Friday, July 28
Sexta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Reflexão
Entre os elementos que entram na aliança de Deus com o seu povo está o Decálogo, isto é, os Dez Mandamentos, resumo da lei de Deus. Os mandamentos estão aliás no coração de cada homem; eles são aí já a voz de Deus, sempre a fazer ouvir-se. Mas mais e maior que a lei dada por meio de Moisés é a Graça e a Verdade que vieram por Jesus Cristo. Os dez mandamentos fazem parte da bagagem moral inserida no coração de todos os homens pelo Criador. Exprimem a chamada lei natural, sentida e admitida por todas as morais. Foi Deus quem pôs no coração humano estes princípios, estas tendências e este sentido de bem e de mal, no que se refere às nossas relações com Deus e com o próximo. Israel teve o privilégio de os receber directamente de Deus, na teofania do Sinai. Foi um acto de predilecção de Deus para com o seu povo, que também pressupõe maior responsabilidade e fidelidade no seu cumprimento. Jesus não veio destruir a lei, mas levá-la à perfeição.
Jesus dá a explicação da parábola do semeador. A semente é sempre boa, porque é a palavra de Deus, mas o fruto depende do acolhimento que a terra lhe dá, da atenção que ela encontra no coração de cada homem.
Ao explicar a parábola do semeador, Jesus desvia a atenção do semeador que lança a semente para as causas da sua diferente recepção. Explicitando a comparação, passa-se da verificação do êxito, combatido mas surpreendente, da pregação do reino de Deus por Jesus e pelos continuadores da sua obra, para a consideração dos motivos que levam os ouvintes e fechar-se ou a abrir-se ao anúncio e, portanto, à conversão.
O evangelista faz uma releitura da parábola, fazendo realçar como a dureza de coração seja obra do maligno, que peca desde a origem. O homem secunda a obra do maligno quando, deixando-se absorver pelos sofrimentos, pelas incompreensões, pelas riquezas, não permite à palavra de Jesus lançar raízes na sua existência. Pelo contrário, quem é dócil à palavra de Jesus, produz abundantes frutos e entra a fazer parte daqueles bem-aventurados e pequeninos aos quais são revelados os mistérios do Reino.
Wednesday, July 21
Quarta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Liturgia da Palavra - https://www.dehonianos.org/portal/tempo-comum-anos-impares-xvi-semana-quarta-feira0
Reflexão
Depois da passagem do Mar Vermelho, começa a travessia do deserto. Ela vai ser um tempo de grande provação, em que estão sempre em contraste, por um lado, a falta de fé e os pecados do povo, e, por outro, a misericórdia e o poder de Deus. O povo murmura por se julgar condenado a morrer de fome; mas logo Moisés intercede junto de Deus e Ele envia-lhes o pão do céu, o maná, como a nós hoje a Eucaristia, o verdadeiro Pão do Céu.
Começamos hoje a ler a passagem do Evangelho de São Mateus consagrada às parábolas, ou seja, a uma catequese feita a partir da contemplação da natureza e dos trabalhos em que os homens se ocupam. Ouvimos hoje a parábola do semeador, como que a preparar o terreno para a boa colheita da sementeira que o próprio Senhor vai fazer. A vitalidade está na semente, mas é preciso que o terreno onde ela vai ser semeada esteja preparado.
Jesus deixa as sinagogas e passa a ensinar ao ar livre e de forma itinerante, mostrando que toda a conjuntura serve para o anúncio do Reino. Hoje é a bordo dum pequeno barco. A parábola do semeador é uma das quatro de contraste: uma pequena semente, ao princípio, mas um êxito rotundo, no final. Assim é o final do ministério apostólico de Jesus, ao serviço do Reino.
Tuesday, July 20
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Reflexão
A passagem do Mar Vermelho é hoje bastante conhecida porque ela é leitura obrigatória na Vigília Pascal. Nela se concentra todo a epopeia da libertação pascal do povo de Deus no Antigo Testamento, e assim se prepara a compreensão do mistério da Páscoa de Jesus, passagem deste mundo para o Pai. O cântico de Moisés depois da passagem do Mar Vermelho, que serve de responsorial depois desta leitura, é o cântico da libertação pascal.
Jesus constitui com os seus discípulos uma verdadeira família espiritual, que tem por origem o Pai celeste. Mais importantes do que os laços do sangue são os laços do espírito, sobretudo aqueles que a palavra de Deus faz nascer. Jesus não nega, nem despreza, o amor da sua família; mas ensina que a maior união com Ele está na atenção que soubermos dar à sua palavra. A sua Mãe, antes de O conceber no corpo, já O tinha acolhido no seu espírito, pelo acolhimento que dava à palavra de Deus.
