estamos em plena Ásia Menor, a Turquia actual, e na cidade de Listra, terra de pagãos. O ponto de partida para os evangelizar foi uma cura miraculosa; mas essa evangelização não se ficou pelo extraordinário da cura, pelo milagre. A cura foi um sinal: a palavra dos Apóstolos fez a catequese a partir desse sinal. Os Apóstolos procuram ir até a anunciar-lhes o Deus verdadeiro, a partir da experiência que eles agora eram capazes de ter da acção de Deus no meio de si.
A união entre Jesus Cristo e os cristãos vai ser maior depois da sua morte do que o havia sido antes. Os cristãos mostrarão que O amam guardando os seus mandamentos, sobretudo o mandamento do amor fraterno; e o Senhor, que está agora no Pai, vai manifestar-Se-lhes na intimidade profunda do coração, na fé, na esperança e na caridade. Mas toda esta acção divina junto dos homens será fruto do Espírito Santo, o Defensor, o Paráclito, que os discípulos hão-de receber no Pentecostes.

Sunday, May 14

Domingo V da Páscoa



Reflexão
Vivemos a feliz experiência da visita do Papa Francisco ao Santuário de Fátima. Uma grande multidão dos fiéis em oração, contando sempre com a presença de Maria. Francisco e Jacinta Marto foram canonizados 100 anos depois da 1ª aparição de Nossa Senhora em Fátima! São as primeiras crianças não martirizadas a serem declaradas modelos de santidade. Por isso é possível, desde pequeno, conhecer a beleza da vida em Deus e corresponder ao seu amor: duas candeias, que Deus acendeu para alumiar a humanidade (São João Paulo II), que a própria Palavra de Deus se reflecte neles
Com Francisco e Jacinta, somos chamados à santidade na caridade porque são testemunhas da misericórdia de Deus, continuam a levedar a história com o amor que transforma os corações.

Thursday, May 11

Quinta-feira da Semana IV da Páscoa


Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1435

Reflexão
Da ilha de Chipre, pátria de Barnabé, Paulo e os companheiros passam ao continente, à Turquia actual, e prosseguem a sua viagem missionária. Em cada povoação onde chegam vão à sinagoga ao sábado, tomam parte no culto e anunciam Jesus aos Judeus, antes de o fazerem a todos os demais. Paulo mostra que Jesus é o descendente de David, prometido e esperado, e que assim o Antigo Testamento vem a florir e a dar o seu fruto no Novo Testamento.
No Evangelho, Jesus faz o comentário ao gesto que acabou de praticar, o de lavar os pés aos Apóstolos, como foi lido na Missa da Ceia do Senhor, em Quinta-feira Santa. Foi uma lição de serviço. Deste modo, Jesus manifesta que a missão do Mestre é servir e não ser servido, missão que os seus discípulos hão-de imitar. O maior de todos os seus serviços foi o de dar a vida pelos homens.

Wednesday, May 10

Quarta-feira da Semana IV da Páscoa



Reflexão
Jesus assume uma nova identificação: a Luz. São João no seu Evangelho - o Livro dos Sinais - constata a incredulidade dos judeus. Jesus confia o juízo definitivo à Luz do Mundo e à Palavra do Pai, que é Ele mesmo. Cristo é a Palavra pessoal do Pai, feita Homem: Escutá-Lo, é chegar à Luz e caminhar na Luz; Crer em Cristo é um movimento de adesão e entrega à Sua pessoa; Ele é para nós, princípio de vida e comunhão de amor com Ele.
Enviados para cumprir a missão: Cristo, como Enviado do Pai, transmite fielmente a mensagem dele recebida; A fidelidade à missão exige pregar Cristo e não as próprias ideias; O contexto litúrgico do envio missionário, tal como em Antioquia.

Tuesday, May 9

Terça-feira da Semana IV da Páscoa





Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=1433

Reflexão
A identidade de Jesus estriba-se nas suas obras. Jesus regressa ao tema do Bom Pastor. O que mais ressalta é a comunhão de vida eterna que Ele cria com os que Lhe são fiéis. Duas condições fundamentais para esta comunhão de vida: o conhecimento do Pastor e o escutar da Sua voz.
Um só Pastor para um só rebanho. Três razões distinguem o Pastor do mercenário: porque está disposto a dar a vida pelas Suas ovelhas; porque as conhece e é conhecido por elas; porque, de facto, dá mesmo a vida pelos Seus.
O Senhor é o nosso pastor e nós as Suas ovelhas: É pela fé, na obediência à Sua voz, que se pertence ao Seu rebanho. O Cristo da nossa fé é o Senhor ressuscitado, o Pastor que nos conduz. A missão da Igreja é cuidar do rebanho.

Monday, May 8

Segunda-feira da Semana IV do Tempo Pascal

O Evangelho de Hoje!... (Jo 10, 11-18)
«Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, e o que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo e abandona as ovelhas e foge e o lobo arrebata-as, porque é mercenário e não lhe importam as ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-me, assim como o Pai me conhece e Eu conheço o Pai; e ofereço a minha vida pelas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil. Também estas Eu preciso de as trazer e hão-de ouvir a minha voz; e haverá um só rebanho e um só pastor. É por isto que meu Pai me tem amor; por Eu oferecer a minha vida, para a retomar depois, Ninguém ma tira, mas sou Eu que a ofereço livremente. Tenho poder de a oferecer e poder de a retomar. Tal é o encargo que recebi de meu Pai.»

