Showing posts with label Epifania. Show all posts
Showing posts with label Epifania. Show all posts

Wednesday, January 7

Quarta-feira depois da Epifania

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5515

Reflexão

Os apóstolos tiveram medo porque perderam de vista o horizonte do Mestre. Mas Ele ali está para robustecer a fé e o amor ainda débeis. O amor é próprio dos filhos; o temor é próprio dos escravos.
Os dois são incompatíveis. O temor leva à psicose da insegurança; o amor é entrega livre e confiante ao outro que se revê nos outros. Para o que ama verdadeiramente, o amor é a sua lei. O homem, feito para amar e ser amado, é sempre um mistério de amor.

Monday, January 5

Segunda-feira depois da Epifania

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=5513

Reflexão
Não basta aceitar passivamente as verdades; é preciso discernir a verdade no mundo da mentira; o mandamento do Senhor é que acreditemos e nos amemos.
Cristo é luz que brilha nas trevas. O Verbo incarnou e fez-Se luz e verdade no mundo; quem guarda os seus mandamentos permanece em Deus e Deus nele.
É Deus quem toma a iniciativa da conversão e Se revela; o homem é quem acolhe livremente esse Deus que Se lhe entrega; a conversão ao amor supõe: renovação das mentalidades; renovação das atitudes; renovação dos critérios de opção; renovação dos compromissos de entrega.

Wednesday, January 5

Quarta-feira depois da Epifania

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3678

Reflexão
Os apóstolos tiveram medo porque perderam de vista o horizonte do Mestre. Mas Ele ali está para robustecer a fé e o amor ainda débeis. O amor é próprio dos filhos; o temor é próprio dos escravos.
Os dois são incompatíveis. O temor leva à psicose da insegurança; o amor é entrega livre e confiante ao outro que se revê nos outros. Para o que ama verdadeiramente, o amor é a sua lei. O homem, feito para amar e ser amado, é sempre um mistério de amor.

Wednesday, January 6

Quarta-feira depois da Epifania

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3222

Reflexão
Os apóstolos tiveram medo porque perderam de vista o horizonte do Mestre. Mas Ele ali está para robustecer a fé e o amor ainda débeis. O amor é próprio dos filhos; o temor é próprio dos escravos.
Os dois são incompatíveis. O temor leva à psicose da insegurança; o amor é entrega livre e confiante ao outro que se revê nos outros. Para o que ama verdadeiramente, o amor é a sua lei. O homem, feito para amar e ser amado, é sempre um mistério de amor.

Tuesday, January 5

Terça-feira depois da Epifania

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=3221

Reflexão
Em cada gesto de Jesus revela-se o amor do Pai. Como fruto desse amor, Jesus manifesta compaixão pelos que sofrem. A multiplicação dos pães é sinal do banquete messiânico no reino de Deus. Deus é amor. Para comungar com Ele é preciso romper com o pecado, guardar os mandamentos, ter fé viva no Filho de Deus feito Homem, e amar à semelhança de Deus-Amor. Só o amor constitui a única teologia inteligível para os homens de todos os tempos e lugares. O mundo, no entanto está em crise de amor! Por todo o lado verifica-se uma espiral de violência, que faz multidão incontável de vítimas. Mas só o amor vencerá. Amar mais e melhor, para possuir o mundo!

Friday, January 10

Sexta-feira depois da Epifania


Reflexão
Jesus ama a vida no seu conceito pleno e total, sem excluir a superação da morte. Face à corrupção e decadência moral, Jesus contrapõe a vida. Ele é dador da vida eterna. Jesus é contra tudo o que viola a dignidade humana!...
A cura do leproso é o sinal da chegada do Reino de Deus e da Sua Boa Nova. A vitória do Reino de Deus sobre o ódio do mundo, libera o homem de toda a miséria e de toda a escravização. A sorte dos discípulos de Cristo é a sorte do Mestre: Servir a verdade e a justiça à custa da própria vida!