Friday, July 24
Sexta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Reflexão
A profecia da 1ª leitura é o anúncio do fim do exílio e da restauração dos reinos de Judá e de Israel. Nesses dias, nem a Arca da Aliança será necessária, porque Deus reinará no meio do seu povo e a própria cidade será toda ela o Trono do Senhor. Este mistério, aqui anunciado pelo profeta, terá a sua realização plena na Igreja de Cristo, e finalmente, de maneira perfeita, na Jerusalém celeste, como o Apocalipse o deixará entrever.
No Evangelho, Jesus dá a explicação da parábola do semeador. A semente é sempre boa, porque é a palavra de Deus, mas o fruto depende do acolhimento que a terra lhe dá, da atenção que ela encontra no coração de cada homem.
Tuesday, July 21
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Reflexão
Jesus relativiza os laços familiares naturais, dando prioridade à família do Reino de Deus, cuja essência está no cumprimento da Sua vontade, o que, por vezes, supõe renúncia aos mesmos laços familiares, com o consequente sofrimento.
Maria a Mãe de Jesus, torna-se mesmo na primeira discípula que ocupa o espaço familiar em plenitude, mediante o seu sim. Exemplo e guia para todo o discípulo de Cristo: foi eleito para partilhar a vida e o destino do Mestre.
Viverá, portanto, partilhando, alegre e eficazmente com os irmãos, todos os seus bens, assente numa fé robusta, numa esperança jubilosa e numa caridade sem limites. Desta forma, fica integrado na família de Jesus.
Tuesday, July 24
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Thursday, July 21
Quinta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Wednesday, July 20
Quarta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
A semente dá fruto se cai em boa terra
A parábola do semeador é uma das quatro de grande contraste: uma pequena semente, ao princípio, mas um êxito rotundo, no final. Assim é ministério apostólico de Jesus, ao serviço do Reino. Está assegurada uma grande colheita; cem, sessenta, trinta por cento, para a semente que encontra terra propícia.
Tuesday, July 19
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Friday, July 24
Sexta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Entre os elementos que entram na aliança de Deus com o seu povo está o Decálogo, isto é, os Dez Mandamentos, resumo da lei de Deus. Os mandamentos estão aliás no coração de cada homem; eles são aí já a voz de Deus, sempre a fazer ouvir-se. Mas mais e maior que a lei dada por meio de Moisés é a Graça e a Verdade que vieram por Jesus Cristo. Jesus não veio destruir a lei, mas levá-la à perfeição.
Jesus dá a explicação da parábola do semeador. A semente é sempre boa, porque é a palavra de Deus, mas o fruto depende do acolhimento que a terra lhe dá, da atenção que ela encontra no coração de cada homem.
Tuesday, July 21
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Wednesday, July 24
Quarta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Começamos hoje a ler a passagem do Evangelho de S. Mateus consagrada às parábolas, a uma catequese feita a partir da contemplação da natureza e dos trabalhos em que os homens se ocupam. Ouvimos hoje a parábola do semeador, como que a preparar o terreno para a boa colheita da sementeira que o próprio Senhor vai fazer. A vitalidade está na semente, mas é preciso que o terreno onde ela vai ser semeada esteja preparado.
Friday, July 27
Sexta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
A vocação de Jeremias tinha duas vertentes: edificar e plantar; arrancar e demolir. O profeta exorta os seus contemporâneos à conversão: Voltai é a palavra-chave do convite à mudança de vida, à conversão. O primeiro passo consistirá em reconhecer Javé como único Senhor e guia do povo. Se tal acontecer, Israel terá um futuro ainda mais esplendoroso em que Deus será o único rei de Jerusalém. O reconhecimento da soberania de Deus juntará todos os povos que, sem dureza de coração, seguirão a sua vontade.
Jesus dá a explicação da parábola do semeador. A semente é sempre boa, porque é a palavra de Deus, mas o fruto depende do acolhimento que a terra lhe dá, da atenção que ela encontra no coração de cada homem.
Jesus desvia a atenção do semeador que lança a semente para as causas da sua diferente recepção, passa-se da verificação do êxito e da pregação de Jesus e dos seus discípulos para a consideração dos motivos que levam os ouvintes e fechar-se ou a abrir-se ao anúncio e à conversão. O homem não se abre à Palavra quando não permite lançar raízes na sua vida. Mas, quem é dócil à palavra de Jesus, produz abundantes frutos.
O terreno, onde cai a semente divina é o mundo inteiro, é cada pessoa. A sementeira é generosa, feita com amor, mas o fruto depende em boa parte de cada um de nós. Devemos pedir ao Senhor para sermos muito constantes nos nossos propósitos, para não desistirmos facilmente ante as dificuldades. A semente, a palavra de Deus, é a que recebemos do Evangelho. Devemos estar sempre muito atentos aos avisos do bom pastor: dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, e eles vos hão-de apascentar com inteligência.
