Reflexão
A narração do dilúvio poderá ter por origem a lembrança de determinadas inundações de especial importância de que o autor sagrado se serviu para dar um ensinamento sobre a justiça e a misericórdia de Deus, bem como sobre o pecado do homem e a salvação oferecida pelo Senhor. De facto, o dilúvio é apresentado como sinal do juízo de Deus, que condena o pecado e salva o justo. É assim que São Pedro interpreta o dilúvio como figura do baptismo (1 Pe 3, 20-21; 2 Pe 2, 5).
O Senhor adverte os seus discípulos de que devem ir além da religião formalista dos fariseus e d\as preocupações materialistas e políticas para poderem compreender, à luz da fé, os seus milagres. Há coisas mais importantes do que o pão para a boca, e valores que estão antes das cautelas diplomáticas de Herodes. A pessoa de Jesus é suficiente para inspirar toda a confiança aos seus discípulos.
Trabalhando e convivendo no Cabeço da Lenha9 de Maio de 2026
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A pequena subida que conduz ao Campo de Educação Ambiental do Cabeço da
Lenha, propriedade da Associação dos Amigos dos Ecossistemas do Arquipélago
da Made...
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