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Thursday, August 22

Memória da Rainha Virgem Santa Maria

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=535

Reflexão

A profecia de Isaías cumpre-se em Nazaré. O sim de Maria é a sua opção radical, total e pessoal com o Senhor. Aceita ser a mãe do Altíssimo, do Filho do Homem, do Filho de Deus, acreditando que o Espírito Santo a cobre com a sua sombra. A Deus nada é impossível. Maria diz um sim para a Humanidade, para a História. Exemplo para cada um de nós, ao indicar-nos o caminho de total fidelidade ao Senhor. Uma fé viva que exige coerência, convicção profunda e compromisso. Como Maria, cada um de nós é chamado a participar na obra criadora, redentora e salvífica de Deus.



Monday, August 22

Memória da Rainha Virgem Santa Maria

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=533

A festa litúrgica da Virgem Santa Maria, foi instituída por Pio XII. Celebra-se na oitava da Assunção de Nossa Senhora, para manifestar claramente a conexão que existe entre a realeza de Maria e a sua Assunção ao céu.    
 

Reflexão
A profecia de Isaías cumpre-se em Nazaré. O sim de Maria é a sua opção radical, total e pessoal com o Senhor. Aceita ser a mãe do Altíssimo, do Filho do Homem, do Filho de Deus, acreditando que o Espírito Santo a cobre com a sua sombra. A Deus nada é impossível. Maria diz um sim para a Humanidade, para a História. Exemplo para cada um de nós, ao indicar-nos o caminho de total fidelidade ao Senhor. Uma fé viva que exige coerência, convicção profunda e compromisso. Como Maria, cada um de nós é chamado a participar na obra criadora, redentora e salvífica de Deus.

Wednesday, August 22

Memória litúrgica da Virgem Santa Maria, Rainha

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2182

Reflexão
Os chefes do povo de Deus tinham-se tornado maus guias para esse povo. O Senhor anuncia agora que Ele mesmo Se vai tornar o pastor do seu povo e Ele mesmo o salvará, já que os seus chefes se tinham tornado egoístas e desinteressados; o próprio Deus Se apresenta como verdadeiro Pastor. Jesus um dia assim Se apresenta: Eu sou o Bom Pastor, e não poderá haver melhor!
Nesta parábola, Jesus quer fazer-nos compreender que a bondade de Deus ultrapassa muito os critérios humanos. Os trabalhadores da última hora receberam tanto como os da primeira. Estes, porém, não foram tratados com injustiça: receberam o que tinha sido ajustado. Mas a parábola tem certamente alcance mais vasto: a Igreja dos pagãos, chegados no fim dos judeus, e que foram igualmente acolhidos por misericórdia!

Friday, August 22

Memória litúrgica da Rainha Virgem Santa Maria


Liturgia da Palavra

Leitura do Livro de Isaías (Is 9, 1-6)
O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam nas sombras da morte uma luz começou a brilhar. Multiplicastes a sua alegria, aumentastes o seu contentamento. Rejubilam na vossa presença, como os que se alegram no tempo da colheita, como exultam os que repartem despojos. Vós quebrastes, como no dia de Madiã, o jugo que pesava sobre o povo, o madeiro que ele tinha sobre os ombros e o bastão do opressor. Todo o calçado ruidoso da guerra e toda a veste manchada de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão pasto das chamas. Porque um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado. Tem o poder sobre os ombros e será chamado «Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz». O seu poder será engrandecido numa paz sem fim, sobre o trono de David e sobre o seu reino, para o estabelecer e consolidar por meio do direito e da justiça, agora e para sempre. Assim o fará o Senhor do Universo.


Salmo 112 (113)
Refrão: Bendito seja o nome do Senhor para sempre.

Louvai ao Senhor, servos do Senhor,
louvai o nome do Senhor.
Bendito seja o nome do Senhor,
agora e para sempre.

Desde o nascer ao pôr do sol,
seja louvado o nome do Senhor.
O Senhor domina sobre todos os povos,
a sua glória está acima dos céus.
Quem se compara ao Senhor, nosso Deus,
que tem o seu trono nas alturas,
e Se inclina lá do alto,
a olhar o céu e a terra?

Levanta do pó o indigente
e tira o pobre da miséria,
para o fazer sentar com os grandes,
com os grandes do seu povo.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (Lc 1, 26-38)
Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».


Reflexão
A festa litúrgica de A Virgem Santa Maria, Rainha, ou da realeza de Maria, foi auspiciada por alguns congressos marianos a partir do ano de 1900. Em 1925, Pio XI instituiu a festa de Cristo Rei. Em 1954, na conclusão do centenário da proclamação do dogma da Imaculada Conceição, Pio XII anunciou esta festa para o dia 31 de Maio. Na reforma do calendário, promovida pelo Vaticano II, a festa foi fixada na oitava da Assunção de Nossa Senhora, a 22 de Agosto, para manifestar a conexão que existe entre a realeza de Maria e a sua Assunção ao céu.