Tuesday, July 24
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Jesus constitui com os seus discípulos uma verdadeira família espiritual, que tem por origem o Pai celeste. Mais importantes do que os laços do sangue são os laços do espírito, aqueles que a palavra de Deus faz nascer. Jesus não nega, nem despreza, o amor da sua família; mas ensina que a maior união com Ele está na atenção que soubermos dar à sua palavra. A sua Mãe, antes de O conceber no corpo, já O tinha acolhido no seu espírito, pelo acolhimento que dava à palavra de Deus. Os discípulos, que escutam a sua palavra, abrem-se à comunhão com Ele, superior à que decorre dos laços de consanguinidade. Tornar-se discípulo de Jesus é aceitar o convite para pertencer à família de Deus, para viver em conformidade com a sua maneira de viver…
Jesus é a Palavra. Quem a acolhe, torna-se, n´Ele, filho do Pai. O verdadeiro filho faz a vontade do Pai, tal como a fez Jesus, ao deixar-se enviar ao mundo. Pois é essa a grande maravilha realizada por Deus: fazer-nos seus familiares, participantes da sua vida divina. Não basta escutar a Palavra, é preciso guardá-la e pô-la em prática, como fez Maria porque escutar, em sentido bíblico, é compreender, acolher na vida, ir a Jesus; é acreditar, guardar no coração; é obedecer e fazer. A verdadeira escuta da Palavra realiza-se quando se ama com obras e em verdade.
Thursday, July 21
Quinta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
Outro sinal da presença de Deus no meio do seu povo foi a revelação no monte Sinai: a nuvem, a tempestade, a aparição a Moisés e as palavras comunicadas ao povo por meio de Moisés, sinais precursores de uma realidade mais profunda, a aliança que Deus quer estabelecer com os homens em Jesus Cristo. O acontecimento é preparado com abundância de pormenores, que servem para realçar a majestade de Deus, a sua absoluta soberania, o respeito que inspira, a atitude de temor e de reverência que suscita no povo. O Deus do Sinai é ainda um Deus que infunde temor, é um Ser que permanece sempre para além e acima de nós e das nossas concepções. É um Deus que revela a bondade, a graça, o perdão, a paternidade divina manifestada em Jesus.
Uma parábola é como uma paisagem ou uma história que pode ver-se só como paisagem ou escutar-se só como história, ou compreender-lhe o seu sentido profundo. Para a entender é necessário pedir ao Mestre a explicação, penetrar dentro do sentido profundo que ela pretende comunicar, porque ela é sempre uma revelação do mistério da salvação. Que pretendia Jesus, ao servir-se de parábolas que os seus ouvintes não podiam entender? Há quem esteja disponível e há quem resista à palavra de Jesus. Há quem se converta e atinja a bem-aventurança e há quem não se converta, ouvindo sem compreender e vendo sem perceber.
Jesus convida a entrar no seu Reino, por meio de parábolas, um elemento muito característico do seu ensino: Jesus e a presença do Reino neste mundo estão secretamente no coração das parábolas. É preciso entrar no reino, quer dizer, tornar-se discípulo de Cristo, para conhecer os mistérios do seu Reino.
Wednesday, July 20
Quarta-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
Depois da passagem do Mar Vermelho, começa a travessia do deserto. Ela vai ser um tempo de grande provação, em que estão sempre em contraste a falta de fé e os pecados do povo, e a misericórdia e o poder de Deus. O povo murmura por se julgar condenado a morrer de fome; mas logo Moisés intercede junto de Deus e Ele envia-lhes o pão do céu, o maná, como a nós hoje a Eucaristia, o verdadeiro Pão do Céu. Esquecendo a escravidão do Egipto, apenas se lembram do pão e da carne que lá comiam. A murmuração será um dos pecados diversas vezes repetidos ao longo da peregrinação no deserto. Esse pecado manifesta falta de fé e de confiança, mas também a mesquinhez e a dureza de coração daquele povo esquecido das anteriores intervenções de Deus em seu favor. O povo também não soube agradecer a generosidade de Deus. É o mistério da cegueira humana, da miséria espiritual, que não permite dar-se conta da generosidade de Deus.
A semente, que é a palavra de Deus, tem que continuar a ser lançada à terra e para a acolhermos a palavra no nosso coração façamos uma leitura pessoal da Escritura, meditando-a e levando-a à prática.