Thursday, January 9

Quinta-feira depois da Epifania

Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2804

Reflexão
Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura. O compromisso de Jesus é anunciar a Boa Nova aos pobres, aos homens. São inseparáveis a promoção e humana e a evangelização, porque Jesus assumiu todos os valores humanos, revelando-nos ao mesmo tempo a realidade transcendente da paternidade de Deus. A religião não pode ser vista como ópio do povo mas como exigência da humanidade e de conversão a Deus. Cronologicamente, porém, está o amor ao próximo, como justa medida do amor a Deus.

Wednesday, January 8

Quarta-feira depois da Epifania




Reflexão
Os apóstolos tiveram medo porque perderam de vista o horizonte do Mestre. Mas Ele ali está para robustecer a fé e o amor ainda débeis. O amor é próprio dos filhos; o temor é próprio dos escravos.
Os dois são incompatíveis. O temor leva à psicose da insegurança; o amor é entrega livre e confiante ao outro que se revê nos outros. Para o que ama verdadeiramente, o amor é a sua lei. O homem, feito para amar e ser amado, é sempre um mistério de amor.

Tuesday, January 7

Terça-feira depois da Epifania


Reflexão
Em cada gesto de Jesus revela-se o amor do Pai. Como fruto desse amor, Jesus manifesta compaixão pelos que sofrem. A multiplicação dos pães é sinal do banquete messiânico no reino de Deus. Deus é amor. Para comungar com Ele é preciso romper com o pecado, guardar os mandamentos, ter fé viva no Filho de Deus feito Homem, e amar à semelhança de Deus-Amor. Só o amor constitui a única teologia inteligível para os homens de todos os tempos e lugares. O mundo, no entanto está em crise de amor! Por todo o lado verifica-se uma espiral de violência, que faz multidão incontável de vítimas. Mas só o amor vencerá. Amar mais e melhor, para possuir o mundo!

Monday, January 6

Segunda-feira depois da Epifania




Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2801

Reflexão
Não basta aceitar passivamente as verdades; é preciso discernir a verdade no mundo da mentira; o mandamento do Senhor é que acreditemos e nos amemos.
Cristo é luz que brilha nas trevas. O Verbo incarnou e fez-Se luz e verdade no mundo; quem guarda os seus mandamentos permanece em Deus e Deus nele.
É Deus quem toma a iniciativa da conversão e Se revela; o homem é quem acolhe livremente esse Deus que Se lhe entrega; a conversão ao amor supõe: renovação das mentalidades; renovação das atitudes; renovação dos critérios de opção; renovação dos compromissos de entrega.

Thursday, January 10

Quinta-feira depois da Epifania

Liturgia da Palavra - http://www.dehonianos.org/portal/liturgia/?mc_id=2351

Reflexão

Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura. O compromisso de Jesus é anunciar a Boa Nova aos pobres, aos homens. São inseparáveis a promoção e humana e a evangelização, porque Jesus assumiu todos os valores humanos, revelando-nos ao mesmo tempo a realidade transcendente da paternidade de Deus. A religião não pode ser vista como ópio do povo mas como exigência da humanidade e de conversão a Deus. Cronologicamente, porém, está o amor ao próximo, como justa medida do amor a Deus.

Wednesday, January 9

Quarta-feira depois da Epifania

Reflexão
Os apóstolos tiveram medo porque perderam de vista o horizonte do Mestre. Mas Ele ali está para robustecer a fé e o amor ainda débeis. O amor é próprio dos filhos; o temor é próprio dos escravos.
Os dois são incompatíveis. O temor leva à psicose da insegurança; o amor é entrega livre e confiante ao outro que se revê nos outros. Para o que ama verdadeiramente, o amor é a sua lei. O homem, feito para amar e ser amado, é sempre um mistério de amor.