Wednesday, August 22

Rainha Virgem Santa Maria

Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos

A festa litúrgica de “A Virgem Santa Maria, Rainha”, ou da realeza de Maria, foi auspiciada por alguns congressos marianos a partir do ano de 1900. Em 1925, Pio XI instituiu a festa de Cristo Rei. Em 1954, na conclusão do centenário da proclamação do dogma da Imaculada Conceição, Pio XII anunciou esta festa para o dia 31 de Maio. Na reforma do calendário, promovida pelo Vaticano II, a festa foi fixada na oitava da Assunção de Nossa Senhora, a 22 de Agosto, para manifestar a conexão que existe entre a realeza de Maria e a sua Assunção ao céu.

Wednesday, July 4

Rainha Santa Isabel


Filha do rei D. Pedro II de Aragão e da rainha D. Constança. Pensa-se que tenha nascido em princípios de 1270. Em Barcelona? Não sabemos ao certo.
Casou-se em 1282 com D. Dinis, rei de Portugal. Neta de Jaime I o Conquistador, bisneta de Frederico II da Alemanha, deles herdou a energia tenaz e a força de alma. Mas caracterizava-se principalmente pela bondade imensa e pelo espírito equilibrado e justo de Santa Isabel da Hungria, sua parente próxima. Era mulher cheia de doçura e de bondade. Gostava da vida
interior e do trabalho silencioso, jejuava dias sem conta ao longo do ano, comovia-se com os que erravam, rezava pelo Livro de Horas, cosia e fazia bordados na companhia das damas e distribuía esmolas aos necessitados.
Aos 20 anos foi mãe de D. Afonso IV, o Bravo, que foi a sua cruz. Caso único na 1ª dinastia portuguesa, a vida deste homem foi pura e nisto se vê influência de sua mãe.
Era discreta esta jovem rainha que obrigava o filho a obedecer ao pai (ele era o rei), que fingia ignorar as andanças do rei e que criava os seus filhos ilegítimos. Na política peninsular de então, o seu poder moderador fez-se sentir profundamente. Serviu de juiz nas rixas entre D. Dinis, seu irmão e seu turbulento filho.
Após a morte de D. Dinis, vestiu o hábito de Santa Clara. Construiu mosteiros e hospitais. Morreu em Estremoz a 4 de Julho de 1336. Foi canonizada a 25 de Maio de 1625 pelo papa Urbano VIII. Portugal venera-a com a antonomásia de Rainha Santa.

Monday, August 22

Rainha do mundo e da paz

Por isso, durante a sua vida mortal, Ela saboreava antecipadamente as primícias do reino futuro, ora elevando se até Deus em sublime exaltação de espírito, ora descendo ao cuidado do próximo com imensa caridade. Lá do Céu era assistida pelos Anjos; cá na terra era venerada e honrada pelos homens. Lá do Céu, Gabriel e os Anjos prestavam Lhe assistência; na terra, João sentia se feliz por lhe ter sido confiada pelo Senhor, suspenso da cruz, a Virgem Mãe e, juntamente com os Apóstolos, a tomava a seu cuidado. Os Anjos alegravam se por contemplar a sua Rainha; os homens por ver a sua Senhora; e uns e outros a honravam com sentimentos de piedosa devoção.
Situada na altíssima fortaleza das virtudes e enriquecida com o mar inesgotável dos carismas divinos, Ela derramava em abundância sobre o povo crente e sequioso a torrente das suas graças, que superavam as de todas as outras criaturas. Dava saúde aos corpos e remédio às almas e podia ressuscitar da morte corporal e espiritual.

 
Das Homilias de Santo Amadeu de Lausana

Memória Litúrgica da Rainha Virgem Santa Maria

A festa litúrgica da Virgem Santa Maria, foi instituída por Pio XII em 1955. Celebra-se na oitava da Assunção de Nossa Senhora, para manifestar claramente a conexão que existe entre a realeza de Maria e a sua Assunção ao céu.
Pio XII assim fala de Nossa Senhora Rainha: Procurem, pois, acercar-se agora com maior confiança do que antes, todos quantos recorrem ao trono de graça e de misericórdia da Rainha e Mãe Nossa, para implorar auxílio nas adversidades, luz nas trevas, conforto na dor e no pranto... Há, em muitos países da terra, pessoas injustamente perseguidas por causa da sua profissão cristã, e privadas dos direitos humanos e divinos da liberdade... A estes filhos atormentados e inocentes, volva os seus olhos misericordiosos, cuja luz serena as tempestades e dissipa as nuvens, a poderosa Senhora das coisas e dos tempos, que sabe aplacar as violências com o seu pé virginal; e à todos conceda que em breve possam gozar da merecida liberdade... Todo aquele, pois, que honra a Senhora dos celestes e dos mortais, invoque-a como Rainha sempre presente, Medianeira de paz.