Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5683
Reflexão
Deus aposta sempre na vida. Ele não quer a morte de ninguém; só quer que o pecador se converta e viva, e dá sempre uma segunda oportunidade. A nova justiça do Reino de Deus ultrapassa todo o formalismo exterior e atinge o mais profundo do ser humano.
Friday, February 27
Sexta-feira da Semana I da Quaresma
Wednesday, February 25
Quarta-feira da Semana I da Quaresma
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5681
Reflexão
Os conterrâneos de Jesus fogem à conversão; por isso Jesus põe em confronto a sua atitude com a atitude dos que ouviram a pregação de Jonas e converteram-se.
Urge, portanto, acolher com ânimo contrito e humilde o convite de Deus à conversão. Esta não se baseia em milagres publicitários, mas na aceitação do grande sinal de Deus que é Jesus. Deus respeita a liberdade humana. Ele quer opções livres e não servilismo de escravos! Os sinais da conversão evangélica são: aceitação serena da cruz de cada dia; coerência com a nossa opção baptismal; ruptura com tudo o que é contrário aos critérios do Evangelho; a prova duma vida de testemunho, de comunhão com Deus e com os irmãos.
Tuesday, February 24
Terça-feira da Semana I da Quaresma
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5680
Reflexão
O perdão é resposta concreta à Palavra da Deus. A oração não é palavreado barato e sem sentido. Jesus apresenta o Pai-nosso como o modelo de oração partilhada. É resposta de fé ao Deus que nos fala por Cristo. O perdão das ofensas é caminho de Quaresma. Deus é nosso Pai. O Pai de todos, por adopção. Somos filhos pela fé, pelo baptismo e pelo espírito de filiação. A fraternidade universal fundamenta-se na Paternidade de Deus. Daí, as condições essenciais para a reza do Pai Nosso.
Friday, February 6
Memória dos Santos Paulo Miki e companheiros, mártires
Paulo Miki, jesuíta japonês, é um dos 26 mártires que, a 5 de Fevereiro de 1597, morreram crucificados na colina de Tateyama – depois chamada colina santa - junto de Nagasaki. A evangelização do Japão, iniciada por São Francisco Xavier (1549-1551), tinha dado os seus grupos e a comunidade cristã atingia, em 1587, os 250.000 membros. O imperador, que inicialmente tinha favorecido os missionários, decretou a expulsão dos jesuítas e mandou prender 6 franciscanos espanhóis e três jesuítas japoneses. Foi um tempo de dura repressão.
Paulo Miki era filho de um oficial. Foi educado num colégio jesuíta e, em 1580, entrou na Companhia de Jesus. Tornou-se muito conhecido pela qualidade da sua vida e pela sua capacidade de evangelizar. Ainda não era sacerdote quando foi martirizado com outros 25 cristãos: 6 missionários franciscanos espanhóis, um escolástico e um irmão, jesuítas japoneses, e 17 leigos também japoneses. Foram canonizados por Pio IX, em 1862.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=4450
Reflexão
Ao chegarmos ao fim da história de David, lemos agora, noutro livro, uma reflexão sobre alguns momentos mais significativos dessa mesma história que Deus realizou por meio dele e sobre a maneira como David correspondeu a tão grandes dons. Esta leitura é verdadeiramente um hino à obra de Deus realizada pelas mãos de David.
Devia ser grande a fama que João Baptista tinha deixado, pois que, ouvindo falar-se de Jesus e de suas palavras e obras, logo vinha à mente o grande profeta. Herodes, apesar de o ter mandado decapitar, nem se esquecera dele nem deixara de continuar a considerá-lo, como já antes o fazia. É assim o rasto que deixam os homens grandes!
Thursday, February 5
Memória de Santa Águeda, virgem e mártir
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5546
Santa Águeda, virgem e mártir
Águeda, natural de Catânia, na Sicília, ainda jovem, no furor da perseguição, conservou a pureza do corpo e a integridade da fé, dando testemunho de Cristo Senhor, através do martírio, que sofreu por volta do ano 251. O seu culto propagou-se, desde a antiguidade, por toda a Igreja e o seu nome foi inserido no Cânone romano.
Reflexão
David deixa como herança a Salomão, seu filho e sucessor, o testemunho duma incontestável fidelidade a Deus.
Um rei, um governante fiel a Deus, é uma bênção para o povo; um rei, um governo agnóstico, é uma maldição; esta é a regra de ouro para todos os responsáveis das nações!
Jesus envia a ensinar e instruir sobre a chegada do Reino.
A sua mensagem resume-se na proclamação da conversão. O que interessa acima de tudo é a conversão do coração no Reino de Deus. Como garantia, está a cura dos doentes e a libertação dos pobres. Desinteressado e disponível. Antes de tudo com o testemunho das obras, produto duma fé totalmente comprometida.
Wednesday, February 4
Memória de São João de Brito, presbítero e mártir
S. JOÃO DE BRITO, presbítero e mártir
Nasceu em Lisboa (Portugal) no dia 1 de Março de 1647, de família nobre. Depois de uma piedosa adolescência, entrou na Companhia de Jesus e, ordenado sacerdote, embarcou para as missões da Índia, onde trabalhou no meio de grandes sofrimentos e perseguições, mas também com grande fruto apostólico. Foi de lá enviado à Europa como Procurador das Missões e de novo partiu para a Índia; no dia 4 de Fevereiro de 1693 alcançou a glória do martírio.
Reflexão
Os seus desconfiavam dele. Todo o Antigo Testamento tem o seu cumprimento em Jesus, mas tal como os profetas, Ele é rejeitado, precisamente pelos seus. Para os conterrâneos, Jesus não é mais do que o filho de Maria e de José, e não conseguiram assimilar o facto escandaloso da incarnação do Verbo. Como eles, a sociedade de hoje necessita de uma fé viva capaz de aceitar o escândalo de um Deus feito Homem.
Tuesday, February 3
Terça-feira da Semana IV do Tempo Comum
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Reflexão
Terminou mal a campanha de Absalão contra o pai: depois de vencido na batalha, acaba por ser morto às mãos de um general do exército de David, que julgava com isso dar grande alegria ao rei. Mas David é sempre o homem de coração generoso e acolhe a notícia no meio de grande amargura. David é pai antes de ser rei; chora, por isso, amargamente a perda do filho.
Jesus continua a passar fazendo o bem, em primeiro lugar, o bem mais visível, curando doentes e ressuscitando mortos, mas, mais profundamente, levando as pessoas a descobrir que d’Ele saía uma força sobre-humana, a própria força de Deus, que a todos queria salvar, mas que só a fé seria capaz de reconhecer. Jesus é, de facto, o sacramento da salvação dos homens; por Ele, o Filho de Deus feito homem, Deus intervém no meio dos homens para os salvar.
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