Friday, January 8

Sexta-feira depois da Epifania



Reflexão
Jesus ama a vida no seu conceito pleno e total, sem excluir a superação da morte. Face à corrupção e decadência moral, Jesus contrapõe a vida. Ele é dador da vida eterna. Jesus é contra tudo o que viola a dignidade humana!...
A cura do leproso é o sinal da chegada do Reino de Deus e da Sua Boa Nova. A vitória do Reino de Deus sobre o ódio do mundo, libera o homem de toda a miséria e de toda a escravização. A sorte dos discípulos de Cristo é a sorte do Mestre: Servir a verdade e a justiça à custa da própria vida!

Thursday, January 7

Quinta-feira depois da Epifania



Reflexão
Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura. O compromisso de Jesus é anunciar a Boa Nova aos pobres, aos homens. São inseparáveis a promoção e humana e a evangelização, porque Jesus assumiu todos os valores humanos, revelando-nos ao mesmo tempo a realidade transcendente da paternidade de Deus. A religião não pode ser vista como ópio do povo mas como exigência da humanidade e de conversão a Deus. Cronologicamente, porém, está o amor ao próximo, como justa medida do amor a Deus.

Wednesday, January 6

Quarta-feira depois da Epifania


Reflexão
Jesus multiplica os sinais para que os discípulos O reconheçam como o Filho de Deus, mas o espírito deles estava embotado e a multiplicação dos pães não tinha bastado para que O reconhecessem. Depois da multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus ordenou aos discípulos que passassem à outra margem, enquanto Ele ia rezar. Era frequente em Jesus esta oração a sós com o Pai, na solidão e no silêncio, mas que não deixava de ser solidária com os discípulos.

Tuesday, January 5

Terça-feira depois da Epifania


Reflexão
Em cada gesto de Jesus revela-se o amor do Pai. Como fruto desse amor, Jesus manifesta compaixão pelos que sofrem. A multiplicação dos pães é sinal do banquete messiânico no reino de Deus. Deus é amor. Para comungar com Ele é preciso romper com o pecado, guardar os mandamentos, ter fé viva no Filho de Deus feito Homem, e amar à semelhança de Deus-Amor. Só o amor constitui a única teologia inteligível para os homens de todos os tempos e lugares. O mundo, no entanto está em crise de amor! Por todo o lado verifica-se uma espiral de violência, que faz multidão incontável de vítimas. Mas só o amor vencerá. Amar mais e melhor, para possuir o mundo!

Monday, January 4

Segunda-feira depois da Epifania


Reflexão
Não basta aceitar passivamente as verdades; é preciso discernir a verdade no mundo da mentira; o mandamento do Senhor é que acreditemos e nos amemos.
Cristo é luz que brilha nas trevas. O Verbo incarnou e fez-Se luz e verdade no mundo; quem guarda os seus mandamentos permanece em Deus e Deus nele.
É Deus quem toma a iniciativa da conversão e Se revela; o homem é quem acolhe livremente esse Deus que Se lhe entrega; a conversão ao amor supõe: renovação das mentalidades; renovação das atitudes; renovação dos critérios de opção; renovação dos compromissos de entrega.

Monday, January 5

Segunda-feira depois da Epifania


Liturgia da Palavra

Leitura da Primeira Epístola de São João (1 Jo 3, 22-4, 6)
Caríssimos: Nós recebemos de Deus tudo o que Lhe pedirmos, porque cumprimos os seus mandamentos e fazemos o que Lhe é agradável. É este o seu mandamento: acreditar no nome de seu Filho, Jesus Cristo, e amar-nos uns aos outros, como Ele nos mandou. Quem observa os seus mandamentos permanece em Deus e Deus nele. E sabemos que permanece em nós pelo Espírito que nos concedeu. Caríssimos, não deis crédito a qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se são de Deus, porque surgiram no mundo muitos falsos profetas. Nisto conhecereis o espírito de Deus: todo o espírito que confessa a Jesus Cristo feito homem é de Deus; e todo o espírito que não confessa a Jesus não é de Deus. Este é o espírito do Anticristo, do qual ouvistes dizer que havia de vir e agora já está no mundo. Vós, meus filhos, sois de Deus e já os vencestes, porque Aquele que está no meio de vós é maior do que aquele que está no mundo. Eles são do mundo; por isso falam a linguagem do mundo e o mundo escuta-os. Nós somos de Deus e quem conhece a Deus escuta-nos; quem não é de Deus não nos escuta. Nisto distinguimos o espírito da verdade e o espírito do erro.