Começamos hoje a ler a passagem do Evangelho de S. Mateus consagrada às parábolas, a uma catequese feita a partir da contemplação da natureza e dos trabalhos em que os homens se ocupam. Ouvimos hoje a parábola do semeador, como que a preparar o terreno para a boa colheita da sementeira que o próprio Senhor vai fazer. A vitalidade está na semente, mas é preciso que o terreno onde ela vai ser semeada esteja preparado. Tal como o semeador espalha a semente, sem a preocupação de a poupar, assim Jesus proclama a palavra do Pai a todos, sem distinções nem reservas. Tal como a sorte da semente depende do terreno onde cai, assim a Palavra produz fruto conforme o coração que a recebe. A semente é a palavra de Deus, que é acolhida de muitos modos diferentes. O terreno fértil dá uma colheita extraordinariamente abundante tal como a palavra proclamada por Jesus terá uma fecundidade maravilhosa.
Tuesday, July 19
Terça-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
A passagem do Mar Vermelho é hoje bastante conhecida porque ela é leitura obrigatória na Vigília Pascal. Nela se concentra todo a epopeia da libertação pascal do povo de Deus no Antigo Testamento e assim se prepara a compreensão do mistério da Páscoa de Jesus, passagem deste mundo para o Pai. A travessia do Mar Vermelho assinala um dos momentos culminantes da história e da teologia de Israel, uma experiência jamais esquecida pelo povo hebreu e tem como função principal realçar a acção de Deus. O acontecimento histórico terá sido bem mais simples, com a ajuda de elementos naturais como o vento mas os Hebreus souberam ver nessas circunstâncias a mão providencial de Deus, que os salvou de morte segura. O cântico de Moisés depois da passagem do Mar Vermelho, que serve de responsorial depois desta leitura, é o cântico da libertação pascal. Os egípcios, ao perseguirem os filhos de Israel, foram dizimados. Pelo contrário, os filhos de Israel receberam muitos benefícios da parte do Senhor, quando Moisés executou aquilo que Deus lhe mandara fazer. Para cumprirmos a vontade de Deus, escutemos a sua palavra e procuremos levá-la à prática.
Jesus constitui com os seus discípulos uma verdadeira família espiritual, que tem por origem o Pai celeste. Mais importantes do que os laços do sangue são os laços do espírito, aqueles que a palavra de Deus faz nascer. Jesus não nega, nem despreza, o amor da sua família; mas ensina que a maior união com Ele está na atenção que soubermos dar à sua palavra. Jesus, ao levantar a questão sobre quem são os seus parentes, declara que essa condição não é fruto da carne e do sangue, mas da escuta e actuação da sua palavra. Os discípulos, que escutam a sua palavra, abrem-se à comunhão com Jesus que é a Palavra. Quem a acolhe, torna-se, n´Ele, filho do Pai. O verdadeiro filho faz a vontade do Pai, tal como a fez Jesus, ao deixar-se enviar ao mundo. A sua Mãe, antes de O conceber no corpo, já O tinha acolhido no seu espírito, pelo acolhimento que dava à palavra de Deus. Todos temos a imensa alegria de podermos pertencer à família de Jesus, na medida em que cumprirmos a vontade divina.
Monday, July 18
Leituras de Segunda-feira da Semana XVI do Tempo Comum
Leituras e Reflexão no Portal dos Dehonianos
Continuamos a ouvir ler os acontecimentos do Êxodo, ou seja, da saída do povo de Deus do Egipto. Encontramos hoje o povo a caminho do Mar Vermelho, prestes a atravessá-lo e a alcançar o deserto, a caminho da Terra Prometida, a sua pátria. Entretanto, o Faraó, o rei do Egipto, persegue-os na última hora, para os impedir que saiam do país da escravidão. Mas Deus, por meio de Moisés, anuncia-lhes a grande libertação. A fidelidade de Deus ao seu povo é maior e mais poderosa do que as tentativas dos homens por se Lhe oporem.
Os ouvintes imediatos de Jesus escutavam-n’O com curiosidade, não com desejo profundo, que nasce num coração sincero; mas é aí que começa a escuta verdadeira da palavra de Deus, que revela os caminhos da sabedoria. Foi assim com os de longe, “os homens de Nínive”, e com a rainha de Sabá, que veio dos confins da terra, enquanto os de perto se ficaram na curiosidade superficial de esperarem um sinal do céu. Mas, os sinais mais claros de que Jesus é o enviado de Deus são sempre os da sua morte e ressurreição, mistério de que Jonas foi sinal, ao permanecer três dias no seio do monstro marinho, conforme o próprio Jesus explica. Os sinais de Deus não são espectáculos, que dão nas vistas; falam à fé e na fé hão-de ser entendidos.











