S. JOÃO DE BRITO, presbítero e mártir
Nasceu em Lisboa (Portugal) no dia 1 de Março de 1647, de família nobre. Depois de uma piedosa adolescência, entrou na Companhia de Jesus e, ordenado sacerdote, embarcou para as missões da Índia, onde trabalhou no meio de grandes sofrimentos e perseguições, mas também com grande fruto apostólico. Foi de lá enviado à Europa como Procurador das Missões e de novo partiu para a Índia; no dia 4 de Fevereiro de 1693 alcançou a glória do martírio.
Reflexão
Os seus desconfiavam dele. Todo o Antigo Testamento tem o seu cumprimento em Jesus, mas tal como os profetas, Ele é rejeitado, precisamente pelos seus. Para os conterrâneos, Jesus não é mais do que o filho de Maria e de José, e não conseguiram assimilar o facto escandaloso da incarnação do Verbo. Como eles, a sociedade de hoje necessita de uma fé viva capaz de aceitar o escândalo de um Deus feito Homem.
Wednesday, February 4
Memória de São João de Brito, presbítero e mártir
Thursday, February 4
Memória litúrgica de São João de Brito
São João de Brito, presbítero e mártir
João de Brito nasceu em Lisboa
(Portugal), no dia 1 de março de 1647, de família nobre. Entrou na
Companhia de Jesus e, ordenado presbítero, embarcou para as missões da
Índia, onde trabalhou no meio de grandes sofrimentos e perseguições, mas
também com grande fruto apostólico. Em Oriur, localidade do reino do
Maravá, na Índia, depois de ter convertido muitos à fé, adaptando-se à
vida e costumes dos ascetas daquela região, coroou a sua vida com um
glorioso martírio, no dia 4 de fevereiro de 1693.
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3248
Reflexão
Estabelece-se, na primeira leitura, a comparação entre a manifestação de Deus no monte Sinai a Moisés e a actual situação da Igreja. Diferentemente do povo do Antigo Testamento, os cristãos têm agora acesso a Deus por Cristo. Sião é aqui a cidade de Deus, a Jerusalém celeste, onde se reúne a assembleia festiva dos eleitos, aqueles cujos nomes estão inscritos nos Céus e que, pelo Sangue de Jesus, o Cordeiro imolado e Mediador da nova Aliança, vivem, para sempre, na intimidade de Deus.
No Evangelho, depois de ter indicado, nos capítulos anteriores, em que consiste a missão de Jesus, o Evangelista passa a descrever como esta missão se vai prolongar naqueles que Jesus envia, os Apóstolos. Apóstolo significa enviado. O Senhor, que lhes deu aquele nome, envia-os Ele mesmo, com o seu próprio poder, sem outros apoios materiais, para que se compreenda bem que a missão deles não vem dos homens, mas de Deus. Eles serão, no futuro e até ao fim dos tempos, os que hão-de levar a todos os homens a Palavra de Jesus, para que também eles venham a tomar parte no reino de Deus.