Salmo 2, 7-8.10-11 (R. 8a)
Refrão: Eu te darei os povos em herança.

Vou proclamar o decreto do Senhor.
Ele disse-me: Tu és meu filho, Eu hoje te gerei.
Pede-me e te darei as nações em herança
e os confins da terra para teu domínio.

Agora, ó reis, tomai sentido,
atendei, vós que julgais a terra.
Servi o Senhor com temor,
aclamai-O com reverência.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 4, 12-17.23-25)
Naquele tempo, quando Jesus ouviu dizer que João Baptista fora preso, retirou-Se para a Galileia. Deixou Nazaré e foi habitar em Cafarnaum, terra à beira-mar, no território de Zabulão e Neftali. Assim se cumpria o que o profeta Isaías anunciara, ao dizer: «Terra de Zabulão e terra de Neftali, estrada do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios: o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam na sombria região da morte uma luz se levantou». Desde então, Jesus começou a pregar: «Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos Céus». Depois percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do reino e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo. A sua fama propagou-se por toda a Síria: traziam-Lhe todos os que estavam doentes, atingidos de diversos males e sofrimentos, possessos, epilépticos e paralíticos, e Jesus curava-os. Seguiram-n’O grandes multidões, que tinham vindo da Galileia e da Decápole, de Jerusalém, da Judeia e de Além-Jordão.


Reflexão
Para conhecermos a vontade de Deus, precisamos de praticar o discernimento e João oferece-nos alguns critérios para reconhecermos o espírito de Deus e o espírito do mundo: a fé em Cristo (que acreditemos no Nome de seu Filho, Jesus Cristo); o amor fraterno (que nos amemos uns aos outros); a fidelidade aos mandamentos de Deus. E sugere algumas atitudes para alcançar esse objectivo: a oração, como compromisso pessoal em realizar o que Ele manda; a profissão de fé autêntica em Cristo Jesus; a caridade activa em favor dos irmãos. O primeiro critério para distinguir os verdadeiros dos falsos profetas é a confissão de fé em Cristo Senhor. Os falsos profetas, que querem apresentar um cristianismo diferente, vêm do mundo e são escutados por ele, mas os crentes são de Deus e Deus está neles. O segundo critério é eclesial: quem se mostra dócil à Igreja, vem de Deus. A fé do cristão é adesão à doutrina proposta pelos guias da comunidade eclesial, onde se encontra o Espírito de Deus, que é preciso escutar e testemunhar.
Jesus percorre as sinagogas, prega o Evangelho do Reino e realiza milagres curando entre o povo todas as doenças e enfermidades. A sua pregação suscita grande entusiasmo, a sua fama espalha-se até à Síria e causa grande impressão em toda a região. Jesus é o verdadeiro Servo de Deus que carrega sobre si as enfermidades de toda a humanidade. A sua pregação é exortação e súplica para que todos acolham na sua vida a reconciliação e a salvação, que o Pai celeste oferece gratuitamente e generosamente a todos.

Friday, January 11

Sexta-feira depois da Epifania


Na água e no sangue saindo do lado do Senhor morto na Cruz viu a tradição cristã, o sinal dos sacramentos do Baptismo e da Eucaristia. Os Sacramentos, pela acção do Espírito Santo, dão testemunho de que Deus comunica a sua vida, por Cristo, à Igreja, e assim alimenta nela a fé.
A vitória do cristão sobre o mundo é a fé. Para alcançar essa vitória, precisa de enfrentar uma luta interior e exterior contra tudo o que é mundano e realizar a vontade de Deus. A certeza da vitória vem da força da vida divina e da união com Deus. Jesus veio para dar a vida e quem acredita nele, tem a vida eterna que Jesus trouxe à humanidade porque a ofereceu no começo da sua vida pública pelo baptismo (água) e o fim da sua existência terrena pela morte na cruz (sangue) e sempre actualizada na Eucaristia.