Reflexão
Inicialmente dirigida aos fariseus, a parábola contém diversas imagens: o pastor e as ovelhas, o mercenário e o ladrão, que são desenvolvidas ao longo da exposição. Jesus é o bom Pastor das suas ovelhas, que as conhece, as defende, e as conduz por pastagens sublimes, enquanto o mercenário tem atitudes contrárias. O bom pastor vai sempre à procura das tresmalhadas, buscando-as para o seu redil, atitude que manterá até haver um só rebanho e um só pastor. Dar, oferecer a vida pelas ovelhas é, porém, a maior demonstração de que se trata realmente dum bom pastor e não dum mercenário que nem sequer dá um passo para a sua defesa. As ovelhas, por seu turno, conhecem a voz do pastor, seguem-no. Algumas destas ovelhas são constituídas também pastores, pelo que deverão desempenhar o duplo papel de bons pastores e de boas ovelhas.

Sunday, May 7

Domingo IV da Páscoa





Reflexão
Este 4º Domingo da Páscoa é o Domingo do Bom Pastor: Jesus é aquele que cuida das Suas ovelhas, que as livra do perigo. É também a porta através do qual poderemos ter acesso a Deus e à Sua vontade.
No Evangelho, Jesus apresenta-se como o Bom Pastor. E a sua missão é conduzir os homens às pastagens verdejantes e às fontes cristalinas de onde brota a vida em plenitude. Está dividido em duas pequenas parábolas: o do Bom Pastor e a da Porta.
Na primeira, aparece a figura do Bom Pastor numa atitude de ternura com as ovelhas... Ele conhece, chama pelo nome, caminha com elas e elas seguem-no; escutam a sua voz, porque sabem que as conduz com segurança. Pelo contrário, também aparecem os ladrões e os bandidos que são todos os que se apresentam como Pastor, ou até falam em nome de Cristo mas procuram apenas os seus interesses e as vantagens pessoais.
Na segunda parábola, Jesus apresenta-se como a Porta das ovelhas: quem entrar por mim será salvo. Como sabemos, a porta permite a passagem dos donos da casa e impede a entrada a estranhos. Nesta parábola diz-nos que para aqueles que são pastores significa que ninguém pode ir ao encontro das ovelhas se não tiver um mandato de Jesus, se não tiver sido convidado por Jesus, se não se orientar pela prática de Jesus, e para as ovelhas significa que Jesus é o único lugar de acesso para que as ovelhas possam encontrar as pastagens que dão vida.

Friday, May 5

Sexta-feira da Semana III da Páscoa



Reflexão
Cristo declara-Se comida verdadeira... cujos efeitos são a vida e a plena comunhão com Ele... Cristo apresenta já a perspectiva eucarística da Ultima Ceia, nas expressões comer a minha carne e beber o meu sangue que traduzem a realidade sacramental autêntica da Eucaristia. A Comunhão e a Vida eterna são os frutos desse Pão. A Fé e a Eucaristia, duas realidades do mesmo sacramento, que é Cristo.

Wednesday, May 3

Festa de São Filipe e São Tiago, Apóstolos



Reflexão
Como São Pedro e Santo André, Filipe era natural de Betsaida. O seu nome grego deixa supor que pertencia à comunidade helenista. Foi dos primeiros discípulos a ouvir o chamamento do Senhor: Segue-me. Pôs-se imediatamente ao serviço do Senhor e começou a dedicar-se à missão. Segundo a tradição, São Filipe evangelizou a Turquia, onde morreu mártir.
São Tiago, o Menor, filho de Alfeu, era primo de Jesus e escreveu a Carta de Tiago. Foi testemunha privilegiada da ressurreição do Senhor, ocupando um lugar proeminente na comunidade de Jerusalém. Depois da dispersão dos Apóstolos, nos anos 36-37, aparece como chefe da igreja-mãe. Morreu mártir por volta do ano 62, sendo precipitado pelos Judeus do Templo e lapidado como Estêvão. Na sua carta, deixou-nos o testemunho da prática da Unção dos Enfermos já nos tempos apostólicos.

Tuesday, May 2

Terça-feira da Semana III da Páscoa


Reflexão
O Maná representa um alimento superior. Jesus usa a expressão do Antigo Testamento Eu sou, acrescentando o Pão da Vida.
O Pão da Vida é, portanto, a Pessoa de Jesus, que se revela e exige uma resposta de fé. Ele é a vida imortal prometida ao homem que por Ele vive e por ele morre. As situações de fome no mundo, só serão erradicadas, quando partilharmos uns com ou outros o pão da nossa vida. Crer é proclamar Jesus Cristo, o Ressuscitado de Deus. O que Deus quer é que o pecador se converta e viva. No que respeita à salvação, não pode haver monopólios nem privilégios. A bondade salvadora de Deus é para todos os homens, até aos confins da Terra.