As acções prodigiosas que Jesus faz no meio do povo, como as curas, são sinais que O manifestam como o Enviado de Deus, o Messias, como Cristo. As celebrações deste tempo da Epifania, levam-nos a aprofundar o mistério de Jesus de Nazaré, para reconhecermos que Ele é o Cristo, o Messias, o Filho de Deus que o Pai enviou ao meio dos homens para Lh’O revelar e os conduzir até Si. A fé cristã consiste em reconhecer que Jesus de Nazaré é o Cristo; por isso, ela se exprime confessando-O o Senhor Jesus Cristo.
A cura é descrita com alguns elementos típicos: o pedido do doente (Senhor, se quiseres, podes purificar-me), a resposta positiva de Jesus, que toca o doente e o cura (Quero, fica purificado), o envio ao sacerdote (Vai mostrar-te ao sacerdote). O leproso, marginalizado da comunidade, depois de curado é reinserido nela. Esta cura é também símbolo do perdão e da misericórdia de Deus e é fundamento da vida da Igreja.
Uma nota final de Lucas apresenta um aspecto particular da pessoa de Jesus: depois da cura, e no meio da fama que se espalha, Jesus retira-se a sós para rezar. É da oração que vem a força de Jesus e o seu fascínio irresistível. A oração serve-lhe também para rever a sua missão à luz do projecto do Pai.

Thursday, January 10

Quinta-feira depois da Epifania


Neste texto, temos dois temas: o amor cristão e a fé em Jesus, componentes de um único mandamento. O amor cristão conhece três relações: o amor de Deus para connosco, o nosso amor para com Deus e o nosso amor para com os irmãos. O amor a Deus e aos irmãos estão intimamente ligados: quem ama a Deus, ame também o seu irmão. O verdadeiro amor a Deus manifesta-se no amor aos irmãos: aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. O amor cristão tem a sua origem em Deus, porque Ele nos amou primeiro, como verdadeiros filhos. Pertence-nos agora corresponder ao amor e gerar amor.
É pela fé que sabemos que Deus nos ama. O fiel amado, que nasceu de Deus, ama o Pai e o Filho, mas também todos os irmãos, nascidos de Deus. Só a fé e o amor, nascidos da filiação divina, permitem ao cristão vencer tudo quanto se opõe a Cristo, vivendo os seus mandamentos.

Esta passagem apresenta a primeira pregação de Jesus. Foi em Nazaré e numa celebração litúrgica. Jesus, segundo o uso da Sinagoga, fez a leitura, e depois a homilia. Aplicando a Si próprio a passagem do profeta que acabava de ler, Jesus manifesta-Se como sendo Ele mesmo o Ungido de Deus, o Messias, o Cristo esperado desde os tempos antigos. A sua homilia foi aqui, pela primeira vez, a proclamação do Evangelho na celebração litúrgica.
A actividade evangelizadora de Jesus na Galileia caracteriza-se pela força do Espírito, pelo entusiasmo das pessoas que O escutam e pela sua fama que se espalha por toda a parte. Cumpriu-se a passagem da Escritura. O compromisso de Jesus é anunciar a Boa Nova aos pobres, aos homens. São inseparáveis a promoção e humana e a evangelização, porque Jesus assumiu todos os valores humanos, revelando-nos ao mesmo tempo a realidade transcendente da paternidade de Deus. A religião não pode ser vista como ópio do povo mas como exigência da humanidade e de conversão a Deus. Cronologicamente, porém, está o amor ao próximo, como justa medida do amor a Deus.